sexta-feira, 22 de maio de 2015

VEREADORES DA OPOSIÇÃO IMPEDIDOS DE ENTRAR NO CESEC

Foto: Victor Montalvão


Reprodução Tv


Informações de dentro do Cesec dão conta de que o clima está esquentando do lado de fora, inclusive com o impedimento da entrada de vereadores da oposição (Rafel Diniz, Fred Machado e Marcão Gomes), enquanto dentro do prédio algumas lideranças do movimento estariam sendo recebidas pelo subsecretário de Governo, Tiago Godói.

Novas informações em instantes.

ROYALTIES: CAMPOS ACUMULA R$ 341 MILHÕES A MENOS EM RELAÇÃO A 2014

Da Folha on line (aqui):


PMCG REPASSOU R$ 3 MILHÕES À CÂMARA MUNICIPAL

A Prefeitura de Campos repassou, no último dia 20, cerca de R$ 3 milhões, à Câmara Municipal, referentes ao duodécimo de maio. Confira abaixo o relatório de pagamentos disponível do Portal da Transparência da PMCG (aqui) e acompanhe os gastos da Câmara (aqui):








Clique na imagem para ampliar.

PROFESSORES ACAMPAM NO CESEC ATÉ SEREM RECEBIDOS POR PREFEITA



Com barracas de camping, alguns professores estão acampados no pátio do Centro Administrativo José Alves de Azevedo (antigo Cesec) neste momento, com a intenção até de passar a noite até serem atendidos pela prefeita Rosinha Garotinho.
A informação de que os secretários de Administração, Fabio Ribeiro e de Educação, Frederico Rangel, estão no prédio, mas Rosinha não.





 Fotos do perfil de Rodrigo Paes Ferreira da Cruz no Facebook:


MAIS FLASHES DA MANIFESTAÇÃO DA EDUCAÇÃO E SAÚDE NO CENTRO (1)

Do Jornal Terceira Via on Line (aqui):




Mais de 600 professores e servidores municipais de Campos fizeram uma manifestação na Praça São Salvador na tarde desta sexta-feira (22). De preto, com nariz de palhaço e marcados com asteriscos, os profissionais lotaram o local com cartazes e apitos e utilizaram um mini trio elétrico para falar sobre as condições das escolas. Minutos após o início do ato, os manifestantes seguiram em caminhada pela cidade para frente da Prefeitura de Campos, onde uma assembleia será realizada para definir os próximos rumos do movimento.
A imagem de um asterisco colada ou desenhada no corpo, usada por muitos, foi uma forma de demonstrar descontentamento com a fala do secretário de Educação Frederico Tavares Rangel. O secretário orientou os diretores, durante uma reunião nesta quinta (21), a marcarem um asterisco na frente do nome dos grevistas, para a prefeitura descontar os dias não trabalhados posteriormente. Os docentes também penduraram um varal com fotos que retratam as condições estruturais das unidades de ensino do município.
No alto do mini trio elétrico, vários professores e servidores falaram sobre as dificuldades do dia a dia e também sobre a força do movimento.
“É importante dizer para toda a população que não estamos lutando só pelo reajuste. Estamos também na luta por melhores condições de trabalho e pela qualidade de ensino. Nós somos igual massa de bolo, quanto mais o Governo bate, mais a gente cresce. A nossa greve não e ilegal como eles estão falando. O secretário Anthony Garotinho vai para as rádios e fala o que quer. Ele acusa nosso movimento de ser ilegal, mas temos o apoio do sindicato e avisamos com antecedência”, falou a professora Odisséia Carvalho. 
Reivindicações – Os professores estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; redução da carga horária em 1/3; e a incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.

MANIFESTAÇÃO TAMBÉM EM FRENTE À SEDE DA PMCG (CESEC)

Fotos do Facebook de Carlos Café:





MAIS FLASHES DA MANIFESTAÇÃO DA EDUCAÇÃO E SAÚDE NO CENTRO

Foto do Facebook de Nádia Abreu

Foto do Facebook de América Rocha

FLASHES DA MANIFESTAÇÃO NA PRAÇA

Da página de Rodrigo Paes Ferreira da Cruz no Facebook:





quinta-feira, 21 de maio de 2015

IMBEG RECEBE QUASE R$ 1 MILHÃO POR ESCOLA NO ELDORADO

Quando o assunto é Educação em Campos, nem tudo é chororô como greve dos professores, lanterninha no IDEB e escolas mal cuidadas. A Imbeg Engenharia Ltda, por exemplo, uma das maiores empreiteiras da região, não tem do que reclamar.
Vejam só: a empresa recebeu, na última segunda-feira, dia 19, quase R$ 1 milhão, exatamente R$ 924.172,22, pela obra de construção de uma escola no Parque Eldorado. O Ordem Bancária 2015OB05321 é de 19/05 no processo 20110340002525, Nota Fiscal 581. Veja abaixo, print da tela no Portal da Transparência emitida nesta quinta, dia 21, às 18h04:







Clique na imagem para ampliar.

SERVIDORES DA SAÚDE TAMBÉM VÃO PROTESTAR, NESTA SEXTA, NA PRAÇA

Do Blog Na Curva do Rio, de Suzy Monteiro (aqui):


OBSERVATÓRIO SOCIAL TEM NOVO DIRETOR-GERAL

O arquiteto e urbanista Renato César Arêas Siqueira é o novo diretor geral do Observatório Social de Campos dos Goytacazes. Ele foi eleito ontem em substituição ao advogado José Paes Neto, que permanece na diretoria que tem ainda José Geraldo Chaves, Marcelo Saldanha e Cléber Tinoco.
Depois da criação e amadurecimento, o Observatório entra agora numa fase mais efetiva de acompanhamento dos gastos públicos e aproximação da comunidade.

GREVE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS: GAROTINHO CORTA PONTO E GREVISTAS VÃO PROTESTAR NESTA SEXTA, 15H, NA PRAÇA SÃO SALVADOR

                                                                      Foto: Educadores de Campos em Luta/Facebook

                                                                                       Foto:Carolina Barbosa/Folha da Manhã



Os profissionais da Educação da Prefeitura de Campos, em greve há quatro dias, promovem nesta sexta-feira, dia 22, às 15, um protesto na Praça do Santíssimo Salvador. Hoje, em seu programa de rádio, o secretário de Governo, Anthony Garotinho, anunciou que o ponto dos grevistas será cortado e perderão direito à regência (abono para professor em sala de aula) para os que tiverem três dias ou mais de falta.

A ameaça não surtiu efeitos e os professores prometem mostrar força na manifestação desta sexta-feira.

A greve, que já é maior da categoria na rede municipal, começou na última segunda-feira de forma diferente. Em vez de ficarem em casa, os profissionais de Educação fazem greve de ocupação, ou seja, comparecem às escolas e, através das redes sociais, divulgam o movimento, denunciam as condições das escolas e procuram ganhar apoio dos pais de alunos. Os professores querem reajuste salarial, concurso público, merenda escolar de qualidade, infraestrutura, material didático de melhor qualidade pedagógica, valorização profissional com assistência à saúde, revisão do Plano de Cargos e Salários, reajuste, reposição das perdas salariais e incorporação da gratificação nos salários.

Com informações da Folha on Line (aqui).

quarta-feira, 20 de maio de 2015

ASSEMBLEIA DECIDE POR MANTER GREVE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS

Do jornal Terceira Via on Line (aqui):

Data: 20/05/2015 - 20:38:02

Professores lotam assembleia e decidem continuar greve até sexta (22)

Cerca de 500 educadores participaram da reunião nesta quarta e foram contra propostas do governo


















Cerca de 500 professores da rede municipal de ensino de Campos se reuniram em uma assembleia na noite desta quarta-feira (20) e decidiram continuar a greve até esta sexta-feira (22). O encontro foi no auditório da antiga Cedae, que ficou lotado. Além dos profissionais da educação, o vereador Dayvison Miranda (PRB) também esteve presente e falou sobre o plano de saúde dos educadores.

Na sexta-feira (22), às 15h, vai ter uma assembleia na Praça São Salvador e um ato público, onde haverá nova avaliação sobre o movimento e a discussão de novos rumos. Segundo a professora Graciete Santana, a greve permanece com os professores nas escolas e o ponto sendo assinado.

“Vamos continuar conscientizando pais e alunos sobre a situação da má estrutura das escolas e condições dos profissionais. A categoria insiste no reajuste salarial e a proposta do governo com o plano de saúde gerenciado pelo Siprosep não foi aprovada”, comentou Graciete.

Professores criticaram escolas em microfone aberto

A reunião teve microfone aberto onde professores de várias escolas falaram sobre os problemas do dia a dia. Entre as reclamações estavam: má estrutura física das unidades de ensino, número insuficiente de profissionais e acúmulo de função. “O governo diz que está tudo lindo nas escolas. Alguém trabalha em escola linda aqui?”, perguntou o professor Helmar Oliveira, seguido de um grito de ‘não’ dos outros professores.

A professora Odete Rocha falou sobre a proposta de abono e gratificação oferecida pela prefeitura. “Eles nos oferecem abono e gratificação, mas isso é penduricalho que colocam e tiram a hora que querem. Isso não é salário”. Após a fala dela, todos os professores presentes gritaram por greve.

Outro tema abordado no encontro foi o gasto da prefeitura com a contratação da empresa Expoente para a distribuição dos materiais didáticos, enquanto o Governo Federal distribui material gratuito.

 “O tempo todo a prefeitura fala da crise do petróleo, como se isso fosse desculpa para tirar o que é nosso por direito. Então falamos dos livros da Expoente, que custam milhões, e nós professores somos contra este gasto. Eu trabalho em uma escola onde faltam profissionais e ainda sofro com goteira na minha sala, mas tem o livro caro da Expoente. Não queremos este livro, queremos melhor estrutura nas nossas escolas e queremos saber quem ganha com isso”, disse a professora Luciana Ecard.

Apoio dos pais dos alunos ao movimento

Como incentivo ao movimento, a professora Odisséia Carvalho citou o apoio que os professores estão recebendo dos responsáveis pelos alunos. “Tenho quase 30 anos de magistério e nunca vi uma greve tão vitoriosa como a nossa. Foi lindo chegar nas escolas e ver os pais dando apoio total ao movimento. Foi lindo ver a força que nós educadores temos. Precisamos pensar agora nos riscos que uma greve prolongada tem e temos que ter coragem e continuar firmes e mobilizados”, disse a professora.

Vereador fala sobre plano de saúde
O vereador Dayvison Miranda pediu para falar na assembleia e explicou que ele e o vereador Alexandre Tadeu, ambos do PRB, votaram a favor dos servidores quando a questão do reajuste salarial foi posta em votação na Câmara de Vereadores. Ele explicou ainda a proposta que o partido fez à prefeitura.

“Nós sabemos que os profissionais precisam de um plano de saúde e fizemos uma proposta à governo municipal para que os profissionais recebessem um auxílio-saúde, como já funciona com o auxílio-alimentação. O valor de cerca de R$ 150 entra na conta e o profissional contrata o plano que quiser”, comentou Dayvison.

Os profissionais foram contra a sugestão e uma das diretoras do Sepe, Norma Dias , explicou que o assunto vai ser discutido com mais detalhes em breve. 

Reivindicações – Os professores estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; redução da carga horária em 1/3; e a incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.

terça-feira, 19 de maio de 2015

SENADO APROVA INDICAÇÃO DE FACHIN PARA O STF: 52 A 27

Por 52 votos a favor e 27 contra, o plenário do Senado Federal aprovou, agora há pouco, o nome do advogado Edson Luiz Fachin para compor o Supremo Tribunal Federal (STF). Ela foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para a vaga de Joaquim Barbosa, que se aposentou há oito meses.

FLASHES DO SEGUNDO DIA DE GREVE NAS ESCOLAS MUNICIPAIS




Flashes do segundo dia da paralisação dos profissionais de educação da Prefeitura de Campos.
As fotos foram postadas pelos grevistas na página do grupo Educadores de Campos na Luta no Facebook:















segunda-feira, 18 de maio de 2015

PARA PMCG GREVE SÓ PARALISOU 30% DAS ESCOLAS

Do site Ururau (aqui):
18/05/2015 18:49:08 - Postado  em 18/05/2015 19:47:24
Prefeitura diz que apenas 30% das escolas de Campos aderiram a greve da rede municipal

  Secom
Apenas algumas unidades escolares tiveram o funcionamento alterado
Educadores da rede municipal de ensino de Campos decidiram, em assembleia no último dia 12, por uma paralisação de 72 horas iniciada nesta segunda-feira (18/05). Entretanto, embora a informação do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) de que 90% das instituições pararam suas atividades, um levantamento da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (Smece), apontou que apenas algumas unidades escolares tiveram o funcionamento alterado, com aulas normais em mais de 70% das escolas e creches.

O presidente do Sindicato dos Profissionais e Servidores Públicos de Campos (Siprosep), Sérgio Almeida, disse que a greve é de um grupo de profissionais isolado e insatisfeito com a proposta do governo e, não tem o aval da instituição sindical. Disse ainda que dos 100% da pauta de reivindicações da categoria, 80% já está sendo atendida pela prefeitura.

"Nós não temos o porquê aderir a essa paralisação, pois nossa proposta está sendo atendida com o Plano de Cargos e Salários, Fundo de Assistência e Saúde, auxílio social aos aposentados e pensionistas, entre outros benefícios", exemplificou o presidente.

Os profissionais do Sepe reivindicam melhores condições de trabalho, reajuste salarial de 36%, plano de saúde e vale transporte, perda salarial, material didático a escolha do professor, merenda escolar de qualidade, fim do assédio moral, entre outras pautas.

Segundo a coordenadora geral do Sepe, Graciete Santana, a adesão está sendo boa com a tendência de alcançar patamares ainda maiores. Disse também que das 255 instituições, entre escolas e creches, mais de 200 já teriam aderido ao movimento. “Nós estamos dialogando com os pais e com toda comunidade escolar, para abraçarem essa causa. Hoje (segunda), apenas umas 20 ou 30 escolas não paralisaram suas atividades e estão trabalhando de forma parcial”.

Graciete informou ainda que, por enquanto, não teve negociação com o governo, dependendo somente desse encontro para os profissionais decidirem o que será feito daqui pra frente. Na próxima quarta-feira (20/05) a categoria vai avaliar, em assembleia, o rumo do movimento.

Em nota, a Prefeitura informou que "tem ouvido propostas e reivindicações da categoria em recentes reuniões com representações do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos de Campos (Siprosep) e do Sepe, lembra que permanece aberta ao diálogo com a classe. 

Os profissionais da Educação contam com um plano de Cargos e Salários desde 2010 e vários benefícios foram alcançados. A prefeitura vem se reunindo com representantes da categoria e apresentou proposta de aumento de 100% da regência para os profissionais. Outro benefício, anunciado recentemente pela prefeitura, foi a criação do Fundo Municipal de Assistência, que garantirá assistência médica e hospitalar a todos os servidores públicos, inclusive aos professores e demais profissionais da Educação".

 Fonte Ururau

CARRO OFICIAL DA CÂMARA FLAGRADO, NO DOMINGO À NOITE, ESTACIONADO SOBRE A FAIXA DE PEDESTRES, NA PELINCA


Publicado domingo à noite na página do Blog no Facebook

O flagrante é do autor deste Blog, ontem, domingo, por volta das 19:00, em frente ao Habbib´s, na esquina da Pelinca com Beira-Valão. O carro, número 001, alugado pela Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes, estava estacionando com a parte dianteira sobre a faixa de pedestres e com o pisca alerta ligado.

MAIS FLASHES DE UMA GREVE HISTÓRICA

Mais flashes da greve de 72 horas iniciada hoje na rede municipal de ensino. A categoria tem assembleia marcada para a próxima quarta-feira, dia 20, quando vão avaliar o movimento:
As fotos foram postadas pelos próprios profissionais de Educação na página do grupo Professores de Campos em Luta, no Facebook:








FLASHES DE UMA GREVE HISTÓRICA


Os profissionais de Educação da Rede Municipal iniciaram hoje uma paralisação de ocupação de 72 horas, ou seja, vão às escolas mas não dão aulas convencionais. Discutem entre si os problemas da categoria e com a comunidade. É a primeira greve com cobertura em tempo real das redes sociais e os grevistas são os próprios repórteres que postam os passos do movimento. A primeira avaliação do Sepe é que a greve parou 70% das escolas e para a PMCG, apenas 30% das escolas não funcionaram hoje, segundo informação divulgada pelo RJ TV 2ª edição.
A categoria quer reajuste salarial, correção no Plano de Cargos, Plano de Saúde e Vale Transporte (Rio Card). A Prefeitura de Campos, em seu site, se comprometeu em dobrar o valor pago aos professores com regência (sala de aula), o que elevaria a gratificação de R$ 150 para R$ 300. A categoria rejeitou porque isso representaria um reajuste, no contracheque, de 10%:

Veja abaixo alguns flashes da greve histórica, pescados nas redes sociais, especialmente na página do Grupo Professores de Campos em Luta, no Facebook:







Atualização às 19h22 para acrescentar informação sobre balanço do movimento pela PMCG.