terça-feira, 30 de setembro de 2014

CANDIDATOS AO GOVERNO DO RJ SE ENFRENTAM DAQUI A POUCO, NA GLOBO



A Globo promove nesta terça-feira (30), logo após a novela ‘Império’, o debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro. Mediado pela jornalista Ana Paula Araújo, o debate terá a participação dos cinco candidatos de partidos com representação na Câmara dos Deputados: Anthony Garotinho (PR), Lindberg Farias (PT), Luiz Fernando Pezão (PMDB), Marcelo Crivella (PRB) e Tarcísio Motta (PSOL).

O debate, que será transmitido também em tempo real pelo G1, terá quatro blocos. O primeiro e o terceiro serão de temas livres escolhidos pelo candidato que faz a pergunta; o segundo e o quarto, de temas determinados por sorteio feito pela mediadora no momento do debate. Pela dinâmica, serão 30 segundos para formulação da pergunta, um minuto e 30 segundos para a resposta, um minuto para réplica e um minuto para tréplica.
Apenas no primeiro bloco, todos os candidatos terão que ser perguntados uma vez. Nos blocos seguintes, cada candidato poderá ser escolhido para responder a, no máximo, duas perguntas. Ao final do quarto bloco, cada candidato terá um minuto e meio para fazer suas considerações finais. Por ordem definida por sorteio, Anthony Garotinho será o primeiro, seguido de Tarcísio Motta, Marcelo Crivella, Luiz Fernando Pezão e Lindberg Farias.

Em caso de ausência de algum candidato, seu lugar permanecerá vazio com uma placa que o identifique pelo nome.

Com informações do G1.

TRE NEGA DEVOLUÇÃO DE MATERIAL DA "PALAVRA DE PAZ" APREENDIDO EM SÃO CRISTÓVÃO



Do TRE-RJ
30/09/2014 - 18:37

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro vai permanecer com a guarda do material apreendido no centro de distribuição de mercadorias da empresa Palavra de Paz Produções Ltda., que tem o candidato ao governo Anthony Garotinho (PR) como sócio majoritário. Na sessão desta segunda-feira (29), o plenário negou a devolução de seis torres de computador, um notebook, documentos e oito caixas com produtos comerciais da loja virtual da Palavra de Paz, com o argumento de que há indícios da distribuição de brindes a eleitores nas "Caravanas de Paz", evento com "conotação eleitoral" realizado pela empresa.


Em 22 de agosto, a fiscalização do TRE-RJ fez a operação no galpão da Palavra de Paz, em São Cristóvão, Zona Norte, quando também foram apreendidas placas com tiragem declarada inferior à quantidade encontrada, faixas em tamanho superior aos 4m² permitidos, além de três carros de som da campanha de Garotinho. O local armazena produtos da loja virtual "Palavra de Paz", mas foi cedido para guardar e distribuir propaganda do candidato do PR. Foram encontrados ainda agendas, livros infantis, chinelos e outros produtos com o logotipo da loja Palavra de Paz.
Processo relacionado: MS 395177

veja mais aqui

DILMA CONSOLIDA LIDERANÇA, MAS QUEDA DE MARINA PODE LEVAR AÉCIO AO 2º TURNO

Do G1

30/09/2014 18h59 - Atualizado em 30/09/2014 19h17

Dilma tem 40%, Marina, 25%, e Aécio, 20%, aponta pesquisa Datafolha

Em simulação de segundo turno, Dilma tem 49% e Marina, 41%.
Instituto ouviu 7.520 eleitores nos dias 29 e 30 de setembro.

Do G1, em São Paulo
Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (30) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:
Dilma Rousseff (PT): 40%
Marina Silva (PSB): 25%
Aécio Neves (PSDB): 20%
Pastor Everaldo (PSC): 1%
Luciana Genro (PSOL): 1%
Eduardo Jorge (PV): 0%*
Zé Maria (PSTU): 0%*
Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
Eymael (PSDC): 0%*
Levy Fidelix (PRTB): 0%*
Mauro Iasi (PCB): 0%*
- Branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%
* Cada um dos seis indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%.
No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 26, Dilma tinha 40%, Marina, 27%, e Aécio, 18%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".
Segundo turno
O levantamento divulgado nesta terça indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 49% das intenções de voto e a do PSB, 41%. Na semana passada, Dilma tinha 47% e Marina, 43%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 50% a 41% (50% a 39% na semana anterior).
O Datafolha ouviu 7.520 eleitores em 311 municípios nos dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00905/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:
- Dilma Rousseff : 35%
- Marina Silva: 20%
- Aécio Neves: 16%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 22%
Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os números:
- Dilma Rousseff: 31%
- Marina Silva: 25%
- Aécio Neves: 23%
- Pastor Everaldo: 22%
- Levy Fidelix: 20%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 18%
- Luciana Genro: 16%
- Rui Costa Pimenta: 15%
- Eduardo Jorge: 15%
- Mauro Iasi: 14%
Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 39% dos entrevistados – eram 37% no levantamento anterior, divulgado no último dia 26. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como "ótimo" ou "bom".
Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 23%, segundo o Datafolha (ante os 22% da semana passada). Para 37%, o governo é "regular" (eram 39% no levantamento anterior).
O resultado da avaliação é:
- Ótimo/bom: 39%
- Regular: 37%
- Ruim/péssimo: 23%
- Não sabe: 1%
A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 6,1 (a mesma da semana anterior).
Datafolha - completa (Foto: Arte/G1)

IBOPE PARA O GOVERNO DO RIO: PEZÃO 31 % , GAROTINHO 24 % E CRIVELLA 16%




Do G1 (aqui):

Pezão tem 31%, Garotinho, 24%, e Crivella, 16%, aponta Ibope

Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 27 e 29 de setembro.


Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (30) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Rio de Janeiro:

Luiz Fernando Pezão (PMDB) - 31%
Anthony Garotinho (PR) – 24%
Marcelo Crivella (PRB) - 16%
Lindberg Farias (PT) – 9%
Tarcísio Motta (PSOL) – 1%
Dayse Oliveira (PSTU) – 1%
Ney Nunes (PCB)  - 0%
Brancos e nulos –  12%
Não sabem ou não responderam -  6%
No levantamento anterior, realizado pelo instituto entre os dias 20 e 22 de setembro, Pezão tinha 29 %, Garotinho tinha 26% e Crivella 17 %.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores entre os dias 27 e 29 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada registrada no TRE sob o nº RJ-00048/2014 e no TSE sob o nº BR-00897/2014.
Pesquisa espontânea
Na parte da pesquisa em que os entrevistadores do Ibope perguntaram ao eleitor em quem votará sem apresentar a ele a relação de candidatos, com resposta espontânea, o resultado foi:
Pezão: 26%
Garotinho: 20%
Crivella: 10%
Lindberg: 7%
Tarcísio: 1%
Branco/nulo: 14%
Não sabe: 21%

No levantamento anterior, os números eram 24% (Pezão), 21% (Garotinho), 11% (Crivella), 6% (Lindberg) e 23% (Não sabe).

Segundo turno
O Ibope fez três simulações de segundo turno. Os resultados são:
- Pezão: 46%
- Garotinho: 31%
- Branco/nulo: 17%
- Não sabe: 6%
- Pezão: 43%
- Crivella: 32%
- Branco/nulo: 17%
- Não sabe: 8%
- Crivella: 37%
- Garotinho: 32%
- Branco/nulo: 23%
- Não sabe: 7%
Rejeição
O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos, ou seja, em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. O resultado foi: Garotinho (40%), Lindberg (20%), Pezão (16%), Crivella (14%), Ney Nunes (11%), Dayse (10%), Tarcisio (9%); 9% disseram que poderiam votar em todos, e 17% não souberam ou não responderam.
Aprovação do governo
A aprovação do governador Luiz Fernando Pezão é de 30%: a gestão foi considerada ótima por 5% dos entrevistados e boa por outros 25%. Já 38% dos entrevistados consideraram a administração regular, 12% avaliaram o governo como ruim, e 11% como péssimo. Não souberam responder ou não responderam somaram 10%. 

NOVA PESQUISA IBOPE DEVE CONFIRMAR LIDERANÇA DE PEZÃO

18:28 \ Eleições 2014Ibope no Rio: Pezão amplia vantagem sobre Garotinho no segundo turno

Pezão: subindo nas pesquisas
Pezão: subindo nas pesquisas
O Ibope divulga logo mais uma nova pesquisa de intenção de votos para o governo do Rio de Janeiro. Por ela, todos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro – Luiz Fernando Pezão para cima e Anthony Garotinho e Marcelo Crivella para baixo.
Aos números: Pezão aparecerá com 31% das intenções de votos (tinha 29% na semana passada); Garotinho, com 24% (tinha 26%), Crivella, 16% (tinha 17%). Já Lindberg Farias oscilou de 8% para 9%.
Na simulação do segundo turno, Pezão ampliou a vantagem para Garotinho. Antes era de 43% a 33%. Agora de 46% a 31%.
Por Lauro Jardim - Veja on line (aqui).

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

SEQUESTRADOR DE BRASÍLIA TINHA ARMA E EXPLOSIVOS FALSOS



Do G1:
O sequestrador que invadiu o hotel Saint Peter no centro de Brasília e manteve um funcionário como refém por mais de sete horas se entregou às 16h desta segunda-feira (29), segundo a polícia. Ele foi levado à 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte.

O refém deixou o hotel em um carro de polícia e passou despercebido por hóspedes e curiosos que acompanhavam o caso na rua em frente. Segundo a polícia, o funcionário foi direto para casa acompanhado da esposa. Ele estava calmo e não precisou de atendimento médico.
De acordo com a polícia, a arma e os cilindros amarrados à cintura do refém não continham material explosivo.
Segundo o comandante do Esquadrão de Bombas da Polícia Militar do Distrito Federal, capitão Lúcio Flávio Teixeira Júnior, o material era composto por canos de PVC recheados com massa epoxi, serragem e terra.
Um helicóptero da Polícia Civil sobrevoava o hotel no momento em que as negociações terminaram. Segundo o delegado Paulo Henrique Almeida, o homem teria solicitado uma bandeira do Brasil para usar sobre os ombros no momento da rendição, mas se entregou com medo de ser alvejado pelos policiais. "Ele percebeu que a única saída era a rendição. Graças a Deus a vítima está bem."
O homem pode ser indiciado por cárcere privado, cuja pena é de um a três anos de reclusão. Dependendo do resultado da perícia, ele pode ser indiciado por outros crimes – se a suposta dinamite no colete do mensageiro do hotel forem verdadeiros, por exemplo, ele vai responder por posse de material explosivo, cuja pena vai de três anos a seis anos de prisão.

EM PROTESTO CONTRA LEVI FIDELIX, MOVIMENTO LGBT PROMOVE "BEIJAÇO" EM SP

Do Estadão (aqui)
por Mateus Coutinho

Menos de um dia após as manifestações homofóbicas do candidato à Presidência Levy Fidelix (PRTB) simpatizantes da causa LGBT organizaram um “Beijaço” no vão do Masp, na Avenida Paulista, marcado para às 17h desta terça-feira, 30 em resposta ao candidato do PRTB.
“Queremos fazer um ato que mostre que não aceitamos que esse tipo de discurso homofóbico do Levy possa ser dito com tanta naturalidade em rede nacional! É um absurdo que um presidenciável incite o ódio desse jeito, em um período em que todos os dias estamos vendo nas notícias a morte de gays, lésbicas, travestis e pessoas transexuais!”, diz o texto da página do evento, que até o fim da manhã desta segunda já contava com 3,9 mil participantes confirmados.
“Levy, vai ter LGBT se beijando na Paulista e vai SER LINDO!!!”, segue o texto da página do evento intitulado “Beijaço LGBT na Paulista: resposta ao candidato Levy Fidelix.”
Debate. Durante o debate realizado na noite de domingo, o candidato do PRTB, ao ser questionado pela candidata Luciana Genro (PSOL) sobre porque “as pessoas que defendem tanto a família se recusam a defender como família um casal do mesmo sexo”, respondeu com duras críticas e ofensas à comunidade LGBT. “Olha minha filha, tenho 62 anos e pelo que eu vi na vida dois iguais não fazem filhos”, disse Fidelix que chegou a afirmar ainda que “aparelho excretor não reproduz”.
“O Brasil tem 200 milhões de habitantes, daqui a pouquinho vai reduzir para cem. Vai para a Paulista e anda lá e vê, é feio o negócio, né? Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer que ‘sou pai, mamãe, vovô’, e o mais importante, é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá”, afirmou o candidato.
Justiça. Além do evento criado na rede social, o deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ) um dos principais apoiadores da comunidade LGBT no Congresso divulgou nota em seu perfil oficial do Facebook afirmando que vai avaliar a possibilidade de entrar com uma representação contra Fidelix na Justiça. “Vou avaliar junto à assessoria jurídica se é possível representar contra o candidato na Justiça por sua ofensa a uma coletividade e por estimular a violência contra esta (coletividade)”, diz a nota.

IFF PROMOVE ATO CONTRA A VIOLÊNCIA E EM HOMENAGEM A ALUNO ASSASSINADO




O Instituto Federal Fluminense realizará ATO PÚBLICO a Favor de uma Cultura de Paz e pela Vida, na próxima sexta-feira, 03 de outubro, às 17h. A concentração será na Concha Acústica, no pátio do campus Campos Centro, em Campos dos Goytacazes-RJ.
Nesta segunda-feira, 29, o Instituto divulgou um manifesto intitulado “Queremos nossas juventudes vivas”, em repúdio à morte do aluno Deison da Hora. O estudante foi assassinado na última sexta-feira, 26 de setembro, em uma tentativa de assalto, na Av. 28 de março, ao lado do ginásio de esportes do campus.
“Perplexidade, tristeza, choque, comoção e lágrimas marcaram, em gritante dor, a sexta-feira, 26 de setembro, no IFFluminense...Não podemos aceitar que a violência, esta faminta máquina de 'moer' vidas se aproxime de nosso esperançoso exercício de convivência. Não queremos aceitar que DEISON WALACE PERES DA HORA teve seus sonhos e expectativas silenciados, aos 18 anos, por quatro criminosos disparos... EXIGIMOS, em alta e uníssona voz de todos os servidores do IFFluminense, EXIGIMOS: QUEREMOS NOSSAS JUVENTUDES VIVAS!”, diz o manifesto.
O Instituto publicou a Portaria nº 454 de 26 de setembro de 2014 decretando luto oficial de três dias.

Da Ascom/IFF-Campos

domingo, 28 de setembro de 2014

OBJETO DE RECLAMAÇÃO DOS SERVIDORES DA PMCG, UH SAÚDE RECEBE R$ 1,2 MILHÃO POR MÊS

Os servidores municipais não estão satisfeitos com o Plano de Saúde UH para o qual foram transferidos compulsoriamente por decisão do governo Rosinha. Veja aqui algumas reclamações no Blog do confrade Cilênio Tavares.
 O mesmo não se pode dizer do Plano de Saúde, que vem recebendo, religiosamente, pelos serviços que tanto desagradam os "beneficiários". No último dia 23, por exemplo o UH (União Hospitalar - Operadora Planos de Saúde Ltda), recebeu da Prefeitura de Campos R$ 1.201.672,47 já descontado imposto municipal. Ordem de pagamento 2014OB17826 0 processo 20140040059894, conforme destaque abaixo printado do detalhamento de despesas da PMCG no Portal da Transparência (aqui).


Clique na imagem para ampliar.


DEBATE NA RECORD COMEÇA ÀS 22H30 DESTE DOMINGO


Além dos três principais candidatos (Dilma. Marina e Aécio), participam Luciana, Everaldo, Eduardo Jorge e Levy Fidelix



O penúltimo debate entre os candidatos à Presidência da República será neste domingo, a partir das 22:30h, na Record. O último está marcado para quinta, dia 02, na Globo.
Os candidatos que vão participar do debate de hoje são: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Everaldo Pereira (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB).A apresentação do debate ficará por conta dos jornalistas Adriana Araújo e Celso Freitas, âncoras do Jornal da Record. Farão perguntas aos candidatos ao Planalto os jornalistas Eduardo Ribeiro, da TV Record; Heródoto Barbeiro, da Record News e blogueiro do R7; Christina Lemos, da TV Record e blogueira doR7; e Nirlando Beirão, da Record News e blogueiro do R7.


CLARISSA, A FUTURA MUSA DO CONGRESSO, QUER CASAR

Apontada como candidata mais votada para deputada federal, Clarissa Garotinho, 32 anos, já é apontada como musa do Congresso e, segundo ela própria teria revelado, quer casar mas "ninguém aguenta meu ritmo".

Da coluna de Ricardo Boechat na Istoé desta semana (aqui):

Eleições 2014
Bela estreia
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Disputando primeiro mandato para a Câmara dos Deputados, Clarissa Garotinho(PR) tem tudo para ser uma das musas na nova Legislatura, em Brasília. Pesquisa do Instituto Informa para o PMDB fluminense, na quarta-feira 24, revelou que a novata política será a mais votada nessas eleições no Estado do Rio. Seu potencial é 363 mil votos. A seguir vieram Jair Bolsonaro (PP – 221 mil votos) e Chico Alencar (PSOL – 128 mil).

Da Coluna de Fernando Molica, deste domingo em O Dia:

Lá vem a noiva 
Num intervalo do debate da Record, a deputada Clarissa Garotinho soltou a declaração mais impactante da noite. “Eu quero me casar, mas ninguém aguenta o meu ritmo.”

sábado, 27 de setembro de 2014

DEBATES NA RETA FINAL



Faltando uma semana para o primeiro turno, as atenções se voltam para os últimos debates programados pelas redes de TV Globo e Record nesta reta final.

Domingo, 28/09 - RECORD - Candidatos a Presidente
Terça, 30/09 - GLOBO - candidatos ao Governo do Rio
Quinta, 02/10 - GLOBO - Candidatos a Presidente

PROPAGANDA IRREGULAR DE DILMA E GAROTINHO APREENDIDA EM CAMPOS

De O Dia (aqui):


26/09/2014 23:20:35

Material foi confiscado em Campos porque não constava o nome do vice do PR

CONSTANÇA REZENDE
Rio - Cerca de mil cavaletes da presidenta Dilma Rousseff com o postulante ao governo do Rio Anthony Garotinho (PR) e a foto do candidato a deputado federal Paulo Feijó (PR) foram apreendidos pela Justiça Eleitoral, na noite de quarta-feira, em Campos. O material, considerado irregular por fiscais do TRE por não ter o nome do vice de Garotinho, Marcio Garcia, foi confiscado quando era transportado por uma carreta. A propaganda foi levada para duas salas do comitê de Feijó, no centro da cidade, e foram lacradas por decisão judicial.
Pela resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a propaganda dos candidatos a presidente e a governador deve ter o nome de seus vices. A mesma norma também determina que os candidatos a senador têm que apresentar o nome de seus suplentes, de modo claro e legível.


Carreta transportava material adquirido pela campanha da presidenta, que deveria ser entregue em São Cristóvão, no Rio, mas acabou em Campos
Foto:  Divulgação

A ocorrência será analisada pelo Ministério Público Eleitoral e pela Justiça Eleitoral. Os órgãos também deverão investigar os motivos pelos quais a nota fiscal do material, da empresa Arte Visao Van Gogh Comércio de Produtos Promocionais LTDA, dizia que o material seguiria para o Rio, no bairro de São Cristóvão, mas foi parar em Campos. 
A base eleitoral de Feijó, aliado de Garotinho, fica em Campos, São Fidélis e em outras cidades do entorno. De acordo com as notas fiscais apreendidas, o material custou R$ 45 mil e foi adquirido pela campanha da presidenta Dilma Rousseff.
Segundo o comitê do candidato Paulo Feijó, o material comprado pela campanha de Dilma foi doado ao candidato a deputado federal. Garotinho também recebeu, recentemente, propaganda junto com a presidenta Dilma. Ontem, era possível ver diversos cavaletes dos dois em Nova Iguaçu, com a marca “Muda Mais”, adotada pela petista na campanha à reeleição. Até à noite desta sexta, os advogados de Feijó ainda não tinham entrado com recurso na justiça eleitoral para a liberação do material.

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS FAZ HOMENAGEM AO CENTENÁRIO DE JOSÉ CÂNDIDO DE CARVALHO




Academia Brasileira de Letras realizará, no dia 2 de outubro, quinta-feira, às 17h30min, no Salão Nobre do Petit Trianon – Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo –, mesa-redonda em homenagem ao centenário de nascimento dos Acadêmicos José Cândido de Carvalho e Geraldo França de Lima, sob coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, Secretário-Geral da ABL. Os Acadêmicos Murilo Melo FilhoCícero Sandroni e Merval Pereira farão parte da mesa.
O evento será transmitido ao vivo pelo portal da ABL.
Saiba mais
Quinto ocupante da Cadeira 31, eleito em 23 de maio de 1974 na sucessão de Cassiano Ricardo, e recebido pelo Acadêmico Herberto Sales, em 1º de outubro de 1974, José Cândido de Carvalho, jornalista, contista e romancista, nasceu em Campos, no Rio de Janeiro, em 5 de agosto  de 1914. Faleceu em Niterói, no dia 1º de agosto de 1989.
Admirador de Rachel de Queiroz e José Lins do Rego, começou a escrever, em 1936, o romanceOlha para o céuFrederico!, publicado em 1939. Concluiu seus preparatórios no Liceu de Humanidades de Campos e em Direito, em 1937, pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro.
Somente depois de 25 anos do primeiro romance, José Cândido publicou, em 1964, o romance O coronel e o lobisomem, uma das obras-primas da ficção brasileira, que teve imediatamente grande sucesso e chegou à 41ª edição, em 1966. Logo depois, foi editado em Portugal e traduzido para o francês e o espanhol. Obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, e o Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil.
Sexto ocupante da Cadeira 31, eleito em 30 de novembro de 1989 na sucessão de José Cândido de Carvalho e recebido em 19 de julho de 1990 pelo Acadêmico Lêdo Ivo, Geraldo França de Lima, romancista e professor, nasceu em Araguari, Minas Gerais, no dia 24 de abril de 1914, e faleceu em 22 de março de 2003,no Rio de Janeiro.

Do portal da ABL (aqui).

MAIS UM SEMÁFORO AMEAÇADO DE CAIR

Mais um semáforo ameaça cair na cabeça das pessoas em Campos. Além do que foi informado aqui ontem, na subida da ponte General Dutra, veja mais um na matéria abaixo Do jornal Terceira Via on line (aqui):



Data: 27/09/2014 - 00:01:01

Semáforo na Avenida Arthur Bernardes ameaça cair e assusta população

Estrutura está desparafusada, com fios soltos e balança, principalmente quando passa caminhão em alta velocidade

Quem passa pela Avenida Arthur Bernardes, no cruzamento com a Rua São Linon, no bairro Parque Aurora, se depara com um semáforo em precárias condições. Além de não funcionar, toda estrutura que está comprometida ameaça cair. Segundo comerciantes do local, somente nesta sexta-feira (26 de setembro), o semáforo foi avaliado cinco vezes por técnicos da Empresa Municipal de Transportes (Emut) e nada foi resolvido.

O dono de uma perfumaria, Sérgio Ribeiro, de 46 anos, contou que uma escora caiu e quase matou um senhor de idade que estava na calçada. “O semáforo está desparafusado, com fios soltos e balança muito, principalmente quando passa caminhão em alta velocidade. Isso é um absurdo. A qualquer momento pode cair e causar uma tragédia”, questionou.

O ciclista Leonardo Gomes costuma passar com a filha, de um ano e para não passar pelo semáforo prefere fazer um desvio. “Quando vi o semáforo nessas condições não acreditei. Se isso cair mata uma pessoa na hora”, disse.

De acordo com o diretor de projetos Viários do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), Paulo Dias, um caminhão  bateu no semáforo e danificou o equipamento, mas as providencias já estão sendo tomadas para resolver a situação.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

GAROTINHO CONTESTA DATAFOLHA E DIZ QUE VENCE NO SEGUNDO TURNO

Do Blog do Garotinho (aqui):


O VALE-TUDO ELEITORAL

Da Revista IstoÉ que circula neste final de semana e está com a versão on line disponível aqui:


BRASIL
|  N° Edição:  2340 |  26.Set.14 - 20:30 |  Atualizado em 26.Set.14 - 20:52


Ética: um conceito cada vez mais divorciado da política
O vale-tudo eleitoral, as mentiras das campanhas, as candidaturas de políticos corruptos e os recentes escândalos nos Três Poderes expõem a crise dos valores éticos no País]

Josie Jeronimo (josie@istoe.com.br)
As primeiras eleições presidenciais depois da ditadura militar, realizadas em 1989, ficaram marcadas pela acirrada disputa entre o “caçador de marajás” Fernando Collor de Mello e o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Na reta final da campanha, quando as pesquisas apontavam empate técnico entre os dois concorrentes, Collor levou ao programa de TV o depoimento de Miriam Cordeiro. Ex-namorada de Lula, ela o acusava de ter proposto um aborto quando estava grávida de Lurian, filha do casal, na época com 15 anos.
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A cartada foi decisiva para a vitória de Collor e o episódio entrou para a história brasileira como a primeira grande baixaria política da democracia que se instalava no País. O que poderia servir de exemplo sobre práticas a serem esquecidas e condenadas pela sociedade, porém, tornou-se regra das campanhas eleitorais. Nos 25 anos seguintes à refrega de 1989, a ética e a política seguiram caminhos distintos. Sucessivos escândalos de corrupção em quase três décadas de democracia revelaram aos brasileiros uma profunda crise nos valores que deveriam nortear o comportamento dos governantes. Apesar de avanços inegáveis, como a Lei da Ficha Limpa, hoje prevalece nas campanhas e no exercício do poder um vale-tudo que contamina candidatos e instituições. Os programas dos partidos apresentados no rádio e na TV expõem ataques pessoais, acusações infundadas, mentiras e distorções sobre as propostas dos adversários. Nesta semana que antecede o dia das eleições, o jogo bruto das campanhas tende a se intensificar. Nesse ambiente de abusos, resta aos eleitores redobrar a atenção na hora do voto, método mais eficiente na tentativa de resgatar os valores éticos tão imprescindíveis a uma sociedade desenvolvida em todos os aspectos.
A tática do jogo sujo ficou tão banalizada que nem mesmo as autoridades escondem seus maus costumes. Em março do ano passado, num lampejo de sinceridade, a presidenta Dilma Rousseff revelou em um discurso feito na Paraíba sua filosofia nas disputas pelo poder: “Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição”. Pelo que se viu nas últimas semanas, Dilma e outros candidatos cumprem à risca esse ensinamento. A falta de filtros morais no jeito de fazer política se manifesta desde a negociação das coligações, acertadas na maioria das vezes em função de mais tempo nos programas de TV, até a formação dos governos, definida em função do rateio de cargos em todos os escalões. “A ética brasileira foi cunhada pelo absolutismo, que centraliza os poderes do Estado, mas que por não ser um governo totalmente legítimo precisou cativar os setores que poderiam se rebelar. Daí nasceu a troca de favores e a venda de cargos”, afirma o professor da Unicamp Roberto Romano, especialista em filosofia política e ética.
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Estudo elaborado pela ONG alemã Transparência Internacional situa o País
na 72ª posição entre 177 nações analisadas sob o critério de percepção de corrupção
Esse sentimento de subversão generalizada dos preceitos republicanos tem reflexos deletérios para a imagem do Brasil no mundo. O último estudo elaborado pela ONG alemã Transparência Internacional situa o País na 72ª posição entre 177 nações analisadas sob o critério de percepção de corrupção. Pelas projeções feitas sobre os resultados de 2014, a tendência é piorar essa classificação. “Há criminosos candidatos que não foram enquadrados pela Lei da Ficha Limpa, e escândalos como o da Petrobras impactam os avaliadores. Fica a impressão de que no setor público até os contratos de faxina têm esquema de corrupção e que sem propina nem o cafezinho é servido”, afirma Léo Torresan, presidente da Amarribo, associação que representa a organização alemã em solo brasileiro.
Os exemplos da falta de honestidade apareceram com força logo depois da primeira eleição direta para a Presidência. Em 1992, o então presidente, Fernando Collor, foi submetido a um processo de impeachment após ser alvo de denúncias de corrupção. No governo Fernando Henrique Cardoso, para aprovar a emenda constitucional que permitiu a reeleição de ocupantes de cargos executivos, deputados foram acusados de vender seus votos. Em 2005, no mais rumoroso caso de corrupção da história recente, os brasileiros foram surpreendidos com o “mensalão”, nome pelo qual ficou conhecida a transferência de dinheiro ilegal do PT para partidos aliados. O então presidente Lula se defendeu com o argumento de que se tratava de “caixa 2” de campanha, o que configura crime eleitoral, mas é disseminado por quase todas as legendas. O STF, porém, entendeu que se tratava de compra de apoio parlamentar. Com isso, foram parar na cadeia alguns figurões do PT, como o ex-ministro José Dirceu, da Casa Civil, e o ex-presidente do partido José Genoino.
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A lista de escândalos com dinheiro público, no entanto, não escolhe partidos. No ano passado, os brasileiros souberam pela ISTOÉ que, no Estado de São Paulo, durante as gestões tucanas de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin foi montado um propinoduto em que autoridades, em troca de verbas para campanhas do PSDB paulista, usavam influência política para interferir na assinatura de contratos com as empresas Alstom e Siemens para a construção do metrô. Investigações identificaram pagamento de R$ 13,5 milhões só em propinas. No Distrito Federal, o então governador José Roberto Arruda teve a carreira interrompida depois de divulgadas imagens de um vídeo que o mostraram recebendo pacotes de dinheiro ilegal. O envolvimento no caso provocou a prisão de Arruda, por dois meses, na sede da Superintendência da PF em Brasília. Apesar da imoralidade das imagens, até três semanas atrás, Arruda liderava as pesquisas para governador. Ele só decidiu desistir da disputa depois que teve a candidatura impugnada pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa. Mais recentemente, irrompeu o escândalo da Petrobras. Em depoimento sob o regime de delação premiada, o ex-diretor da estatal, hoje preso, acusou parlamentares, governadores e ministros do governo Dilma de participação de um esquema de corrupção que sangrou os cofres da Petrobras em bilhões. O próprio delator admitiu ter recebido US$ 23 milhões de uma única empreiteira.
Os métodos condenáveis não são exclusividade do Executivo e Legislativo do País. Mancham também o Judiciário. Embora não seja crime, a prática de indicar parentes para cargos de destaque se tornou corriqueira nos tribunais. É o que faz atualmente o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). Fux está empenhado em assegurar a nomeação de sua filha Marianna Fux para desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ela disputa o posto com outros 38 cidadãos com credenciais para a função. A pressão do ministro do STF ganhou repercussão nacional nos últimos dias e fez com que a OAB mudasse o processo de escolha, com o objetivo de blindar-se de possíveis críticas de favorecimento à filha do ministro. Letícia Mello, filha de outro ministro do STF, Marco Aurélio de Mello, teve sucesso em empreitada semelhante. Em abril deste ano, ela tomou posse como desembargadora no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo). Marco Aurélio afirmou, à época, que não pediu votos aos desembargadores, mas reconheceu que telefonou para agradecer a atenção que os magistrados deram à filha quando ela os visitou nos gabinetes.
"Fica a impressão de que no setor público até os contratos de faxina têm
esquema de corrupção e que sem propina nem o cafezinho é servido",
afirma Léo Torresan, presidente da Amarribo
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O presidente da Câmara, Henrique Alves, quer que o juiz Marlon Reis,
idealizador da Lei da Ficha Limpa, seja punido pela publicação de um
livro em que relata casos de parlamentares corruptos
Na atual campanha eleitoral, os exemplos de tentativas de ludibriar os eleitores surgem aos borbotões. Durante entrevista na semana passada ao telejornal “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, a presidenta Dilma apresentou números econômicos irreais contestados de imediato pelos jornalistas. Ao forjar situações inexistentes, distorcer e falsear dados oficiais, os políticos conseguem piorar uma prática tornada pública, involuntariamente, em 1994, pelo então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero. Na ocasião, enquanto aguardava o momento em que seria entrevistado pela TV Globo e, sem saber que o microfone estava aberto, Ricupero expôs o que nenhuma autoridade diz em público. “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”, disse o ministro. Captadas por aparelhos com antena parabólica, o ministro perdeu o cargo.
Apesar das evidentes rupturas com os princípios éticos, a realidade demonstra como é difícil mudar o comportamento dos poderosos. Em junho do ano passado, as ruas das principais cidades brasileiras foram tomadas por milhões de pessoas que protestavam por mudanças na política e nos governos. Agora, no entanto, observa-se a dificuldade em institucionalizar esse clamor. O mesmo aconteceu com a “Primavera Árabe”, nome pelo qual ficaram conhecidas as manifestações que sacudiram países do Oriente Médio e do norte da África a partir de dezembro de 2010. Passada a turbulência inicial, muita coisa continua como antes. No Egito, por exemplo, depois da derrubada do ditador Hosni Mubarak, a disputa pelo poder no país continua sendo travada pelos militares e pela Irmandade Muçulmana. Também no Brasil, a história demonstra que mesmo as grandes rupturas ocorridas em nome do combate à corrupção se revelaram inócuas. Em 1954, Getúlio Vargas cometeu suicídio quando seu governo era acusado pelos adversários de se ter transformado em um “mar de lama”. Dez anos depois, os militares deram um golpe e assumiram o poder com a bandeira da moralidade, mas foram escorraçados do poder em 1985 quando a censura não conseguia mais abafar o que ocorria nos porões do regime autoritário.
A poucos dias do primeiro turno das eleições, ainda há tempo para os brasileiros provocarem uma interferência efetiva na triste realidade. Somente o eleitor, na solidão da cabine de votação, pode afastar os maus políticos. Se dependêssemos apenas das autoridades, não haveria solução. O melhor exemplo disso talvez tenha sido dado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. Na semana passada, ele encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça uma representação contra o juiz Marlon Reis, um dos principais responsáveis pela aprovação da Lei da Ficha Limpa. Alves quer que Reis seja punido pela publicação de um livro em que relata dezenas de casos de parlamentares envolvidos em corrupção. “Afirmei e reafirmo que há entre os deputados pessoas que alcançaram seus mandatos por vias ilícitas. Estes precisam ser detidos, o que demanda uma profunda mudança do vigente sistema eleitoral, corroído por uma mercantilização do conceito de política”, diz o juiz. O primeiro passo para isso pode ser dado pela sociedade no dia 5 de outubro.
Corruptos, tremei!
Com a aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa, é do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba Sérgio Moro o título de algoz dos corruptos, atualmente. Moro é considerado o principal especialista brasileiro no crime de lavagem de dinheiro. À frente do Caso Banestado, criou método de trabalho que levou à condenação de 15 réus e o mapeamento da movimentação irregular de U$ 30 bilhões. Aos 41 anos, o magistrado tem um extenso currículo. Assessorou a ministra Rosa Weber durante o julgamento do mensalão, em 2012, e agora é o responsável pelo processo da Operação Lava Jato, escândalo que abala as estruturas do poder por envolver a Petrobras e parlamentares da base governista.
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ALGOZ
O juiz Sérgio Moro é o responsável pelo
processo da Operação Lava Jato