segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Sacrifício


No PMDB de Campos, o cacique Garotinho já bateu o martelo: o companheiro que vai enfrentar Arnaldo Vianna (PDT) nas eleições de outubro de 2008 é o deputado federal Geraldo Pudim.
Garotinho não quer arriscar a perder a eleição concorrendo com a mulher ou o irmão, Nelson Nahim.
Sobrou, então, para o "Pudim velho de guerra".

Música no Fórum

É hoje, às 19h, nas escadarias do Fórum Nilo Peçanha, a apresentação de um coral com 800 vozes. A iniciativa e promoção é do Centro de Cultural Musical de Campos e do incansável Jonny William.
Um belo espetáculo, sem dúvida.

Governo técnico

Um bem informada fonte ligada a Alexandre Mocaiber acaba de me telefonar para garantir que, apesar das indicações fisiológicas, o prefeito dar um perfil mais técnico ao seu governo em 2008, o último de sua administração.
O empresário Murilo Dieguez, por exemplo, que foi presidente da Codemca no governo Sergio Mendes, segundo esta fonte, está cotado para a Secretaria de Limpeza Pública, mas tem cafice e competência para comandar a área de desenvolvimento econômico.

Mal com todos

O prefeito Mocaiber, os vereadores e antigos aliados de Paulo Feijó são unânimes na insatisfação com a franqueza do ex-deputado na entrevista deste domingo na Folha.

Mais uma secretaria

Novidade informada por Feijó:
O prefeito vai criar mais uma secretaria (48ª), a do Idoso e quem vai comandar é o aliado tucano Paulo Cassiano.

O preço

O que Feijó não disse é que cada vereador terá, no orçamento de 2008, R$ 5 milhões para indicar obras onde quiser e, de preferência nos seus redutos eleitorais.
Será isso legal?

Crítica aos vereadores

Mais um trecho:

Folha – E, eleito presidente da Câmara, o que mudaria em relação ao que é feito hoje?
Feijó – Eu mudaria. Primeiro eu iria fortalecer a harmonia dos poderes. Eu acho que falta mais solidez na relação, solidez de espírito público, entre o Legislativo e o Executivo. Falta essa harmonia. Folha – Mas como falta harmonia se o Executivo tem conseguido até 15 votos entre os 17 vereadores da Câmara? Feijó – Não, mas é uma aliança frágil.
Folha – Frágil por quê?
Feijó – É frágil porque existe muita polêmica em relação a determinadas votações. Cada votação é uma negociação que o prefeito tem que se envolver; o vereador, por qualquer motivo, não quer votar. Os partidos não estão nem aí para o que acontece na Câmara; os vereadores não são cobrados pelos partidos. Essa relação tem que ser mais harmoniosa e ser consolidada com mais espírito público. A Câmara tem que ser independente, sim, do Poder Executivo. A Câmara tem que cobrar, que fiscalizar, tem que ajudar o prefeito a administrar esta cidade. A Câmara tem que ter determinadas bandeiras e aprovar comissões lesgilativas, como nós aprovamos na nossa época, problemas com a antiga Cedae, problemas dos royalties do petróleo, problemas do gás natural. A Câmara tem que estar mais inteirada e discutir os problemas que afligem nossa comunidade. Eu sinto, hoje, uma acomodação muito grande. Os vereadores fazem um varejo enorme, buscando as suas reeleições e deixando projetos importantes relegados em segundo plano.
Folha – Buscando suas reeleições em que termos?
Feijó – Hoje, existe uma preocupação eleitoral muito grande por parte dos vereadores.
Folha – Até pela insatisfação popular contra a atual Câmara, muitos apostam que ela deve passar por uma grande renovação. Acredita nisso?
Feijó – Eu tenho minhas dúvidas. Embora eu veja também, nas ruas, essas críticas, essa insatisfação em relação à atual Câmara, eu tenho que reconhecer que o vereador com mandato, hoje é detentor de uma senhora estrutura política-eleitoral. Eles têm uma estrutura de gabinete muito grande, quase que comparada a de deputados estaduais e federais. Os vereadores têm, hoje, emendas individuais, talvez um fato inédito na política do Brasil. Os vereadores destinam esses recursos...
Folha – Inédito por quê?
Feijó – Inédito porque eu nunca vi vereador, em Câmara nenhuma do Brasil, ter emendas individuais para aplicar esses recursos onde bem entenda. Isso cria uma estrutura monstruosa em relação ao poder eleitoral desses vereadores. Por mais desgastados que eles estejam, essa estrutura pesa muito na hora da decisão final eleitoral.

Feijó e Garotinho juntos???????

Outro trecho:

Folha – Você falou, há pouco, em Garotinho. No período de maior tensão da queda de braço com Cordeiro, chegou a ser especulado que você teria mantido contato com o grupo político do ex-governador. Isso ocorreu de fato? Há a possibilidade de você, que sempre enfrentou Garotinho, desde 1989, quando ele se elegeu prefeito e você vereador, ambos pela primeira vez, vir agora ser seu aliado?
Feijó – Eu tive um encontro com Pudim, que foi na minha residência. E é bom que se diga que eu sempre tive uma excelente relação com Pudim...
Folha – Excelente relação? Com Pudim? (Risos)
Feijó – É, eu sempre tive uma boa relação. Tivemos, ali, aqueles atritos de campanha, mas eu sempre tive uma boa relação. E ele esteve comigo, tivemos uma conversa sobre o quadro de Campos, ele expôs as suas preocupações, mas não passou disso. Eu não estive com Garotinho, não fui procurado por Garotinho. Eu, ao longo de 20 anos, realmente sempre divergi com Garotinho, mas hoje, Aluysio, eu também não posso fazer política olhando para trás. Nem eu e nem ninguém. Eu reconheço que Garotinho tem hoje uma rejeição muito grande. Garotinho perdeu oportunidades maravilhosas de ter feito mais por Campos. Mas eu tenho que reconhecer que Garotinho está se articulando para a eleição de 2008. Eu tenho que reconhecer que Garotinho, hoje, tem partidos importantes compondo a sua aliança. Ele tem o DEM, o PTB, tem o apoio da Igreja Universal. Temos que reconhecer também que Rosinha é uma candidata que não segura a rejeição de Garotinho. Ela se descola um pouquinho desses problemas. Então, não vou me negar de conversar, não. Se for procurado, eu vou conversar, como vou conversar com o próprio Arnaldo Vianna, com todos os políticos que queiram conversar. Essa questão do político radicalizar, eu estou revendo esse meu conceito.
Folha – Como acha que o eleitor de Campos encararia você e Garotinho no mesmo palanque?
Feijó – César Maia, que sempre foi radicalmente contra Garotinho, está aliado a ele. Muitos políticos de Campos cresceram nas costas de Garotinho, e de maneira oportunista.
Folha – Quem, por exemplo?
Feijó – Olha a história da maioria dos aliados de Garotinho, que hoje são adversários. Todos eles cresceram nas costas de Garotinho. Eu falo, aqui, 30 nomes sem dificuldade nenhuma.
Folha – Se não há dificuldade, pode enumerá-los?
Feijó – Vou falar um, para representar 30: Arnaldo França Vianna. Arnaldo só chegou à Prefeitura, em função do apoio de Garotinho. Sérgio Mendes só chegou à Prefeitura com o apoio de Garotinho.

Partido do eu sozinho

Mais um trecho:
Folha – Falando sobre diretrizes partidárias se impondo sobre interesses individuais, uma das críticas que sempre lhe foram feitas é a falta de comando sobre seu grupo político. Mesmo em seu auge, eleito deputado federal pela terceira vez, com mais de 100 mil votos, quando era apontado como franco favorito para vencer as eleições municipais de 2004, você nunca conseguiu se impor sobre os vereadores do PSDB, como o próprio Nildo e, à época, também Sérgio Diniz. Na legislatura seguinte, a atual, ajudou a eleger Otávio Cabral vereador pelo PSDB, mas não conseguiu mantê-lo no partido. Mais recentemente, rompeu com Cordeiro, a quem indicou. Como exercer uma liderança de maneira mais determinante? A nova regra de fidelidade partidária será uma aliada nesse sentido?
Feijó – Aluysio, eu concordo que eu nunca fui um homem de partido. Eu nunca trabalhei visando fortalecer o PSDB. Eu sempre trabalhei muito no sentido mais pessoal, e com o meu trabalho, os resultados eleitorais iam aparecendo naturalmente. Tanto é, que a minha ascendência política aconteceu, praticamente, até 2004. Até então, as minhas votações sempre dobraram a cada eleição. Mas, hoje, eu reconheço que eu tenho que rever esse conceito, reconheço que errei. Tenho que trabalhar mais a favor do partido, tenho que valorizar mais o meu diretório municipal, seguir as orientações da regional, da nacional. Agora, em relação aos vereadores que se elegeram e que saíram do meu partido, isso aconteceu, acredito eu, que por oportunismo desses vereadores e porque também não tinha a decisão do Supremo...
Folha – Você está falando de Otávio Cabral?
Feijó – E do próprio Nildo Cardoso. Nildo, em 2004, acabou a eleição, achou melhor apoiar Garotinho. O que eu iria fazer? Obrigar ele a ficar no PSDB? Eu não tinha ascendência.

Dono da Fundação dos Esportes?1

O que o ex-deputado não contou é que, por 13 votos a 2 (dele e do seu candidato à presidência da Fundação dos Esportes), a Executiva do PSDB aprovou a permanência do atual presidente Ivanildo Cordeiro no cargo.

Dono da Fundação dos Esportes?

Na entrevista o candidato a vereador e já à presidência da Câmara, assume que o cargo de presidente da Fundação Municipal dos Esportes pertence a ele (Feijó) e não ao prefeito ao ao partido aliado do prefeito. Confira:


Folha – E como fica a questão da Fundação Municipal dos Esportes?
Feijó – O prefeito Mocaiber tem um compromisso, assumido comigo, de fazer essa troca a partir de 1º de janeiro.
Folha – Quando ele assumiu esse compromisso?
Feijó – Ele assumiu esse compromisso na última conversa que eu tive. Até porque...
Folha – Quando foi?
Feijó – Foi há uma semana atrás (a entrevista foi feita na última quarta-feira, dia 12). Até porque, esse cargo...
Folha – Foi uma conversa pessoal?
Feijó – Pessoal, eu com Mocaiber. Mas é bom que fique claro que o cargo da Fundação dos Esportes...
Folha – É do PSDB.
Feijó – Não, nem do PSDB. Aquele cargo, Mocaiber me ofereceu quando eu nem filiado ao PSDB estava. Em março, Mocaiber me ofereceu aquele cargo, eu não tinha partido. Ele me ofereceu aquele cargo em reconhecimento à minha participação na sua vitória. E digo mais: a Fundação dos Esportes, com todo o respeito que eu tenho por essa secretaria, considero muito pequena, em relação à minha efetiva participação na eleição de 2006 e, principalmente, na eleição de 2004, quando Campista se elegeu prefeito de Campos.

Feijó na Folha

O ex-deputado Paulo Feijó (de volta ao PSDB) deu, na edição de ontem, um das entrevistas mais francas que eu li nos últimos anos. Se rendeu à sagacidade do repórter Aluysio Abreu Barbosa, e assumiu ser um dos mais legítimos representantes do mais explícito fisiologismo político.
Leia aqui, na íntegra, a entrevista publicada nas páginas 2 e 3 e, nas notas acima, os trechos mais importantes (na minha opinião):

http://www.fmanha.com.br/index.html?id=&cod=14&cm=1&pag=politica&categoria=9&buscaEdicao=&arquivo=

Manchetes do dia

Monitor Campista

CEFET LIBERA GABARITOS

O Diário

ÔNIBUS MATA MULHER EM GOITACAZES

AGENDA DO PODER

Presidente Lula

Horário Local (La Paz): menos 2h em relação a Brasília

10:30 - Encontro privado com o presidente da República da
Bolívia, Evo Morales
12:00 - Cerimônia de assinatura de atos
12:20 - Cerimônia de troca de condecorações
13:05 - Inspeção dos tratores financiados pelo Brasil
13:30 - Almoço oferecido pelo Presidente da República da Bolívia
14:45 - Deslocamento para a Residência da Embaixada do Brasil em La Paz
15:50 - Chute inicial do jogo de futebol entre times amadores
16:45 - Deslocamento para o Aeroporto Internacional de El Alto
17:30 - Partida para Montevidéu/Uruguai
21:35 - Chegada a Montevidéu - Base Aérea nº 1

Governador Sérgio Cabral


9h - Inauguração do novo sistema de distribuição de água de Coelho da Rocha
10h - Assinatura de convênio de delegação da gestão de rios e canais para a Prefeitura de Duque de Caxias
12h30 - Fórum dos Governadores ADVB 2007
18h - Coquetel de lançamento do livro "Grande Otelo, uma Biografia", do jornalista Sérgio Cabral
20h - Cerimônia de entrega do Prêmio Brasil Olímpico 2007

Prefeito Alexandre Mocaiber

11h30 - O prefeito Alexandre Mocaiber vai inspecionar nesta segunda-feira, dia 17, às 11h30, as obras da terceira Estação de Tratamento de Esgotos – ETE – a ser operada pela concessionária Águas do Paraíba.

sábado, 15 de dezembro de 2007

Retrato do caos

Na edição de hoje da Folha, o guarda civil municipal, Daniel Braga Almeida, relata um retrato fiel no trânsito em Campos, invadido por topiqueiros e motoristas de lotadas que fazem o que querem no trânsito da cidade protegidos pelo manto da omissão das autoridades municipais.

Leia aqui a matéria:

http://www.fmanha.com.br/index.html?cod=57&id=178055&cm=1&lk=1&buscaEdicao=&arquivo=&pag=geral

Manchetes do dia

Folha da Manhã

GAROTINHO QUER
TIRAR ABDU, MAS
MANTENDO EDSON


PAGAMENTO DE SERVIDORES VAI
JOGAR R$ 100 MILHÕES NO COMÉRCIO

TOPIQUEIRO
ATROPELA UM
GUARDA CIVIL


Monitor Campista

versão on line não atualizada

O Diário

versão on line não atualizada

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O amor é lindo



Os ex-governadores Rosinha e Garotinho comemoraram esta semana 26 anos de casamento. A comemoração foi no estúdio da Band Rio, onde gravam seus programas televisivos.
Ao casal, felicidades.

Foto: Blog do Garotinho

Duas Caras - capítulo de hoje


Célia pede desculpas ao delegado, se impressiona com a quantidade de moedas que foram contadas e garante que vai lutar por elas. Bernardinho elogia a proposta de enredo feita por Dália, que diz que não seria capaz sem ele. Barreto manda Gioconda marcar o jantar. Barretinho fica arrasado quando Sabrina confirma o noivado. Débora acha pouco o que Bernardo lhe dá. Evilásio estranha o convite para jantar, mas Júlia garante que o pai quer se redimir. Juvenal é recebido por Claudine e confessa não saber o verdadeiro nome da Condessa. Condessa diz que se chama Faustina, mas que para ele será sempre Morena. Condessa pede que Juvenal a ajude a criar uma ONG. Barreto convida Condessa para o jantar. Condessa diz a Juvenal que ele será seu acompanhante. Barreto garante a Gioconda que jamais se interessaria pela Condessa. Sabrina ouve tudo. Ezequiel diz que tem tido visões, inclusive com Maria Paula gritando o nome de Adalberto. Ferraço faz segredo do negócio com os chineses até para Sílvia. Sílvia reclama da comida, se defronta com Bárbara e garante a Ferraço que tudo vai mudar naquela casa. Ezequiel conta que trabalha para Ferraço, e Maria Paula o acusa de estar a serviço do patrão para vigiá-la e sai correndo. Nanã abre a porta para Ezequiel e Maria Paula se preocupa ainda mais. Nanã e Ezequiel a convencem de que não existe uma conspiração. Maria Paula decide conversar com Ezequiel. Dorgival veste o terno branco. Evilásio concorda em ir à casa de Barreto. Juvenal diz que vai ao jantar com a Condessa e os dois brindam.


(Da Assessoria da TV Globo)

Especulações 2

Se a secretária de Promoção e Desenvolvimento Social, Ana Regina Fernandes, deixar mesmo o cargo em função da candidatura do filho, é provável a volta da jornalista Jane Nunes ao cargo que ocupou nos governos Sergio Mendes, Garotinho e Arnaldo Vianna. No entanto, tem três ou quatro interessados na pasta.

Especulações 1

Há quem diga que nesta leva de substituições no primeiro escalão do governo Mocaiber deverão ser resolvidas também pendências na Fundação dos Esportes e Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.
O sonho de Mocaiber é ter Fernando Leite, de volta ao cargo, mas ainda está "preso" a um compromisso com a neoVerde Luciana Portinho.
E, na Fundação dos Esportes é esperada a substituição de Cordeiro pelo presidente do PSDB, Robson Colla como quer porque quer o ex-deputado Paulo Feijó.