domingo, 27 de janeiro de 2013

MOROSIDADE AGRAVA DISPUTA FUNDIÁRIA

Da Agência Brasil (aqui):


Morosidade na desapropriação de terra agrava disputa fundiária

Vitor Abdala - Agência Brasil27.01.2013 - 10h43 | Atualizado em 27.01.2013 - 10h52

Morosidade na desapropriação de terra agrava disputa fundiária. (Valter Campanato/ABr)

Rio de Janeiro – A morosidade da tramitação de processos judiciais de desapropriação de terras improdutivas para a reforma agrária agravou a disputa fundiária na região norte fluminense. A avaliação é da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Por meio de nota, a secretaria afirma que a morte do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) Cícero Guedes, em Campos, no norte do estado do Rio, é “ilustrativa”.
“O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária [Incra] havia determinado, há 14 anos, a desapropriação das fazendas que compõem a Usina Cambahyba. Mas só em agosto de 2012 a Justiça autorizou que a autarquia federal desse prosseguimento à desapropriação dos imóveis”, diz a nota divulgada na noite de ontem (26).
Ainda de acordo com a nota, o membro do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Wadih Damous foi indicado pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, para acompanhar as investigações a fim de “garantir que os autores do crime sejam responsabilizados nos termos da lei”, informa a nota. Além disso, a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos irá acompanhar o caso para evitar que o crime permaneça impune.
Cícero Guedes dos Santos era líder da ocupação da Usina Cambahyba e foi encontrado morto com vários tiros em uma estrada na manhã de ontem (26). O MST acredita que ele tenha sido executado por pistoleiros e que a morte tenha relação com a disputa por terras na região.

Edição Beto Coura

TRISTEZA E REVOLTA

Da Folha on line (aqui):



Tristeza e revolta

Tristeza e revolta no velório do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) de Campos, Cícero Guedes dos Santos, 47 anos. Vários amigos e familiares, além de autoridades estiveram presentes na cerimônia que aconteceu no Cemitério Campo da Paz. O sepultamento foi realizado no início da tarde. Cícero é o terceiro trabalhador a ser morto num assentamento. Ontem, a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, divulgou nota lamentando a morte do líder e critica a morosidade da Justiça, que, segundo ela, agravou a situação fundiária em Campos. Liderança do MST, presentes no velório realizaram uma manifestação pedindo urgência na elucidação do crime.

Cícero foi encontrado morto na manhã de ontem, numa estrada vicinal, próximo à Usina Cambaíba. Ele foi assassinado com vários tiros, que atingiram a cabeça e as costas.

De acordo com o filho de Cícero, Jucimar da Silva Guedes, de 24 anos, o pai estava em casa na manhã de sexta-feira quando recebeu uma ligação e horas depois saiu para Cambaíba tendo o último contato às 17h. “Bate tristeza e revolta. Quero que seja feita justiça. Meu pai estava há muitos anos na luta e comentava que se morresse iria morrer feliz”, afirma.

O assassinato do militante teve repercussão nacional e por isso autoridades estiveram presentes no enterro, entre elas o deputado estadual e o presidente da comissão dos direitos humanos da Alerj,  Marcelo Freixo (PSOL), que acredita que o crime tenha sido uma execução e também acredita que possa ser uma questão política.

— Existe um suspeito, e foi claramente uma execução, pois todos os pertences da vítima permaneceram no local. A região é de muitos conflitos pela grande quantidade de terra. Acredito que tenha sido um crime político — ressaltou.

A coordenadora do MST no Rio de Janeiro, Marina Santos, também suspeita que a morte teria sido de execução. “É óbvio que foi mais um crime de latifúndio na região de Campos, onde sempre aconteceu esse tipo de atrocidade e ninguém nunca é punido. Desta vez, as autoridades têm que investigar”, afirma ela.

Marcelo Durão, diretor Nacional do MST, afirma estar chocado com o assassinato, pois além de ser um grande líder, era um amigo.
 
“Estamos compreendendo a situação como da mesma forma que aconteceu o assassinato do líder do Sindicato dos Trabalhadores de Cabo Frio, Sebastião Lan, em 1988.”, comentou muito triste.

A ex-vereadora Odisseia Carvalho também compareceu ao enterro e pediu justiça. “Era um homem trabalhador e sempre na luta dos direitos sociais. É uma perda irreparável e quero que seja investigado o caso para que os culpados sejam punidos”, disse.

Em comunicado, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro afirma que está, desde o primeiro momento, empenhada na investigação da morte do líder MST. O órgão afirma ainda que medidas cautelares estão sendo adotadas para esclarecer a autoria e a motivação do crime.


Ministra lamenta morte

A ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário,  fez um pronunciamento, através de sua assessoria, sobre a morte do líder do MST. Ela se solidarizou com a família e critica a morosidade da Justiça, que, segundo ela, agravou a situação fundiária em Campos.

— A situação de disputa fundiária na região entre Campos dos Goytacazes e São João da Barra tem sido agravada pela morosidade na tramitação de processos judiciais que envolvem imóveis considerados improdutivos e, portanto, passíveis de desapropriação para a reforma agrária. O caso específico da ocupação liderada por Cícero é bastante ilustrativo: o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) havia determinado, há 14 anos, a desapropriação das fazendas que compõem a Usina Cambaíba. Mas só em agosto de 2012 a Justiça autorizou que a autarquia federal desse prosseguimento à desapropriação dos imóveis — afirmou a ministra, na nota.

Cerimônia marca revolta dos militantes

Antes do enterro os militantes do MST organizaram uma cerimônia, para relembrar a trajetória de Cícero Guedes dentro do movimento e para pedir empenho por parte das autoridades na apuração dos fatos e prisão dos autores e aproveitar a presença de autoridades para pedir a imediata desapropriação da Fazenda Cambaíba. O presidente Nacional do INCRA, Carlos Guedes, acrescenta que foram reservados 13,8 milhões para assentar 111 famílias e comenta que é lamentável não poder contar com um grande lutador na celebração da conquista.

— Há tempos estamos lutando para que a justiça conceda de fato a desapropriação das terras em Cambaíba e até agora nada e acabamos perdendo um líder que sempre esteve presente nos ajudando, é lamentável — disse Guedes.

Participaram ainda da cerimônia o delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, José Otávio; O superintendente do Incra no Rio de Janeiro, Gustavo Noronha e o Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil -Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ), Felipe Santa Cruz.
 
Jane Ribeiro

"MATARAM UM GUERREIRO"

Do BLOG Estou procurando...(aqui)



SÁBADO, 26 DE JANEIRO DE 2013

ATENTADO CONTRA A PAZ E A JUSTIÇA SOCIAL! MATARAM UM GUERREIRO!


Hoje, 26 de janeiro de 2013, CÍCERO GUEDES, líder do Movimento pela Reforma Agrária e em prol da Agricultura Familiar, amanheceu morto, assassinado, no Assentamento Oziel, em Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. CÍCERO era um trabalhador rural que ousou lutar  pelos ideais de Justiça e pelo bem comum do seu povo, trabalhadores rurais expropriados da terra e sem futuro. É mais um líder popular cuja morte se somará às centenas de outras, que ocorrem rotineiramente, de brasileiros que lutam por um Brasil justo e igualitário. Em mais de 90% desses casos, os assassinos permanecem impunes. Por que a Justiça brasileira, nesse momento em que busca nos convencer de que quer por fim à impunidade, não demonstra isso no caso dos crimes políticos contra a liberdade e os direitos humanos, civis, econômicos e sociais, de grande parte da sociedade brasileira, representada pelo movimento sociais e populares pelo acesso à terra rural e urbana e tantos outros? Matando o CÍCERO atentam mais uma vez contra a nossa Liberdade, contra a Democracia e os Direitos Humanos.

PELO FIM DA IMPUNIDADE DOS ASSASSINOS DAS LIDERANÇAS POPULARES! POR UM BRASIL JUSTO E SOLIDÁRIO!
AMIGOS E APOIADORES DO MOVIMENTOS SOCIAIS E POPULARES EM CAMPOS DOS GOYTACAZES!

PARA MST MORTE DE CÍCERO É RESULTADO DA "VIOLÊNCIA DO LATIFÚNDIO"


Do Blog de Erik Schunk (aqui)



Exigimos Justiça!



do SITE http://www.ururau.com.br


MST diz que morte de líder é resultado da 

violência do latifúndio

Segundo o MST, Cícero Guedes foi assassinado por pistoleiros. Ex-cortador de cana, o 
alagoano coordenava a ocupação do MST na Usina Cambaíba. Ainda de acordo com a 
nota, ele era assentado  desde 2002, no assentamento Zumbi dos Palmares, mas resolveu 
continuar na “luta pela reforma agrária”.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou nota em seu site dizendo
que a morte  de Cícero Guedes, líder de uma ocupação sem-terra em Campos, e que foi 
brutalmente assassinado na  manhã deste sábado(26/01), é “resultado da violência do 
latifúndio”. O corpo de Cícero foi encontrado  com vários tiros, segundo o delegado 
Geraldo Rangel, que investiga o caso.
“A morte da companheiro Cícero é resultado da violência do latifúndio, da impunidade das 
mortes dos  sem-terra e da lentidão do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma 
Agrária] para assentar as  famílias e fazer a reforma agrária. O MST exige que os culpados 
sejam julgados, condenados e presos”, diz a nota.







Da Pàgina do MST


Coordenador de ocupação do MST na Usina Cambahyba é assassinado no Rio

26 de janeiro de 2013

O trabalhador rural e militante do MST Cícero Guedes foi assassinado por pistoleiros
nesta sexta-feira (25/1), nas proximidades da Usina Cambahyba, no município de Campos
dos Goytacazes (RJ).
Cícero foi baleado quando saía do assentamento de bicicleta. Nascido em Alagoas, ele
foi cortador de cana e coordenava a ocupação do MST na usina, que é um complexo de
sete fazendas que totaliza 3.500 hectares.
Esse latifúndio foi considerado improdutivo, segundo decisão do juiz federal Dario Ribeiro
Machado Júnior, divulgada em junho.A área pertencia ao já falecido Heli Ribeiro Gomes,
ex-vice governador biônico do Rio, e agora é controlada por seus herdeiros.
Cícero Guedes era assentado desde 2002 no Sítio Brava Gente, no norte do Rio de
Janeiro, no assentamento Zumbi dos Palmares, mas continuou a luta pela Reforma Agrária.
Era uma referência na construção do conhecimento agroecológico tanto entre os
companheiros de Movimento como também entre estudantes e professores da Universidade
do Norte Fluminense.
No lote, ele desenvolvia técnicas da agroecologia, com uma diversidade de plantas ,
respeitando a natureza e aproveitando de tudo que ela poderia dar. Começou com o plantio
de sua cerca viva de sabiá, que viu sua propriedade melhorar visualmente e também obter
uma boa fonte de renda.
Cícero também era conhecido pelas suas bananas, presentes em muitas partes do lote,
consorciadas com leguminosas, milho e espécies frutíferas.Os filhos cresceram vendo a
experiência se desenvolver e aprenderam com o pai que os alimentos produzidos na
agroecologia  têm qualidade superior aos do supermercado.
O agricultor assentado Cícero Guedes dos Santos, desde o inicio da ocupação do seu
lote em 2002, já possuía o desejo de ter em sua área diversidade de plantas , respeitando
a natureza e aproveitando de tudo que ela poderia dar. A natureza , inclusive, foi a fonte
de inspiração para esse tipo de consciência e o entendimento da mesma fez com que
esse sentimento de preservação e convívio fosse dia-a-dia aumentando.
Violência do latifúndio
O complexo de fazendas tem sido palco de todo tipo de violência: exploração de trabalho
infantil, exploração de mão de obra escrava, falta de pagamento de indenizações
trabalhistas, além de crimes ambientais.
Em dezembro, o Incra fez o compromisso de criar um assentamento na área da usina,
mas até agora não avancou no sentido de assentar as famílias.
A morte da companheiro Cícero é resultado da violência do latifúndio, da impunidade
das mortes dos Sem Terra e da lentidão do Incra para assentar as famílias e fazer a
Reforma Agrária. O MST exige que os culpados sejam julgados, condenados e presos.
As fazendas da Usina Cambahyba acumulam dívidas de milhões com a União e seu
processo de desapropriação está paralisado há 14 anos — desde que o Incra (Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária) considerou aquelas terras improdutivas e
passíveis de desapropriação para fins de reforma agrária.
Porém, a dívida da usina não se limita ao aspecto financeiro. No último mês de maio, os
brasileiros ficaram estarrecidos com a revelação de que os fornos de Cambahyba foram
usados para incinerar corpos de 10 militantes políticos durante a ditadura civil-militar
brasileira. A confissão do ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops),
 Cláudio Guerra, consta no livro “Memórias da uma guerra suja” e foi divulgada por toda
a imprensa.
Até hoje, porém, a Justiça Federal impede a desapropriação da área e já determinou
despejos violentos de famílias que reivindicam a terra. Essa é a segunda vez que o MST
realiza uma ocupação na área da usina.
A primeira foi em 2000, e seis anos depois, as Polícias Federal e Militar, por decisão da
Justiça Federal de Campos, despejaram as 100 famílias que haviam criado o acampamento
Oziel Alves II.







LÍDER DO MST ENTERRADO NO CAMPO DA PAZ


domingo, 27 de janeiro Do Blog do Pedlowski (aqui


Velório de Cícero Guedes se transforma num ato de luta pela reforma agrária


Ainda que marcada pela profunda tristeza e emoção, o velório de Cícero Guedes, assentado e importante liderança do MST no Rio de Janeiro se transformou num ato de celebração de sua luta em prol da reforma agrária no Norte Fluminense.  Além da presença de autoridades ligadas aos ministérios de Direitos Humanos e do Desenvolvimento Agrário, estiveram presentes representantes  de sindicatos e os deputados Marcelo Freixo (PSOL) e Robson Leite (PT). Representando a Igreja Católica esteve presente o Bispo de Campos dos Goytacazes, Dom Roberto Francisco Ferreria Paz, que conduziu a parte religiosa do velório.

Mas mais marcante foi a presença de dezenas de assentados vindos de diferentes pontos da região Norte Fluminense, os quais vieram prestar suas homenagens a uma liderança cujo compromisso sempre claramente com a melhoria das condições dentro dos assentamentos. Com músicas e gritos de guerra que Cícero também gostava, os presentes deixaram claro que não haverá retrocesso na continuidade da luta pela reforma agrária.

Durante o velório também ficou evidente que os assentados e as organizações da sociedade civil presentes exigem é que o assassinato de Cícero Guedes seja apurado rapidamente  e os culpados sejam punidos exemplarmente.  Durante o velório a opinião majoritário é que este crime visou desferir um grave golpe contra a organização dos que lutam pela realização e consolidação da reforma agrária. Neste sentido, a apuração exemplar deste crime será a única forma de se evitar que haja a repetição deste tipo de eliminação física daqueles que se colocam em prol da reforma agrária e dos agricultores pobres que são aqueles que garantem o aporte de comida em nossas mesas.






quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

BANCADAS, POR PROFISSÃO

Empatados com os PM´s (Alonsimar, Genásio e Gil Viana), os médicos também têm três vereadores: Abdu Neme, Paulo Hirano e Edson Batista. Os jornalistas, que há muito tempo não tinham representação na Casa agora são dois  — Mauro Silva e Alexandre Tadeu —, ambos oriundos da televisão. Os advogados também são dois (Rafael Diniz e Marcão).
Segundo declaração feita à Justiça Eleitoral pelos próprios vereadores na época do registro das candidaturas, outros dois são comerciantes: Magal e Fred Machado, enquanto Nenem é empresário, Fábio Ribeiro declarou-se servidor público municipal e Auxiliadora Freitas, professora. Dois informaram o cargo (vereador) como profissão: D. Penha e Albertinho, enquanto Miguelito e Álvaro César são aposentados. Outros seis (Nildo Cardoso, Jorge Rangel, Thiago Virgílio, Cecilia Ribeiro Gomes e José Carlos e Dayvison Miranda) aparecem no ítem profissão no registro do TRE como "outros". 


PM TEM TRÊS VEREADORES EM CAMPOS



Com a posse, hoje, de Alonsimar de Oliveira Pessanha, primeiro suplente do PTC, a Câmara Municipal de Campos passa a contar, pela primeira vez, com três vereadores oriundos da Polícia Militar numa mesma legislatura. Além de Alonsimar (que assumiu a cadeira de Ozéias, nomeado para chefiar a Secretaria Municipal de Emprego e Renda), fizeram carreira na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro os vereadores Gil Viana (PR) e Paulo César Genásio de Souza (PSC).
Alonsimar teve 2019 votos, Genásio, 3305 votos e Gil Viana, 4328 votos. 

LULA E EIKE VISITAM AÇU

Foto: Carlos Grevei/Ururau.com.br
Ex-presidente,

Lula e Eike Batista visitam Porto do Açu

O presidente do grupo EBX, Eike Batista, esteve hoje vistoriando as obras do Superporto do Açu, em São João da Barra. Ele veio acompanhado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa é a primeira visita do empresário este ano ao Superporto. A assessoria da LLX informou que a visita foi de um convite feito ao Lula, desde 2007, quando ele ainda era presidente e, que só agora, pode ser concretizado.
— O ex-presidente Lula e o empresário Eike Batista visitaram toda a área do Complexo, numa visita fechada, sem presença de outras autoridades e a imprensa, de um convite antigo, que só agora pode ser feito — disse a assessoria.
A última visita do empresário ao Superporto do Açu aconteceu em abril, acompanhado pela presidente Dilma Rousseff, quando houve uma visitação em toda área do Porto e visitas a TX1 e TX2, terminais onshore do Superporto onde está sendo aberto o canal com 6,5 km de extensão.
Na época, durante o discurso, a presidente Dilma defendeu a parceria produtiva entre empresas públicas e privadas na exploração do petróleo e no desenvolvimento de novas tecnologias, ressaltando que uma possível parceria entre a OGX e a Petrobras poderá dar relevantes contribuições ao país.
Mas nem tudo são flores pra o grupo EBX, que terá que dar explicações ao Ministério Público Federal e também ao Instituto do Meio Ambiente e a Secretária de Meio Ambiente do Estado devido ao aumento da salinização da água na região do porto.

Texto: Da Folha on line (aqui)
Jane Ribeiro
24/01/2013 17:46

ENTREVISTA FRUSTRADA

Pelo que li no Blog do Saulo Pessanha (aqui), o ex-presidente da Câmara, Nelson Nahim, optou por não polemizar diretamente com os vereadores que estão semeando dúvidas sobre a competência dele na administração da "Casa de Leis". 
Foi criada uma grande expectativa quanto à entrevista  Nahim de ao programa "Folha no Ar", da Plena TV, mas pela pouca repercussão que li até agora a "nitroglicerina" não passou de um inofensivo traque. Pode ser estratégia de Nahim que, sendo alvo do irmão (deputado Garotinho) através dos que chamou de "fantoches", preferiu guardar munição para uma outra hora mais oportuna.
Uma frustração para os que gostam de ver o circo pegar fogo, mas há quem diga que munição é o que não falta.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

NITROGLICERINA PURA?

Do Blog da Coluna (aqui):





Nahim:”fantoches em ação”

O ex-presidente da Câmara Nelson Nahim (PPL) será o entrevistado de amanhã no programa “Folha no Ar”. Principal alvo do grupo governista, Nahim promete esclarecer algumas situações e rebater algumas criticas, que segundo ele, “não passam de inverdades fabricadas com a intenção de denegri-lo politicamente”.
Sobre as acusações feitas pelos vereadores Alexandre Tadeu (PRB) e Thiago Virgilio (PTC), e o atual diretor da casa Avelino Ferreira, Nelson disse: “Os fantoches sempre mudam, mas o homem que os controla continua sendo o mesmo”.
O programa começa às 16h, transmitido pela Plena TV e Continental.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

COAGRO EXCLUÍDA DA "LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO"

Frederico Paes, presidente da Coagro, já tinha dito que a inclusão da Cooperativa seria um "terrível equívoco"

A Coagro (Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro) teve seu nome retirado da lista suja do trabalho escravo na última sexta-feira, quando foi divulgada uma atualização extraordinária pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Na lista divulgada no último dia 28 de dezembro, conforme informado aqui no Blog, a Coagro tinha sido incluída na lista por causa de um processo de 2009, quando 37 trabalhadores foram encontrados em situação de trabalho degradante numa fazenda ligada à Cooperativa. Na época, o presidente da Coagro, Frederico Paes, ouvido pelo Blog, disse que acreditava que a inclusão na lista suha deveria ser um "terrível equívoco".
Na madrugada de hoje, Frederico comemorou a nova situação da Coagro que anunciou num comentário no Facebook do Blog:







A partir do link acima chega-se à nova lista, já sem o nome da Coagro. Aliás, a exclusão está no cabeçalho da lista:

"ATUALIZAÇÃO SEMESTRAL EM 28 DE DEZEMBRO DE 2012
MÊS/ANO DE INCLUSÃO NO CADASTRO
Atualização extraordinária ocorrida na data de 18.01.2013 em razão da exclusão do nome do seguinte empregador:
Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro - COAGRO, CNPJ n.º 05.500757/0001-68".

domingo, 20 de janeiro de 2013

"ÓCIO PRODUTIVO" NO RODA VIVA



O sociólogo italiano Domenico De Masi, propagador da polêmica teoria do ócio criativo, ocupa o centro do Roda Viva nesta segunda-feira (21/1). Inédita, a entrevista vai ao ar a partir das 22h.
Autor de livros como Desenvolvimento sem trabalhoA emoção e a regra O futuro do trabalho, De Masi é um dos pensadores mais contemporâneos da era pós-industrial. É dele a máxima de que quanto mais o homem trabalha, mais tempo precioso ele perde. Fã do Brasil, defende que o país tem todas as condições para desenvolver um capitalismo moderno e mais humano. 
Domenico De Masi é professor de Sociologia das Profissões na Universidade La Sapienza, de Roma, e diretor científico da S3.Studium, uma escola de especialização em ciências organizacionais. Nascido em Rotello, na província italiana de Campobasso, graduou-se em direito na Universidade de Perugia e se especializou em Sociologia do Trabalho, em Paris. 
Para esta edição, o programa conta com os seguintes entrevistadores: Ivan Marsiglia (editor-assistente do caderno Aliás, do jornal O Estado de S. Paulo), Antonio Carlos Franchini (presidente da Associação Paulista Viva), Ricardo Antunes (professor titular de sociologia do trabalho da Unicamp), Cláudia Collucci (repórter especial do jornal Folha de S. Paulo) e Paulo Saldiva (professor titular da Faculdade de Medicina da USP e especialista em poluição atmosférica). O Roda Viva também tem a participação do cartunista Paulo Caruso.

Texto: TV Cultura (aqui).

DILMA NA PAREDE


Dilma tem muitos motivos para perder o sono, preocupada com o início do ano legislativo em 5 de fevereiro. Tudo indica que terá dois "aliados" que não merecem nenhuma confiança na direção do Poder Legislativo: Renan Calheiros (AL) no Senado e Henrique Alves (RN) na Câmara, ambos destacados integrantes da ala que representa o que de mais fisiológico no PMDB e na política brasileira.
Se não bastasse, a mesma turma trabalha para fazer do espertíssimo Eduardo Cunha (PMDB-RJ), líder do governo na Câmara.. Cunha é aquele mesmo que já foi presidente da Telerj, presidente da Companhia estadual de Habitação e secretário de Habitação no Governo do Estado durante parte do mandato de Garotinho. Hoje são inimigos (pelo pelo aparentemente).
Além disso, dos 39 deputados do PR (terceiro maior partido aliado de Dilma, depois do PT e PMDB), 27 assinaram um documento apoiando o nome de Garotinho para líder do partido na Câmara. Na verdade o que a cúpula do PR quer é reconquistar o Ministério dos Transportes. Se conseguir, escolhe um líder mais dócil ao Planalto. 

Vamos ser que a fama de durona de Dilma vai ser confirmada ou ela vai ser emparedada por essa turma...

Renan já renunciou à Presidência do Senado após flagrado
 pagando despesas de uma amante com verba pública
Henrique Alves: apoio do vice Michel Temer


Eduardo Cunha tem apoio de Sergio Cabral

Garotinho:usado pelo PR para conseguir Ministério, mas
usa situação para promover candidatura ao governo do Rio