
O crescimento das intenções de voto na candidata do PCdoB, professora Odete Rocha, pode ser fundamental para levar a eleição para o segundo turno. O chamado "efeito Odete", tem se crescido nas últimas semanas como uma opção para o eleitor que não admite votar nem em Rosinha Garotinho (PMDB) e nem em Arnaldo Vianna (PDT), mas teme que, ao anular o voto ajude a eleger um dos dois.
Na primeira pesquisa Ibope, realizada poucos dias após o início do horário eleitoral, Odete aparecia com 2% das intenções de votos e, na pesquisa divulgada hoje, saltou para 5%. Paulo Feijó, que se apresenta como opção às candidaturas que polarizam a eleição, fez o caminho inverso: despencou de 4 para 2%.
E, se parte do desempenho de Odete pode ser creditado à sua performance na TV, é de se esperar que cresça ainda mais no debate no próximo dia 2, quando estará cara-a-cara e em pé de igualdade com os outros concorrentes.
Então, levanta-se uma questão: ajudando a levar a eleição para o segundo turno e não estando entre os dois que vão disputar a etapa final, qual será a posição de Odete Rocha? Vai apoiar um dos dois, ficar neutra ou pregar o voto nulo?