domingo, 27 de setembro de 2009
Seriam os pedestres eleitores? (2)
A Prefeitura de Campos comprou uma quantidade muito grande de tinta amarela para pintar postes e guias (os meios-fios) que não sobrou dinheiro para comprar tinta de cor branca para pintar as faixas de pedestres.
Sos Caps
O Centro de Atenção Psico-Social (Caps) da Rua Primeiro de Maio (ao lado da Ocean Motos da Rua Barão de Miracema) foi criado pela Prefeitura de Campos, há poucos meses, para atender a uma determinação do Ministério Público Estadual.
O objetivo era atender pessoas que necessitassem de internação de até cinco dias. Mas a falta de infraestrututura é tal que não há nem aparelho de medição de pressão dos pacientes, muito menos papel para fazer as fichas.
Em outro Caps, o da Rua André Luiz, em Guarus, os pacientes ficaram desde janeiro até a semana passada sem café da manhã.
Negócios
O tradiocional Grupo do ramo de drogarias, Isalvo Lima está expandindo sua rede: prepara loja nova na Beira Rio e, pela primeira vez, saia da área central da cidade para fincar filiais em Goitacazes e Gruarus.
Enquanto isso, a Drogaria do César, a maior de Guarus, já atravessou a ponte e já inaugurou uma bela filial na Beira-Valão onde foi um Abatedouro Avícola.
Enquanto isso, a Drogaria do César, a maior de Guarus, já atravessou a ponte e já inaugurou uma bela filial na Beira-Valão onde foi um Abatedouro Avícola.
Municipalização ou morte do Monitor?
A nota abaixo foi publicada ontem no Blog Urgente! e assinada pelo precavido jornalista Vitor Menezes. Portanto, merece crédito.
Eu, como um dos editores do jornal, fiquei lá até às 19h de sexta-feira e não ouvi nem boato de corredor sobre o polêmico assunto. Portanto, a opinião que emitir será baseada, fundamentalmente, na informação do Urgente!:
Se autoridades municipais estão imbuídas numa espécie de operação na tentativa de "salvar o Monitor Campista", não é comprando o prédio e mantendo o título ao mesmo tempo em que transforma o jornal em Diário Oficial, que vai obter êxito. Segundo o Urgente, não estaria definido ainda se seria mantida "uma redação para o “Monitor Campista – Diário Oficial”, com a publicação de conteúdo jornalístico.
Isso já foi feito durante décadas. Era assim: O jornal publicava os atos oficiais e nas páginas de notícias, os releases da Prefeitura.E justamente quando passou, nos últimos oito, dez anos, a ensair uma linha informativa, crítica até, despertou a atenção de quem pensava que o "velho órgão" já era patrimônio privativo dos ocupantes do poder (quem quer que fosse") e passou a disputar o mercado, nas bancas, anunciantes e assinantes.
Isso desagradou não só concorrência, como também aos políticos que só pensam nas próximas eleições e que, das próximas décadas só esperam bonança e se lixam para a história.
A solução para o Monitor não pode estar nas mãos só da Prefeitura ( ou melhor, do grupo político que a detém), e sim da sociedade campista e de suas instituições representativas, seja de classes ou comunitárias ou clubes de serviço. O jornal só continuará de pé se interessar à sociedade ter uma terceiro veículo, uma terceira opinião, uma terceira visão do que acontece na cidade.
Resta saber se as instituições que "representam" Campos, entorpecidas e sequestradas pelos milhões dos royalties, querem discutir o futuro, querem ficar frente-a-frente com o presente sem se envergonharem de suas ações ou omissões.
Municipalizar o Monitor é o mesmo que assassiná-lo. Não estou defendendo só o emprego de dezenas de colegas, muitos que há décadas levaram o jornal nas costas, mesmo antes dos últimos tempos, que foram de bonança.
A nota publicada no Urgente! abre o debate. E que seja um debate produtivo, sem as simplicações fáceis que costumam resumir essas questões que mobilizam as duas maiores aspirações de gente pequena de espírito: poder e dinheiro.
Abaixo a nota do Urgente!
Sábado, Setembro 26, 2009
Prefeitura estuda compra da sede e do título do Monitor Campista
Autoridades do município estão envolvidas em uma tentativa de salvar o Monitor Campista. O fim do jornal, como empresa do grupo Diários Associados e com a linha editorial atual, é dada como certa, mas tenta-se, ao menos, preservar o título histórico.
A fórmula que está praticamente acertada é a de que a Prefeitura de Campos compre o prédio do jornal, na rua João Pessoa, e fique com o título, que passaria a usar para publicação dos atos oficiais, com o nome “Monitor Campista – Diário Oficial”.
A definição por esta opção ainda depende da verificação do interesse de algum comprador privado, mas a tendência mais forte é a de que o jornal passe mesmo para as mãos do município.
Nenhuma hipótese é oficialmente assumida na Prefeitura. Admite-se apenas que estão sendo feitos “estudos” para salvar o Monitor, que em 2009 completou 175 anos e é o terceiro mais antigo do Brasil ainda em circulação.
Não se sabe ainda, por exemplo, se a Prefeitura manteria, por meio da sua Secretaria de Comunicação, uma redação para o “Monitor Campista – Diário Oficial”, com a publicação de conteúdo jornalístico além dos atos municipais, ou se apenas estes últimos seriam publicados.
A fórmula que está praticamente acertada é a de que a Prefeitura de Campos compre o prédio do jornal, na rua João Pessoa, e fique com o título, que passaria a usar para publicação dos atos oficiais, com o nome “Monitor Campista – Diário Oficial”.
A definição por esta opção ainda depende da verificação do interesse de algum comprador privado, mas a tendência mais forte é a de que o jornal passe mesmo para as mãos do município.
Nenhuma hipótese é oficialmente assumida na Prefeitura. Admite-se apenas que estão sendo feitos “estudos” para salvar o Monitor, que em 2009 completou 175 anos e é o terceiro mais antigo do Brasil ainda em circulação.
Não se sabe ainda, por exemplo, se a Prefeitura manteria, por meio da sua Secretaria de Comunicação, uma redação para o “Monitor Campista – Diário Oficial”, com a publicação de conteúdo jornalístico além dos atos municipais, ou se apenas estes últimos seriam publicados.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O vice
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABR
Ele é o preferido de Lula para vice de Dilma Rousseff nas eleições de 2010.
Rosinha tem R$ 221 milhões em caixa
A conta foi feita pelo autor do Blog. Somando todas as receitas, de janeiro até 31 de agosto, o governo da prefeita Rosinha Garotinho arrecadou R$ 785,6 milhões e gastou R$ 564.1 milhões no mesmo período. Tem, pois, um saldo de R$ 221.2 milhões.
A fonte é o portal da "transparência" da PMCG (aqui).
Os vereadores da base aliada da governo também já fizeram a conta e vão começar a cobrar a execução das emendas, no valor de R$ 1 milhão para cada um, que foram garantidas num acordo no início do ano.
A fonte é o portal da "transparência" da PMCG (aqui).
Os vereadores da base aliada da governo também já fizeram a conta e vão começar a cobrar a execução das emendas, no valor de R$ 1 milhão para cada um, que foram garantidas num acordo no início do ano.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Detalhes que fazem a diferença
Especial atenção a quatro detalhes:
1 - Meio Ambiente só terá R$ 3,5 milhões
2 - Procon terá menos de R$ 100 mil
3 - Comunicação Social fica com R$ 15,8 milhões
4 - Agricultura - R$ 3,6 milhões
Veja o detalhamento das despesas previstas em projeto enviado esta semana pela prefeita Rosinha à Câmara Municipal:
I - ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
A - ADMINISTRAÇÃO DIRETA – ÓRGÃOS
Gabinete do Prefeito: 235.000,00
Guarda Civil Municipal: 472.668,00
Secretaria Municipal Particular: 56.000,00
Centro de Informações e Dados de Campos (CIDAC): 2.964.000,00
Defesa Civil Municipal: 2.042.000,00
Procuradoria Geral do Município: 9.009.348,00
Secretaria Municipal de Governo: 300.000,00
Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor: 79.700,00
Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos: 233.266.880,54
Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca: 3.690.000,00
Secretaria Municipal de Justiça e Assistência Judiciária: 149.100,00
Secretaria Municipal de Comunicação Social: 15.680.000,00
Secretaria Municipal de Educação: 165.085.888,34
Secretaria Municipal de Finanças: 59.235.000,00
Secretaria Municipal de Serviços Públicos: 64.645.000,00
Secretaria Municipal de Meio Ambiente: 3.500.000,00
Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo: 176.051.445,12
Secretaria Municipal de Família e Assistência Social: 80.000,00
Secretaria Municipal de Saúde: 49.798.000,00
Secretaria Municipal de Controle e Orçamento: 24.909.600,00
Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Petróleo: 1.010.000,00
Secretaria Municipal de Trabalho e Renda: 830.000,00
Sub-total - A R$ 813.089.630,00
A - ADMINISTRAÇÃO DIRETA – ÓRGÃOS
Gabinete do Prefeito: 235.000,00
Guarda Civil Municipal: 472.668,00
Secretaria Municipal Particular: 56.000,00
Centro de Informações e Dados de Campos (CIDAC): 2.964.000,00
Defesa Civil Municipal: 2.042.000,00
Procuradoria Geral do Município: 9.009.348,00
Secretaria Municipal de Governo: 300.000,00
Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor: 79.700,00
Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos: 233.266.880,54
Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca: 3.690.000,00
Secretaria Municipal de Justiça e Assistência Judiciária: 149.100,00
Secretaria Municipal de Comunicação Social: 15.680.000,00
Secretaria Municipal de Educação: 165.085.888,34
Secretaria Municipal de Finanças: 59.235.000,00
Secretaria Municipal de Serviços Públicos: 64.645.000,00
Secretaria Municipal de Meio Ambiente: 3.500.000,00
Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo: 176.051.445,12
Secretaria Municipal de Família e Assistência Social: 80.000,00
Secretaria Municipal de Saúde: 49.798.000,00
Secretaria Municipal de Controle e Orçamento: 24.909.600,00
Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Petróleo: 1.010.000,00
Secretaria Municipal de Trabalho e Renda: 830.000,00
Sub-total - A R$ 813.089.630,00
B - ADMINISTRAÇÃO DIRETA – FUNDOS
Fundo Municipal de Transportes: 39.000.000,00
Fundo de Desenvolvimento de Campos: 17.000.000,00
Fundo Municipal da Infância e Adolescência: 2.132.815,00
Fundo Municipal de Assistência Social: 40.134.086,00
Fundo Municipal de Saúde: 146.425.000,00
Fundo Especial da Guarda Civil: 247.213,00
Fundo Municipal dos Direitos Difusos - Procon: 56.000,00
Sub-total - B R$ 244.995.114,00
Fundo Municipal de Transportes: 39.000.000,00
Fundo de Desenvolvimento de Campos: 17.000.000,00
Fundo Municipal da Infância e Adolescência: 2.132.815,00
Fundo Municipal de Assistência Social: 40.134.086,00
Fundo Municipal de Saúde: 146.425.000,00
Fundo Especial da Guarda Civil: 247.213,00
Fundo Municipal dos Direitos Difusos - Procon: 56.000,00
Sub-total - B R$ 244.995.114,00
C - ADMINISTRAÇÃO INDIRETA
Fundação Geraldo da Silva Venâncio - HGG: 70.627.137,05
Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima: 4.028.000,00
Fundação Dr. João Barcelos Martins: 140.447.660,00
Fundação Municipal da Infância e Juventude: 3.938.800,00
Fundação Municipal do Esporte: 3.287.000,00
Fundação Municipal Teatro Trianon: 2.653.811,71
Fundação Municipal Zumbi dos Palmares: 1.106.000,00
Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Campos - PREVICAMPOS: 80.710.500,00
Sub-total - C R$ 306.798.908,76
Fundação Geraldo da Silva Venâncio - HGG: 70.627.137,05
Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima: 4.028.000,00
Fundação Dr. João Barcelos Martins: 140.447.660,00
Fundação Municipal da Infância e Juventude: 3.938.800,00
Fundação Municipal do Esporte: 3.287.000,00
Fundação Municipal Teatro Trianon: 2.653.811,71
Fundação Municipal Zumbi dos Palmares: 1.106.000,00
Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Campos - PREVICAMPOS: 80.710.500,00
Sub-total - C R$ 306.798.908,76
D - PODER LEGISLATIVO
Câmara Municipal 18.750.175,74
Sub-total - D R$ 18.750.175,74
Câmara Municipal 18.750.175,74
Sub-total - D R$ 18.750.175,74
E – EMPRESAS
Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos - CODEMCA: 3.935.000,00
Companhia de Iluminação Pública do Município de Campos – CAMPOS LUZ: 18.965.947,00
Empresa Municipal de Habitação - EMHAB: 3.540.000,00
Empresa Municipal de Transportes - EMUT: 3.332.487,00
Sub-total - E R$ 29.773.434,00
Total (A+B+C+D+E)
R$ 1.413.407.262,50
Total Geral do Orçamento R$ 1.413.407.262,50
Companhia de Desenvolvimento do Município de Campos - CODEMCA: 3.935.000,00
Companhia de Iluminação Pública do Município de Campos – CAMPOS LUZ: 18.965.947,00
Empresa Municipal de Habitação - EMHAB: 3.540.000,00
Empresa Municipal de Transportes - EMUT: 3.332.487,00
Sub-total - E R$ 29.773.434,00
Total (A+B+C+D+E)
R$ 1.413.407.262,50
Total Geral do Orçamento R$ 1.413.407.262,50
Velório de Renato Barbosa
O corpo do vereador Renato Barbosa já está sendo velado no saguão da Câmara Municipal de Campos. O enterro será amanhã de manhã no Caju.
(foto emprestada do Ururau).
Cenário novo
Com a entrada de Odisséia Carvalho (na vaga de Renato Barbosa) e principalmente de Ilsan Viana, salva pelo TSE, a tendência é de crescimento, fortalecimento e recrudescimento da oposição ao governo de Rosinha na Câmara Municipal.
Se a chamada PEC dos vereadores, aprovada na terça-feira, tiver vigência imediata, seis novos vereadores terão ingresso na Câmara e aí, manter a maioria folgada e obediente que a prefeita teve até gora, vai ser mais difícil e mais dispendioso.
Se a chamada PEC dos vereadores, aprovada na terça-feira, tiver vigência imediata, seis novos vereadores terão ingresso na Câmara e aí, manter a maioria folgada e obediente que a prefeita teve até gora, vai ser mais difícil e mais dispendioso.
Orçamento de Campos para 2010 é de R$ 1,4 bilhão
A prefeita Rosinha Garotinho já encaminhou à Câmara Municipal o projeto de orçamento para 2010. Estima a receita e depesa em 1.413.407.262,50.
Veja os valores aqui no site da Câmara Municipal.
Veja os valores aqui no site da Câmara Municipal.
Renato Barbosa será enterrado amanhã às 8h
O corpo do vereador Renato Barbosa (PT) deve chegar daqui a pouco ao prédio da Câmara Municipal de Campos, onde será velado por toda a noite. O enterro está marcado para amanhã às 8h, no Cemitério do Caju.
A prefeita Rosinha Garotinho e o presidente da Câmara, Nelson Nahim, decretaram luto oficial de três dias.
A prefeita Rosinha Garotinho e o presidente da Câmara, Nelson Nahim, decretaram luto oficial de três dias.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Silêncio na Câmara
A Câmara Municipal de Campos está em sessão neste momento.
Até agora nenhum dos sete vereadores que são réus na ação penal movida pelo procurador Eduardo Santos Oliveira foi à tribuna fazer qualquer comentário sobre o assunto. Os outros oito políticos que são réus da mesma ação não foram reeleitos.
A sessão está sendo transmitida pela UniTV, canal 15 da ViaCabo.
Procurador & jornalistas
Ao buscar reparação judicial para defender sua honra, o procurador da República Eduardo Santos Oliveira, ao que me parece, errou o alvo quando acionou os editores-chefes de O Diário (Carla Flávia Rangel Barreto) e Folha da Manhã (Sebastião Carlos de Freitas). Afinal, os jornais apenas veicularam declarações públicas, feitas por pessoas públicas a respeito de outras pessoas igualmente públicas.
Os vereadores que assinaram a nota oficial paga, cujo texto é cheio de irresponsabilidade, exagero e falta de bom senso, devem sim responder judicialmente pelo conteúdo do que assinaram, como funciona no regime democrático de direito. E os que fizeram declarações consideradas ofensivas publicadas nos órgãos de comunicação igualmente devem fazê-lo, ou seja, arcar com as consequencias pelo eventual abuso no direito à livre expressão do pensamento.
O trabalho do procurador Eduardo Oliveira à frente do Ministério Público Federal em Campos tem sido exemplar na defesa dos interesses públicos e da comunidade. Fez um trabalho excepcional na investigação da operação "Telhado de Vidro" e foi virulentamente atacado pelo vereador Marcos Bacellar, então presidente da Câmara.
A única peça que não se encaixa nessa história, até ontem este blogueiro entendeu, foi acionar os jornalistas e não as empresas que são responsáveis pela veiculação de notas pagas.
Royalties de 2009: R$ 582 milhões
Gráfico 1 - Repasses mensais Gráfico 2 - Participação Especial
A Prefeitura de Campos já recebeu este ano R$ 582,4 milhões de royalties e participação especial pagas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) de janeiro até ontem. No mesmo período do ano passado a Prefeitura já tinha embolsado R$ 200 milhões a mais.
Confira acima o gráfico com a evolução dos repasses desde janeiro. A arte é de Enockes Cavallar e foi publicada com matéria na edição de hoje do Monitor Campista.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Justiça Federal acata acão de procurador contra Vereadores de Campos
Do Portal do Ministério Público Federal
"O Ministério Público Federal (MPF) em Campos (RJ) ofereceu denúncia contra 15 vereadores e ex-vereadores do município por difamação e calúnia contra o procurador da República Eduardo Santos. A denúncia, feita pela procuradora da República Carmen Santanna, foi recebida pela juíza federal Luciana Cunha Villar, da 2ª Vara Federal de Campos, dando início ao processo penal. Eles também responderão pelo crime de dar causa à instauração de investigação administrativa, acusando alguém por um crime que não cometeu (processo 20095103002475-5).
Em maio de 2008, por conta da operação “Telhado de vidro”, que gerou o afastamento do então prefeito, Alexandre Mocaiber, e a prisão de 18 pessoas, o MPF propôs ação de improbidade contra os vereadores à época. Quando a propositura da ação foi divulgada, a exemplo de outras iniciativas do MPF, os réus, por meio da imprensa, questionaram a lisura da conduta do procurador, acusando-o com expressões desqualificadoras como “pilantra”.
Os réus – Marcos Bacellar, Geraldo Venâncio, Nildo Cardoso, Otávio Cabral, Sadi Francisco, Maria da Penha, Álvaro César, Ailton da Silva Tavares, Alciones Cordeiro Borges, Abdu Neme, Marcus Alexandre, Ederval Venâncio, Kellenson Ayres e Dante Pinto Lucas, Jorge Gama Alves – publicaram nota paga em jornal de circulação na região, em 1º de junho de 2008, atribuindo fatos ofensivos à reputação do procurador da República, acusando-o de abuso de autoridade ao propor ação de improbidade contra eles, e de formação de quadrilha para cercear a atuação do Poder Legislativo. Além disso, o então presidente da Câmara, Marcos Bacellar, ofendeu o procurador em seu site, reforçando as acusações"
Matéria na íntegra aqui
sábado, 19 de setembro de 2009
Ministro do TSE nega liminar de justa causa para Pudim deixar PMDB
D portal do TSE, 18/09/2009 - 19h22
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Marcelo Ribeiro, negou liminar no processo em que o deputado federal Geraldo Pudim pede que seja reconhecida a justa causa para deixar o PMDB, partido pelo qual foi eleito em 2006 no Rio de Janeiro. O parlamentar pedia antecipação de tutela, ou seja, queria poder deixar o partido antes da decisão final da Corte.
O argumento do deputado é de que vem sofrendo discriminação pessoal por parte dos dirigentes da legenda. Além disso, afirma temer não ser escolhido em convenção partidária do PMDB para concorrer à reeleição no ano que vem e, dessa forma, ficar sem legenda para a disputa eleitoral.
Esta preocupação se justificaria pelo fato de o partido considerar “persona non grata” aqueles que não aceitarem o posicionamento do diretório estadual fluminense em apoiar a reeleição do governador Sérgio Cabral. Esse seria o caso de Pudim, que é um dos simpatizantes da candidatura do ex- governador Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro.
Ao negar o pedido, o ministro ressaltou que não ficou comprovado o receio de dano irreparável ou de difícil reparação que justificasse o atendimento ao pedido de liminar. Isso porque “eventual desligamento do requerente dos quadros do PMDB não importa em perda automática do mandato, que ficaria condicionada a eventual propositura de ação para esse fim e não ao reconhecimento da justa causa”. E, nesse sentido, o ministro lembrou que o próprio deputado disse na inicial do processo que o partido não pretende pedir a perda do mandato obtido nas eleições 2006.
Por fim, o ministro destacou que para concessão do pedido de liminar se exige prova inequívoca das alegações, o que não ocorreu no caso em questão, pois as provas apresentadas pelo deputado apresentam falhas, tais como cópias de ofícios sem autenticação e notícias veiculadas em mídias eletrônicas sem que as fontes tenham sido citadas.
O argumento do deputado é de que vem sofrendo discriminação pessoal por parte dos dirigentes da legenda. Além disso, afirma temer não ser escolhido em convenção partidária do PMDB para concorrer à reeleição no ano que vem e, dessa forma, ficar sem legenda para a disputa eleitoral.
Esta preocupação se justificaria pelo fato de o partido considerar “persona non grata” aqueles que não aceitarem o posicionamento do diretório estadual fluminense em apoiar a reeleição do governador Sérgio Cabral. Esse seria o caso de Pudim, que é um dos simpatizantes da candidatura do ex- governador Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro.
Ao negar o pedido, o ministro ressaltou que não ficou comprovado o receio de dano irreparável ou de difícil reparação que justificasse o atendimento ao pedido de liminar. Isso porque “eventual desligamento do requerente dos quadros do PMDB não importa em perda automática do mandato, que ficaria condicionada a eventual propositura de ação para esse fim e não ao reconhecimento da justa causa”. E, nesse sentido, o ministro lembrou que o próprio deputado disse na inicial do processo que o partido não pretende pedir a perda do mandato obtido nas eleições 2006.
Por fim, o ministro destacou que para concessão do pedido de liminar se exige prova inequívoca das alegações, o que não ocorreu no caso em questão, pois as provas apresentadas pelo deputado apresentam falhas, tais como cópias de ofícios sem autenticação e notícias veiculadas em mídias eletrônicas sem que as fontes tenham sido citadas.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Rodolfo Mesquita hoje no Sesc
Estela Albani/divulgação
Rodolfo começou a carreira no Grupo de Teatro do Liceu de Humanidades de Campos e atualmente faz sucesso no teatro carioca
Assinar:
Postagens (Atom)









