sábado, 13 de setembro de 2014

CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA PARTICIPAM DE DEBATE TERÇA-FEIRA, DIA 16, EM APARECIDA (SP)


Da Carta Capital:

por Redação — publicado 11/09/2014 11:39, última modificação 11/09/2014 11:54
Diogo Moreira/ GESP
Santuário de Aparecida
Aparecida, onde fica o emblemático santuário, vai sediar o debate de presidenciáveis

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai organizar na terça-feira 16 um debate com os candidatos à Presidência da República em Aparecida, município do interior de São Paulo onde fica o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
O encontro está marcado para o centro de eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, ao lado do santuário nacional, e terá, segundo a assessoria da TV Aparecida, a presença de oito presidenciáveis: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Jorge (PV), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Marina Silva (PSB) e Pastor Everaldo (PSC).
Em vídeo levado ao ar pela TV Aparecida para promover o debate, o encontro é tratado como "evento histórico". Ao site da emissora, dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana (MG), afirmou que um dos motivos do encontro é permitir aos candidatos "responder qual é a posição deles a respeito da defesa da vida, desde o primeiro instante até o seu término natural".
Além da TV Aparecida, outras emissoras de inspiração católica, como as tevês Canção Nova e Rede Vida, vão transmitir o evento, a partir das 21h30. A abertura será feita pelo cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis.

REVISTAS SEMANAIS - CAPAS





sexta-feira, 12 de setembro de 2014

COMÍCIO DO PR NESTA SEXTA-FEIRA EM CAMPOS

Foto:Blog do candidato
O deputado Anthony Garotinho, candidato do PR ao Governo do Estado, comanda, daqui a pouco, às 18h na Praça do Santíssimo Salvador, o último comício de sua campanha na cidade antes do primeiro turno. O palanque já está montado na antiga Praça das Quatro Jornadas (ao lado do Chafariz).
São aguardados os principais candidatos do partido na região.
Hoje, na hora do almoço, a prefeita Rosinha, que coordena a campanha do marido na região, esteva na sede da transportadora VSP para falar das propostas do candidato (foto abaixo).

Foto postada no Facebook



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ROMÁRIO CONSOLIDA LIDERANÇA PARA O SENADO: 43% CONTRA 22% DE CESAR MAIA

Reprodução TV/Globo News

DO G1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (11) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o Senado pelo Rio de Janeiro:
Veja os números do Datafolha:
Romário (PSB) – 43%
Cesar Maia (DEM) – 22%
Eduardo Serra (PCB) – 5%
Carlos Lupi (PDT) – 5%
Liliam Sá (PROS) - 1%
Pedro Rosa (PSOL) – 1%
Diplomata Sebastião Neves (PRB) - 0%*
Heitor Fernandes (PSTU) – 0%*
Indecisos – 10%
Brancos e nulos – 13%

*Não atingiram 1%
No levantamento anterior, divulgado no dia 4 de setembro, Romário tinha 38%, Cesar Maia, 25%, e Eduardo Serra, 6%.
O Datafolha entrevistou 1.348 eleitores em 32 municípios do Estado do Rio de Janeiro nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RJ-00034/2014 e BR-00584/2014.

TRE APREENDE PROPAGANDA DE CANDIDATOS DO PR NA GRÁFICA DE O DIÁRIO

Da Folha on line (aqui):


Campos: apreensão de material de campanha em gráfica de jornal

12345
Uma denúncia anônima levou fiscais do Tribunal Regional do Rio de Janeiro (TRE-RJ) à gráfica do jornal O Diário, em Campos, na manhã desta quinta-feira (11). No local, foi apreendido material de campanha com nomes de vários candidatos do PR e da Coligação Aliança Republicana e Trabalhista, desde o candidato ao governo do Estado, Anthony Garotinho, passando por Clarissa Garotinho, Paulo Feijó e Jorge Magal (à Câmara Federal), além de Geraldo Pudim, Bruno Dauaire, Gil Vianna e Eber Silva (candidatos à Assembleia Legislativa). A única não republicana no bolo era a propaganda da candidata ao Senado, Lilian Sá (Pros), mas que pertence à Coligação.

Os fiscais cumpriram mandado de busca e apreensão que partiu do juiz eleitoral, Geraldo Batista Júnior. Inicialmente, a denúncia era de que um caminhão baú estaria sendo carregado com propaganda, o que não teria se confirmado. Ao entrar na gráfica, no Parque Santo Antônio, em Guarus, os fiscais recolheram o material — que até o momento não teve a quantidade divulgada. A gráfica não chegou a ser lacrada, mas os fiscais do TRE ainda estiveram no escritório de contabilidade que presta serviço para O Diário, na área central da cidade. A intenção era recolher notas fiscais, que comprovassem o pagamento do material de propaganda. O caso foi levado para o cartório da 75a Zona Eleitoral, onde a ocorrência está sendo lavrada.

Folha entrou em contato com a assessoria do TRE para buscar mais informações e ainda aguarda resposta.

Outras — O candidato Garotinho, só na sua terra natal administrada pela sua mulher, a prefeita Rosinha Garotinho, desde o dia 1o de agosto, conta outras três operações da fiscalização eleitoral com apreensão de material. A primeira foi no Centro Cultural Anthony Garotinho, onde foram apreendidas 100 fraldas e farto material de propaganda, além de solicitações para tratamento de saúde à prefeitura de Campos. Outra ocorreu na UBS de Saturnino Braga, na Baixada Campista quando foram apreendidos 22 panfletos de Garotinho na sala de depósito de materiais da unidade de saúde. Também foram encontrados seis adesivos do vereador Gil Vianna, candidato a deputado estadual e de Lilian Sá, dentro de um táxi no pátio do posto de saúde. Além disso, cerca de 60 mil santinhos, dezenas de adesivos e cartazes de campanha do PR e Pros foram apreendidos no galpão da empreiteira Plano Construção e Terraplanagem, no Parque Rosário em Campos. Recibos de obras realizadas pela construtora para a Prefeitura, quatro computadores, um notebook e um pen drive também foram recolhidos pela equipe de fiscalização do TRE, no município. (D.P.P.)
11/09/2014 16:45

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DATAFOLHA: PEZÃO EMPATA COM GAROTINHO COM 25%



Do G1:

10/09/2014 19h02 - Atualizado em 10/09/2014 19h02

No RJ, Pezão e Garotinho estão empatados com 25%, diz Datafolha

Pesquisa mostra Marcelo Crivella com 19% e Lindberg Farias com 12%.
Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 Rio
Pesquisa Datafolha sobre a eleição para governador do Rio de Janeiro, divulgada nesta quarta-feira (10), mostra os candidatos Anthony Garotinho (PR) e Luiz Fernando Pezão (PMDB), que tenta a reeleição, empatados com 25% das intenções de voto. Marcelo Crivella (PRB) tem 19% e o petista Lindberg Farias tem 12%.

Na pesquisa anterior do instituto, realizada entre os dias 12 e 13 de agosto, Garotinho tinha 28% dos votos, Pezão 23%, Crivella 18%, e Lindberg tinha 11%.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada:
Anthony Garotinho (PR) - 25%
Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 25%
Marcelo Crivella (PRB) - 19%
Lindberg Farias (PT) - 12%
Tarcísio Motta (PSOL) - 2%
Dayse Oliveira (PSTU) - 1%
Ney Nunes (PCB) 0%
Brancos e nulos - 10%
Não sabem - 6%

A pesquisa do Datafolha foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo" e realizada entre os dias 8 e 9 de setembro com 1.348  eleitores em 32 cidades do Estado do Rio. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de três pontos prevista.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com os números  RJ-00034/2014 e BR-00584/2014.

Rejeição
Anthony Garotinho  permanece o candidato com maior rejeição entre os eleitores, com 46% - na pesquisa anterior estava com 44%. Na sequência aparece Lindberg Farias com 25% - tinha 20% na na última. A de Marcelo Crivella aumentou 14% para 20% na atual pesquisa. A rejeição a Pezão também subiu, de 17% na semana passada para 19% nesta pesquisa. Também aumentou a rejeição à candidata Dayse Oliveira, que tinha 14% e agora 16%. A deNey Nunes (PCB) diminuiu de 15% para 14% na atual pesquisa. A de Tarcísio Mottamanteve-se em 15%.

Segundo turno
Na simulação de um segundo turno, o candidato Anthony Garotinho perderia paraLuiz Fernando Pezão. Garotinho teria 35% dos votos (tinha 36%) enquanto Pezão teria 47% (tinha 45%). Votos nulos ou em branco chegam a 16% (mesmo índice anterior) e indecisos somam 2% (era 3%).

Neste cenário, Pezão tem mais vantagens, sobretudo, entre os eleitores de Lindberg (o peemedebista teria 51% enquanto Garotinho 25% destes votos). Pezão também teria a maioria de votos entre os católicos (56% a 29% que votariam em Garotinho), entre os mais escolarizados (60% a 17% dos eleitores de Garotinho), entre os mais ricos (59% a 23% que direcionam voto ao Garotinho), entre os moradores de municípios com mais de 500 mil habitantes (50% a 30% dos que votariam em Garotinho), entre os moradores da capital (55% a 25% dos votos apontados para Garotinho). Garotinho obteria vantagens entre os evangélicos pentecostais (49% a 37% dos que votariam em Pezão) e entre os evangélicos não pentecostais (46% a 34% dos eleitores de Pezão)
.
Atualização para correção de título;

RECIPROCIDADE OU "EU ORO POR VOCÊ..."


Em matéria publicada hoje em sua versão on line (aqui), a Veja aponta a IMBEG como uma das mais generosas doadoras para a campanha do candidato ao PR ao Governo do Estado, Anthony Garotinho, marido da prefeita de Campos dos Goytacazes que tem a empreiteira como uma das favoritas para obras no município.
De acordo com a revista, a IMBEG teve um "contrato elevado para  R$ 23.519.044.81 em 22 de julho deste ano". Errado: o valor é referente ao aditamento do contrato inicial, no valor de R$ 56.642.979,58,  ou seja, só para esta obra (que ainda não está pronta), a IMBEG já levou quase R$ 80 milhões (reveja aqui) . Perto disso, os R$ 500 mil que a empreiteira doou para campanha de Garotinho é merreca.
Aliás, a empreiteira é a mesma responsável pelas obras da urbanização da  Beira-Valão.Veja abaixo.

Contrato inicial para duplicação de parte da Campos-Farol (até Goitacazes): R$ 56.642.979,58

Quinto adivivo aumentou a obra em mais R$ 23.519.044,84 assinado em 22/7/2014 e publicado em 14/08/2014
Obra da Beira Valão depois foi aditada para pelo menos mais R$ 3 milhões  (aqui)

Aditivo da obra da Beira Valão publicado em 24/04/2013 meses após a obra ser inaugurada (aqui)


Sobre o assunto veja também no Blog do Bastos (aqui).


terça-feira, 9 de setembro de 2014

IBOPE:PEZÃO CHEGA A 25% E ENCOSTA EM GAROTINHO, ESTAGNADO EM 26%

09/09/2014 19h02 - Atualizado em 09/09/2014 19h22

Garotinho tem 26%, Pezão, 25%, e Crivella, 17%, aponta Ibope

Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 1.806 eleitores entre os dias 5 e 8.

Do G1 Rio
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (9) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Rio de Janeiro:
Anthony Garotinho (PR) – 26%
Luiz Fernando Pezão (PMDB) – 25%
Marcelo Crivella (PRB) – 17%
Lindberg Farias (PT) – 9%
Dayse Oliveira (PSTU) - 0%*
Ney Nunes (PCB) – 0%*
Brancos e nulos: 14%
Não sabe: 6%

* Cada um dos sete indicados com 0% não atingiu 1% das intenções de voto; somados, eles têm 2%
No levantamento anterior, realizado pelo instituto nos dias entre os dias 30 de agosto e 1 de setembro, Garotinho tinha 27%, Pezão 19% e Crivella 17%. 
A pesquisa foi contratada pela TV Globo e realizada entre os dias 5 e 8 de setembro. Foram entrevistados 1.806 eleitores em 56 municípios do estado.  A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.
A pesquisa está registrada registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro sob registro nº RJ-00033/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo nº BR-00567/2014.

- Não sabe - 28%
Pesquisa espontânea

Na parte da pesquisa em que os entrevistadores do Ibope perguntaram ao eleitor em quem votará (sem apresentar a ele a relação de candidatos), 28% deles não sabem ou preferem não
dizer em quem votariam para governador
. Veja abaixo:
- Garotinho: 18%
- Pezão: 18%
- Crivella: 10%
- Lindberg Farias: 5%
Segundo turno
O Ibope fez uma simulação de segundo turno entre Anthony Garotinho e Luiz Fernando Pezão. Os resultados são os seguintes:

- Pezão: 40-
-Garotinho: 33%
Rejeição
O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é de Anthony Garotinho, que tem 39%. Na sequência aparecem Pezão (18%), Lindberg (19%), Crivella (15%).

domingo, 7 de setembro de 2014

EIS O GAROTINHO MAIS "MADURO".

Folha da Manhã, 07/09/2014 páginas 2 e 3 e aqui

“Sofro perseguição da Globo”

Alexandre Bastos e Mário Sérgio Junior
“Enfim, a vida vai nos amadurecendo e aprendemos sempre mais com ela”, diz o deputado federal Anthony Garotinho (PR), ao comentar sobre as diferenças entre o Garotinho de hoje e o que disputou e venceu a eleição pelo governo do estado há 16 anos. Em entrevista à Folha, o candidato comentou sobre temas polêmicos como apreensões de material de campanha, mistura entre público e privado, condenação por formação de quadrilha, terceirizações e “bacanal eleitoral”.
Mesmo alegando estar “mais maduro”, Garotinho não abandonou o estilo “franco atirador” que o fez ficar conhecido no rádio. Para o candidato, sua condenação por formação de quadrilha “faz parte de um plano elaborado e executado por Cabral e seus seguidores (...) Hoje ninguém tem dúvidas do massacre que eu sofri na mídia por puro preconceito em relação a minha forma de governar, priorizando os mais pobres”.
O candidato também falou de suas propostas para o Estado do Rio. Uma delas diz respeito a preservação do rio Paraíba do Sul, que passa por um impasse entre Rio e São Paulo devido a um projeto de transposição do rio feito pelo governo paulista. Para Garotinho, a legislação e diretrizes da Agência Nacional de Águas (ANA) devem ser cumpridas, assim como o peso político do Comitê das Bacias Hidrográficas precisa ser aumentado. Ele também falou sobre a Segurança Pública, ressaltando que irá intensificar o policiamento ostensivo, e sobre suas estratégias para “recuperar” a economia do Estado.
Em relação às pesquisas que mostraram Garotinho com os mais altos índices de intenções de voto e de rejeição no Estado, o candidato afirmou: “resultado pra valer em eleição, a gente só tem nas urnas”.
Folha da Manhã – Nas últimas semanas a equipe de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) apontou irregularidades e apreendeu materiais de sua campanha em Campos e no Rio. Além disso, o Centro Cultural que leva o seu nome foi lacrado após os fiscais encontrarem fraldas e uma listagem com nomes de grávidas. O senhor considera que tudo não passa de perseguição ou admite que membros do seu grupo possam ter cometido alguns excessos?
Anthony Garotinho – O TRE está atuando de maneira intensa e já recolheu material de todos os candidatos, na capital e no interior. E às vezes joga para a mídia. Claro que, nesse cenário, há espaço para excessos. Mas, é preciso entender precisamente o que é abuso ou crime eleitoral e o que é campanha. No caso de Campos não é diferente. Outra questão é que numa movimentação tão grande como uma campanha eleitoral estadual ninguém consegue controlar todas as pessoas o tempo todo.
  
Folha – Em Campos, foram encontrados materiais de campanha do seu grupo em uma Unidade Básica de Saúde, que chegou a gerar a exoneração da diretora, e também em uma empreiteira que presta serviços à Prefeitura, que é governada pela sua esposa. Como um crítico ferrenho da mistura entre público e privado, qual a sua posição sobre esses episódios?
Garotinho – Continuo criticando. Mas, as questões sobre material encontrado nesses lugares devem ser respondias pelos responsáveis. Como eu posso ser responsabilizado por ações individuais de outras pessoas. Seria um absurdo!

Folha – Durante entrevista ao RJ TV o senhor afirmou “estranhar” a condenação por formação de quadrilha e apontou uma suposta ligação entre o irmão do juiz que o condenou e o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). A Justiça Federal, por meio de nota, lembrou que a sentença está no STF, pois o Ministério Público Federal recorreu para aumentar a pena. A nota também informou que o irmão do juiz, um policial, passou pelos governos Marcello Alencar, Garotinho, Benedita e Rosinha. Afinal, quem tem razão: o senhor ou a Justiça Federal?
Garotinho – Essa ação, assim como tantas outras, faz parte de um plano elaborado e executado por Cabral e seus seguidores. Hoje ninguém tem dúvidas do massacre que eu sofri na mídia por puro preconceito em relação a minha forma de governar, priorizando os mais pobres, o que assusta os poderosos cheios de interesse no orçamento do Estado. A verdade é que eu recorri da sentença que me obrigou a doar cestas básicas. Agora acompanhe meu raciocínio. Como posso ser acusado por formação de quadrilha e obrigado a doar cestas básicas ? Fica claro que não há nada no processo que me envolva nisso. Mas, assim mesmo, tentam prejudicar minha imagem.

Folha – Em entrevista ao RJ TV 2ª Edição, da TV Globo, o senhor se recusou a responder a pergunta de como conseguiria cumprir a promessa de, se eleito, construir 90 quilômetros de trilhos, se em quase oito anos de gestão o senhor e Rosinha haviam construído menos de dois quilômetros. Segundoa emissora, informações passadas pela concessionária que administra o metrô deram conta de que a distância entre as estações Cardeal e Arcoverde é de 1.939 metros. O senhor também se recusou a falar sobre compras de trens para o metrô. Afinal, independentemente da compra de trens, quantos quilômetros de trilhos foram construídos no período em que o senhor e sua esposa foram governadores do Estado?
Garotinho – Todo mundo sabe das perseguições que sofro das Organizações Globo. Só estou conseguindo dar entrevistas na emissora, porque ela é obrigada a dar esse espaço a todos os candidatos para cumprir a lei .  Você sabe, eu não recuso responder a nada. Na Globo o jornalista quer falar mais que o entrevistado. Na verdade, compramos 20 trens coreanos novos, ao custo de 100 milhões de dólares, com sistema de refrigeração computadorizado e capacidade para transportar 1.300 passageiros. No governo Garotinho, o metrô do Rio chegou a Copacabana, na Zona Sul, com a construção do trecho entre a Praça Cardeal Arcoverde e a Rua Siqueira Campos. E no governo Rosinha foi inaugurada a Estação Cantagalo, também em Copacabana. Em nossas administrações, a utilização do Metrô e Supervia cresceu 30,2%. Essa é a verdade . Agora Vou levar o metrô até a Baixada Fluminense usando o trajeto da Via Light, seguindo da Pavuna para São João de Meriti , Nilópolis, Belford Roxo e Nova Iguaçu. Vamos construir ainda a linha três, que liga Itaboraí , São Gonçalo e Niterói.
 
Folha – Durante esta campanha o senhor tem criticado supostos benefícios para os empresários de ônibus, como a redução do IPVA. Por outro lado, mesmo admitindo que existem “bandidos” no comando das vans, promete fortalecer o transporte alternativo. Porém, em 2006, durante o governo Rosinha, o senhor enfrentou protestos e parte da classe dizia: “o Garotinho quer acabar com as vans”. O que mudou entre 2006 e 2014?
Garotinho – No meu governo os empresários de ônibus não vão dar as cartas. Os profissionais legalizados do transporte alternativo, muitos chefes de família, vão poder trabalhar. Eu fui o primeiro governador do Brasil a regulamentar o transporte alternativo. Como já disse em ou-tras oportunidades existem bandidos em todas as áreas, até na imprensa, por exemplo. Então, pode ter sim, esse tipo de gente infiltrado nas vans. Mas, ninguém pode condenartoda uma categoria em razão de alguns. Quem cassou essas autorizações e perseguiu esse setor foi o governo Cabral/Pezão. As vans, devidamente regularizadas, prestam um bom serviço nas comunidades onde os ônibus não chegam. Mas para além das vans, vou investir como disse no Metrô subterrâneo, no de superfície, nas Barcas e principalmente reavaliar essa relação do governo com os empresários de ônibus, que atualmente estão mandando nas políticas para esse setor e impedindo o desenvolvimento de outras alternativas de transporte público.
 
Folha – Em 2008 a campanha da então candidata Rosinha afirmava que iria acabar com a “farra das terceirizações” do governo Mocaiber. Agora, em 2014, o senhor usa um discurso semelhante e critica as terceirizações no Governo do Estado. Porém, na prática, as terceirizações continuam fortes em Campos. Inclusive, a Prefeitura trava uma batalha jurídica para não informar ao vereador Rafael Diniz (PPS) quantos são os terceirizados. Como garantir que o senhor não vai repetir no Estado o que ocorre em Campos?
Garotinho – A terceirização é necessária ao serviço público. Todo mundo reconhece. O que não concordamos e condenamos é o excesso e o que é ilegal. Concurso público é o melhor caminho para termos uma elite de servidores capacitados a desempenhar a sua função e bem atender à sociedade. Contratamos mais de 75 mil servidores estaduais, por meio de concursos públicos, ou seja, cerca de 30% do quadro total do funcionalismo público ativo, que em 2006 era de mais de 236 mil pessoas. Essa meta não tem fim. Tem que ser um esforço contínuo. Já o Governo Cabral-Pezão faz uma farra de contratações, chegando a terceirizar mão de obra em setores delicados como em saúde, hoje criticada também pelos próprios médicos. Essa farra vai terminar.
Folha – Em seu programa de governo o senhor promete “implementar medidas para tirar do Rio de Janeiro o título de pior Ideb do Sudeste do país”. Porém, quem tem o título de pior cidade do estado no ranking do Ideb é o município de Campos, governado pela sua esposa nos últimos seis anos [a pergunta foi feita com base na Ideb de 2012, antes da divulgação do novo índice de 2013, na sexta, no qual Campos evoluiu de último para antepenúltima pior educação básica entre os 92 municípios fluminenses]. Como fazer em todo o estado algo que seu grupo não consegue em Campos?
Garotinho – Todos sabem o estado em que estava a Prefeitura de Campos. A recuperação de estruturas públicas tão complexas como a educação não se faz do dia para a noite, depois de anos de abandono. E Rosinha assumiu esse compromisso de frente. Nunca se investiu tanto em educação como agora. É só fazer uma rápida visita nas creches modelo e escolas construídas no atual Governo. No Estado também vamos recuperar o tempo perdido. Educação vai ser uma das prioridades, como aprendemos com Brizola e Darcy Ribeiro.

Folha – Uma de suas promessas é construir 40 mil casas populares em quatro anos, sendo 10 mil por ano. O projeto é parecido com o programa habitacional Morar Feliz, cuja promessa da prefeita Rosinha era fazer 10 mil casas nos primeiros quatro anos de sua gestão  em Campos. No entanto, em seis anos de governo pouco mais da metade foi entregue. Qual será o diferencial do seu governo, se eleito, para entregar em um ano a mesma quantidade de casas que a sua esposa prometeu en-tregar em quatro e não conseguiu?
Garotinho – Você não pode comparar a estrutura do estado com a do município, começando pela grande diferença do orçamento. Mesmo assim, Campos é o município que está executando o maior programa habitacional do Brasil. Quem atrasou o Morar Feliz foi a oposição, que tentou barrar de todas as formas o início da construção das casas, com ações na Justiça. Perderam todas. Vou implantar uma ampla política habitacional no Estado. Além de construir 40 mil casas,  vamos viabilizar projetos de mutirão, incluindo material de construção de habitação populares,  seus res-pectivos projetos de saneamento e urbanização das comunidades.

Folha – O senhor é um crítico do chamado “bacanal eleitoral”, que une partidos bem diferentes apenas por mais tempo de TV ou cargos nos governos. No entanto, em Campos, 10 partidos que no estado caminham com Pezão (PP / PSC / PTB / PTN / DEM / PSDC  PHS/ PMN / PTC / PSDB) estão ao lado do governo Rosinha. A versão municipal da “suruba” está liberada?
Garotinho – Você está enganado. Quem usou o termo bacanal eleitoral foi o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Aliás, um termo que pode caracterizar o que acontece entre eles. Aqui em Campos, a eleição municipal não tem vínculo com outras eleições a que você se refere. No caso deles, foram feitas alianças de puro interesse,  em torno de nomes,  com linhas programáticas completamente diferentes.

Folha – Caso o senhor não vença a eleição, esses partidos com “vida dupla” poderiam abandonar o barco e mudar a configuração do tabuleiro político na Câmara de Campos?
Garotinho – Não trabalho com essa hipótese. Com a ajuda do povo, vamos vencer as eleições.
 
Folha – O senhor diz que a dívida do Estado, que em 2006 era da ordem de R$ 41 bilhões, hoje está em mais de R$ 80 bilhões e, em sua opinião, alcançará os R$ 100 bilhões até o final da atual administração. Quais são as suas propostas para tirar o estado do “vermelho”?
Garotinho – Quando assumi o governo do Estado em 1999 a renegociação que fiz da dívida estadual foi considerada a melhor em todo país. E olha que na época o presidente era o Fernando Henrique e eu um governador de oposição. Mas trabalhamos de forma séria e técnica e alcançamos o sucesso. Agora a situação é pior. Se de Marcelo Alencar eu peguei um Estado destruído, de Cabral e Pezão vou assumir um Estado destroçado. Muitos falam dessa parceria do governo federal com Cabral e Pezão. Mas, a verdade é que toda essa montanha de dinheiro que veio para o Rio foi na base de empréstimos e que gerou essa dívida astronômica. Cabral não governava, tanto que virou piada no Rio, e Pezão só atendia os interesses das grandes empreiteiras. Isso vai acabar. O Rio vai ter governador de direito e de fato, que vai governar olhando as prioridades e atento às contas do Estado. É difícil, mas vou recuperar.
 
Folha – Alguns adversários insinuam que o senhor pretende acabar com as UPPs. Porém, o senhor tem dito que fará reformulações. Quais são as suas propostas para a área de Segurança Pública?
Garotinho – Não é verdade. É invenção de Cabral e de Pezão.  Nunca disse que vou acabar com UPP. Mas, só UPP não combate a violência. Por isso, vou colocar policiamento ostensivo nas ruas, porque é isso que faz baixar os índices de criminalidade. O policial tem que estar na rua e não aquartelado como acontece hoje. No meu governo usei a inteligência para enfrentar a criminalidade e criei as Delegacias Legais, que é um exemplo para o país. Agora, também vou inovar, criando o Batalhão de Defesa Social, onde teremos além das forças policiais, defensores públicos, assistentes sociais, curso de pré-vestibular social e outros programas sociais que integrem a polícia com a comunidade. Vamos também melhorar a formação do policial, que hoje com apenas seis meses de treinamento é colocado na rua sem o preparo necessário.  E vamos, ainda, ainda aumentar o efetivo da Policia Militar.
 
Folha – Na área do Meio Ambiente o senhor fala em combater a poluição no rio Paraíba do Sul. Quais seriam as estratégias para preservar o Paraíba, já que a água está cada vez mais valiosa e tem gerado até embates entre estados?
Garotinho – O rio Paraíba do Sul atravessa três estados. É vital para todos eles. O que precisamos, efetivamente, é cumprir a legislação e as diretrizes da  Agência Nacional de Águas, mobilizando o apoio de toda a sociedade. É preciso aumentar o peso político do Comitê das Bacias Hidrográficas, planejar e  intensificar ações coordenadas. Vou fazer a minha parte, implantando o maior programa de saneamento já visto no Estado. Quero  garantir água de qualidade para quem ainda não tem e investir para a universalização do saneamento, transformando o Estado do Rio em exemplo e modelo para o Brasil.

Folha – A última pesquisa Datafolha, divulgada na quinta-feira, mostra sua liderança no primeiro turno, mas aponta derrotas no segundo turno em duelos com Pezão ou Crivella. Qual é a sua leitura sobre a pesquisa?
Garotinho – Já dizia o craque campista Didi: “Treino é treino, jogo é jogo”. Resultado pra valer em eleição, a gente só tem nas urnas. Estamos todos cansados de ver e constatar erros das pesquisas e a tentativa de indução do eleitor, através da manipulação de dados visando justamente criar falsas expectativas.

Folha – A pesquisa Datafolha também mostra que a sua rejeição continua sendo a maior entre os candidatos. Não corre o risco de a eleição estadual repetir as derrotas do seu grupo político em 2004 e 2006, em Campos, quando Geraldo Pudim venceu no primeiro turno e foi derrotado duas vezes no segundo turno?
Garotinho – Não existe eleição igual. Todas são diferentes. Em cada uma delas há sempre fatos mais marcantes. O que temos que entender é o sentimento do eleitor, as suas expectativas, os seus desejos e as suas necessidades. Em campanha nas ruas, em contato direto com o povo, sabemos que não só somos reconhecidos e estimados, como continuamos na direção certa ao saber de que lado estamos. E esse lado é ao lado do povo. Sem esquecer que para ser bom,  tem que ser bom para todos.
 
Folha – Não é novidade que um de seus sonhos é um dia chegar à Presidência da República. Com a possibilidade de governar o Estado mais uma vez, o senhor pretende da margem à realização desse sonho, como fez em 2002?
Garotinho – O meu projeto é voltar a ser o melhor governador do Estado do Rio. Quero fazer um governo mais humano, governando principalmente para os que mais precisam. Minha  participação na eleição para presidente em 2002 só me orgulhou. Tive mais de 15 milhões de votos em todo país, um resultado que poucos políticos conseguiram.

Folha – Quais são as principais diferenças entre o Anthony Garotinho que se elegeu governador em 1998 e este que lidera as pesquisas em 2014?
Garotinho – A experiência. E conta muito. Afinal já fui governador, prefeito duas vezes, deputado, secretário de Estado, candidato a presidente da República com mais de 15 milhões de votos... Enfim, a vida vai nos amadurecendo e aprendemos sempre mais com ela. E em meu caso, é essa experiência acumulada e comprovada que estamos colocando à disposição do povo, para governar para quem precisa. Mas, sem esquecer que, para ser bom, é preciso ser bom para todos.
07/09/2014 11:06

ROSINHA NÃO VAI AO DESFILE NO CEPOP. GUARDAS DEMITIDOS PROTESTAM COM CAIXÃO ROSA

Do Blog de Erik Shunk (aqui):

ROSINHA FOGE DESFILE E DA VERGONHA DO IDEB. E NÃO VÊ MANIFESTAÇÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS

Cepop-07/09/2014 -Guarus protestam contra Rosinha Garotinho,que não compareceu
A prefeita Rosinha Garotinho não compareceu ao desfile da Independência hoje de manhã no Cepop. Preferiu o modelito de cabo eleitoral do marido em carreatas pelas cidades vizinhas.
Com a ausência Rosinha se escondeu da vergonhosa posição que ficou a Educação Municipal no IDEB (Índice de Desenvolvimento Básico da Educação),que passou do último para o penúltimo lugar no Estado e,além disso, fugiu do protesto dos  guardas municipais demitidos ilegalmente e que levaram um caixão rosa para o CEPOP.
Vai fugir até quando de suas responsabilidades, hein, dona Rosinha?

DESFILE DE INDEPENDÊNCIA COMEÇA DAQUI A POUCO NO CEPOP

Do Portal da Secom/PMCG

O desfile cívico-militar oficial pelas comemorações dos 192 anos de Independência do Brasil, em Campos, será realizado neste domingo (7), no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop). O dia será marcado pela marcha de 32 instituições, incluindo as tropas militares, secretarias, entidades e unidades escolares. A solenidade de abertura, com o hasteamento da bandeira e a execução do Hino Nacional, está marcada para as 8h, com a presença da prefeita Rosinha Garotinho, que fará o percurso em um carro militar.

Em seguida, começam as apresentações, tendo como referência o tema “A multiculturalidade das etnias e manifestações de nossa gente: uma torrente de belezas, riquezas e diversidade”. Toda a estrutura dos desfiles pela Semana da Pátria está sendo montada pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes (Smece) em parceria com demais secretarias.

Conforme a tradição, os Expedicionários abrem a marcha cívica, seguida pelas apresentações do 56º Batalhão de Infantaria (BI), 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM), 5º Grupamento de Bombeiro Militar, Guarda Civil Municipal, Moto Clube de Campos e a Sociedade Musical Lira Guarani.

Na sequência, os secretários municipais e secretarias, fundações a Coesa, os desbravadores e escolas municipais, estaduais e particulares, o Instituto Federal Fluminense (IFF), a Força Jovem Universal. A Gerência de Educação Física da Smece, organizadora do evento, fecha o desfile no domingo.

Atualização: ao contrário do anunciado pela Secom, a prefeita não compareceu.