terça-feira, 6 de agosto de 2013

PREFEITO DO PSOL AMANHÃ NA UENF



O prefeito de Itaocara, Gelsimar Gonzaga, um dos dois eleitos pelo PSOL em todo o país, estará na UENF nesta 4a. feira (07/08) para apresentar seu balanço político sobre a experiência que está acontecendo no seu governo na cidade de Itaocara.
Essa vinda de Gelsimar Gonzaga ocorre num momento especialmente importante de sua gestão na Prefeitura de Itaocara como ele deverá explicitar em sua fala.
O debate ocorrerá na Sala de Multimídia do Centro de Ciências do Homem a partir das 17:00 horas. O evento é aberto a todos os interessados e não apenas aos membros da comunidade universitária da UENF.

Com informações do Blog de Pedlowski (aqui)

COMANDANTE DA PM É GRADUADO EM HISTÓRIA


Do G1:


O coronel José Luís Castro Menezes, do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA), é o novo comandante-geral da Polícia Militar, segundo anúncio feito na tarde desta terça-feira (6) pela Secretaria de Segurança Pública. Ele substitui o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, exonerado na segunda (5), após um ano e 10 meses no cargo.
O secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, e o novo comandantes concedem, desde as 17h30, entrevista coletiva no auditório da secretaria, na Central do Brasil.
José Luís Castro Menezes, graduado em História pela Universidade Gama Filho, entrou na PM em 1987 e é oficial desde 2003, quando concluiu o Curso Superior de Polícia.

O TRIANON NÃO TEM UM DONO SÓ

                                                                                                           Foto publicada na capa da Folha de Manhã de 01/08/1998
Rosinha, Ilsan e Arnaldo inauguram o Trianon 1998. A obra atravessou os governos de : Garotinho, Mendes e Arnaldo


Habituado a reescrever o passado como convém aos seus interesses do momento, o deputado Garotinho anda se gabando de que construiu sozinho (veja aqui) o Trianon — só falta dizer que carregou, pessoalmente, tijolo por tijolo! — mas a verdade não é essa.
Ninguém lhe tira o justo mérito de ter iniciado o movimento que culminou na doação de US$ 1 milhão pelo Bradesco (o banco que comprou, demoliu o antigo Trianon e construiu uma agência bancária no local). Esse dinheiro deu início às obras nos anos de 1991/1992. O prefeito que substituiu Garotinho, Sérgio Mendes, enfrentou muitas dificuldades e dívidas deixadas pelo antecessor. Mas como como parte das dívidas foram para obras que ajudaram a elegê-lo, engoliu em seco e suportou o quanto pode...
Mesmo assim, de 1993 a 1996 as obras de construção do Trianon não pararam e, boa parte da alvenaria do prédio foi realizada neste período. Em sua gestão Sergio também garantiu uma segunda doação do Trianon, que deveria ser efetivada no final das obras.
De volta ao governo municipal em 1997, Garotinho deu sequência às obras concluídas 18 meses depois, quando Arnaldo Vianna (eleito vice) já tinha assumido o cargo com a renúncia do titular, e inaugurou, em 31/07/1998, o teatro. A placa foi descerrada por Arnaldo, Ilsan Vianna e Rosinha, representando o marido que, candidato ao Governo do Estado, estava impedido de comparecer.
Garotinho tem seu lugar na história do Trianon sim, principalmente pela utopia de iniciante que contagiava a todos, mas isso não lhe confere o direito de escrever uma história de personagem único.
Stálin explica.

MÍDIA NINJA E REFLEXÕES SOBRE JORNALISMO


Íntegra da entrevista dos fundadores da Mídia NINJA ontem no Roda Viva. Pablo Capilé e Bruno Torruga, sabatinados por Eugênio Bucci, Alberto Dines e Mário Sérgio Conti, lavantaram várias reflexões que são imprescindíveis para entender e fazer jornalismo hoje.
Ouvir e refletir não resultam, obrigatoriamente em concordância com tudo.
O assunto deveria estar nas salas (as que ainda existem) dos cursos de jornalismo,

UENF 20 ANOS


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

CULTURA DIZ QUE DEMITIU CONTI PELO "ALTO SALÁRIO". AUGUSTO NUNES É O SUBSTITUTO

De O Estado de S;Paulo (aqui)

Cultura atribui demissão de Conti a salário

Marcos Mendonça nega interferência no 'Roda Viva'; âncora o desmente

05 de agosto de 2013 | 19h 41



Cristina Padiglione - O Estado de S.Paulo

Presidente da Fundação Padre Anchieta desde junho, Marcos Mendonça disse que dispensou Mario Sérgio Conti do posto de mediador do Roda Viva porque seu salário era alto. Seu substituto, Augusto Nunes, segundo ele, ganhará um salário “bem menor”. Mendonça nega que tenha dispensado Conti pelo fato de ele ter desmarcado a entrevista que o jornalista já havia agendado com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – depois reconvidado por Conti – para o programa que foi ao ar 1º de julho.
Conti deixa mais dois programas gravados - JF Diorio/Estadão
JF Diorio/Estadão
Conti deixa mais dois programas gravados
O episódio que atribui a saída de Conti à entrevista de FHC foi relatada no último domingo pelo jornalista Elio Gaspari no jornalFolha de S.Paulo. Ao Estado, Conti confirmou que a direção da TV Cultura desmarcou a entrevista com FHC. “Ela só foi feita porque convidei novamente o presidente”, concluiu.
A entrevista com FHC de fato chegou a ser desmarcada naquela ocasião. Como o ex-governador José Serra havia estado no programa uma semana antes, houve quem sugerisse que a presença de FHC, uma semana depois, soaria proteção aos tucanos, mesmo porque os cofres do governo do Estado de São Paulo, administrado pelo PSDB, abastecem a maior parte do caixa da TV Cultura.
“Mas eu não participei desse episódio”, reforçou Mendonça ao Estado, ontem, em entrevista por telefone. “Isso deve ter ocorrido porque o Fernando Henrique iria um dia antes no Canal Livre, da Bandeirantes, e talvez a sua presença aqui, no dia seguinte, ficaria muito repetitiva, mas eu sou ligado aos tucanos, sou amigo do Fernando Henrique, jamais o desconvidaria para o que quer que fosse.”
Mendonça atribui ao salário de Conti o motivo da saída. Disse que a Fundação hoje tem um rombo de R$ 43 milhões. A repórter se espanta: “Mas quando o senhor assumiu, esse déficit não era de R$ 15 milhões? Ele sobe a cada vez que nós conversamos”. Ao que Mendonça respondeu: “Pra você ver: Toda gaveta que a gente abre vai aparecendo uma coisa”.
Apesar da justificativa econômica, Conti tem contrato até setembro, o que demandará o pagamento de uma multa rescisória de pouco mais de um mês – o jornalista tem mais duas edições prontas para ir ao ar – quando o salário do novo âncora já estará valendo.


CONTI SE DESPEDE DO RODA VIVA



O jornalista Mário Sérgio Conti se despediu agora há pouco do programa Roda Viva, que vinha apresentando desde 2011. Seu contrato, que venceria em setembro desde ano, foi antecipado por decisão da direção da Fundação Padre Anchieta, do Governo do Estado de São Paulo, que controla a emissora.
Os últimos entrevistados foram Pablo Capilé e Bruno Torruga, fundadores da Mídia NINJA.


Veja a notícia no Portal Imprensa  (aqui) e na coluna de ontem do Élio Gaspari.


Mario Sergio Conti deixa o comando do “Roda Viva”, da TV Cultura

Redação Portal IMPRENSA | 05/08/2013 12:00
Mario Sergio Conti não é mais o apresentador do "Roda Viva", da TV Cultura. Em reunião realizada na última quinta-feira (1/8), a direção decidiu que ele deve deixar o programa como parte da reestruturação do canal, agora sob o comando Marcos Mendonça, novo presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura.

Crédito:Divulgação
Reestruturação da emissora é responsável pela saída de Conti do "Roda Viva"

Segundo a Folha de S.Paulo, Augusto Nunes deve ser o novo apresentador do programa.
Conti assumiu o comando em agosto de 2011, com a saída de Marília Gabriela. Os próximos três programas, já gravados, ainda o terão como apresentador.

A Cultura confirma a saída do jornalista, mas não informa quem ocupará o seu lugar no programa. A edição desta segunda-feira (5/8) foi gravada com antecedência e terá Conti como apresentador. O novo âncora deve assumir o cargo na próxima semana.




O TUCANO QUIS TIRAR FHC DO AR
Coisas que só acontecem no ninho dos tucanos. O jornalista Mario Sergio Conti, que dirige e apresenta o programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura, do governo paulista, foi informado de que seu contrato, vigente até o final de setembro, estará rescindido ao fim deste mês. A lâmina foi passada pelo doutor Marcos Mendonça, que assumiu a direção da emissora em junho.
Pouco depois da posse de Mendonça, Conti havia convidado o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para ser o entrevistado da semana. Desde 2011, quando João Sayad levou-o para a TV Cultura, o jornalista tinha autonomia para escolher o convidados.
Mendonça é um mandarim do aparelho tucano e já ocupou a Secretaria de Cultura de São Paulo. Sem qualquer discussão interna, ou notícia a Conti, telefonou para o ex-presidente, retirando o convite. No seu melhor estilo, FHC encaixou o golpe. Quando Mendonça comunicou o desconvite a Conti, ele condenou a grosseria com o ex-presidente, lembrou a autonomia que Sayad lhe dera e informou que a exerceria, mantendo a entrevista. Ligou para FHC que, novamente no seu melhor estilo, disse-lhe "lá estarei". E lá esteve, cerimoniosamente recepcionado por Mendonça. A entrevista foi ao ar no dia 1º de julho.
Não há registro de episódio semelhante, com dono de emissora desfazendo um convite aceito por um ex-presidente da República. Quem chegou mais perto foi o comandante do 1º Exército, em 1969, quando mandou passar a tesoura em declarações de d. Yolanda Costa e Silva, mulher do marechal que estava entrevado, no Palácio Laranjeiras.
Em 1978, quando censores quiseram impedir que uma entrevista de Lula à TV Cultura fosse ao ar, o governador Paulo Egydio Martins mexeu-se e o presidente Ernesto Geisel enquadrou-os.
Amanhã, o Roda Viva entrevistará Pablo Capilé, do Mídia Ninja.


COMEÇA O CENTENÁRIO DE JOSÉ CÂNDIDO DE CARVALHO

"Inaugurado em 5 de agosto de 1914", como ele mesmo descreveu seu nascimento, o escritor José Cândido de Carvalho faria hoje 99 anos. Portanto, começa oficialmente nesta data o centenário do campista que mais se destacou na literatura brasileira. O autor do memorável "O Coronel e o Lobisomem", nasceu e morreu no mês de agosto: faleceu em Niterói, onde morava, em 1 de agosto de 1989.
Para o próximo ano já estão previstas várias homenagens, como na Bienal do Livro, que terá José Cândido como tema.
Eleito para a cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 1974, José Cândido escreveu o primeiro romance em 1936, "Olha para o céu Frederico" e só três décadas mais tarde escreveria o segundo e sua maior obra, "O coronel...". Jornalista e funcionário público (foi presidente da Funarte), o escritor legou ainda "Ninguém mata o arco-íris", um retrato de figuras brasileiras dos anos 70/80 e diversos livros de contos.

Biografia aqui no portal da ABL.

MICHEL TELÓ CANTA HOJE NA PRAÇA POR R$ 158.950,00

Para quem se assustou com o valor do cachê pago pelo Governo Rosinha à cantora Maria Bethânia (aqui), segura essa: o cantor Michel Teló sobe, hoje, ao palco montado na Praça do Santíssimo Salvador por R$ 158.950,00 e a Banda Cheiro de Amor, que cantou hoje, R$ 84.150,00.
E o padre Fábio de Melo, o galã católico, canta amanhã, no dia do Padroeiro, por R$ 81.251,50.
Os dados estão no Portal da Transparência no Portal da PMCG. É só procurar no link de despesas pagas nos últimos 10 dias. No caso dos três shows acima, os valores foram pagos na última sexta-feira, dia 2. Confira abaixo:


Clique na imagem para ampliar.

Michel Teló, embolsou R$ 158.950,00 para cantar hoje na Festa de SS Salvador
O padre-cantor Fábio de Melo, canta amanhã por um cachê de R$ 81.251,50

Aline, da Banda Cheiro de Amor. Grupo recebeu R$ 84.500,00 pelo show de ontem




Veja aqui e aqui outras postagens sobre valores de cachês pagos pela Prefeitura de Campos, referentes ao Verão 2013. Todas devidamente comprovadas com publicação no Diário Oficial.

domingo, 4 de agosto de 2013

MÍDIA NINJA AMANHÃ NO RODA VIVA

Pablo Capilé, um dos fundadores do grupo Mídia Ninja, que ficou conhecido por transmitir ao vivo as manifestações de rua no Rio e São Paulo, é o convidado de amanhã do Roda Viva, programa de entrevistas que vai ar a partir das 22 h na tv cultura. Aliás, na página 8 de hoje de O Globo tem uma ótima matéria sobre o Ninja, que quer dizer Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

HISTÓRIAS DE WILSON BAPTISTA




Histórias de Wilson

No espetáculo “O samba carioca de Wilson Baptista”, que vai até dia 17, no Rio, o ator Rodrigo Alzuguir leva ao palco uma história pouco conhecida. Certa vez, um ladrão invadiu a casa de Wilson, que, brincando, falou ao bandido:

— Tá vendo aquela casa ali? É do Procópio Ferreira. Lá que está a grana.

A CEDAE, SEGUNDO CHICO CARUSO

Publicada na primeira página de O Globo de hoje.

VIDIGAL ASSUME SECRETARIA EM SJB



“Venho com muita satisfação e me orgulho do grupo ao qual agora participo”.
Ranulfo Vidigal, novo secretário da Fazenda de SJB.

Foto: Blog do Paulo Noel aqui.

Mais sobre o assunto aqui no post "NEM TUDO É O QUE PARECER SER"

ARIANO SUASSUNA DÁ AULA-ESPETÁCULO, SÁBADO, NO MUNICIPAL



Ariano Suassuna, autor de obras como O Auto da Compadecida, A Pedra do Reino e Uma Mulher Vestida de Sol, chegará ao Rio de Janeiro neste sábado (03) com o projeto Ariano Suassuna – Arte como Missão, no Theatro Municipal, na Cinelândia. Será uma grande aula-espetáculo com um bate-papo com o ocupante da cadeira nº 32 da Academia Brasileira de Letras que conversará sobre arte, mercado e identidade cultural. Aos 86 anos, Suassuna já passou com o projeto em Brasília e Fortaleza e, depois do Rio, seguirá para Salvador, Curitiba e São Paulo. “Acho que tenho a obrigação de mostrar ao povo uma alternativa para essa arte de quarta categoria que anda se espalhando por aí, corrompendo o gosto do nosso povo, procurando nivelar tudo pelo gosto médio”, disse o autor no evento de Brasília.
No mesmo dia será inaugurada uma exposição fotográfica sobre Suassuna no foyer da Caixa Cultural, com 30 fotos feitas pelo artista plástico e fotógrafo Alexandre Nóbrega - genro de Suassuna que o acompanha há dez anos e viaja com ele pelo Brasil para cumprir compromissos. 
A Caixa também exibirá, dias 3 e4, uma mostra de filmes sobre o dramaturgo.

Da coluna de Bruno Astuto da Época on line. 


EDITORA ABRIL FECHA QUATRO REVISTAS, INCLUSIVE A BRAVO!



A editora Abril está fechando na tarde desta quinta-feira 1º de agosto as revistas Gloss, Alfa e Lola. Ontem (quarta) já havia sido anunciado o fim da revista Bravo. Também foram “descontinuados” (eufemismo para fechados) os sites da Contigo e o abril.com. Já são mais de 150 funcionários demitidos nas últimas horas --nas redações citadas e também no portal M de Mulher, nas revistas Info, Recreio, Contigo e Claudia e no site Bebê.com. A expectativa nos corredores do prédio da Marginal Pinheiros é que mais títulos entrem no corte.

Íntegra aqui

NEM TUDO É O QUE PARECE SER


Vidigal de volta a São João da Barra

A nomeação para tomar conta do cofre do prefeito Neco, em São João da Barra, não significa, como pode
parecer aos menos atentos, um indício de rompimento do ex-prefeito sanjoanense, Ranulfo Vidigal, com o  grupo político comandado pelo deputado Garotinho. 
Garotinho e seus aliados, principalmente o ex-adversário Betinho Dauaire, estão travando uma batalha para derrotar a ex-prefeita Carla Machado, que já foi aliada de todos e, na eleição passada, garantiu a eleição de Neco na sua sucessão derrotando Dauaire e seu novo amigo Garotinho. Na Justiça, Garotinho prega publicamente a cassação de Neco, a prisão de Carla e nova eleição.
Como Ranulfo sobrou na última reforma no secretariado de Rosinha em Campos (era presidente do CIDAC), é normal entender que tenha rompido com o grupo que acompanha desde os tempos do Muda Campos e se aliar aos adversários de Garotinho em São João da Barra. Parece, mas pode não ser bem assim.
Aí, como diz a música de Chico Buarque, a notícia carece de exatidão: 
1- Ranulfo não perdoa Betinho por ter conspirado contra ele quando foi prefeito e cassado a poucos dias de encerrar o governo em 1996 na prefeitura de São João da Barra. Por isso marcou posição e apoiou a candidatura de Neco no ano passado.
2 - Carla e Neco não formam mais uma dupla. Estão muito longe disso e quem garantiu ao Blog agora há pouco foi uma fonte insuspeita ligada à ex-prefeita Carla. Os adjetivos atribuídos por essa fonte a Neco são impublicáveis.

Por isso é bem mais fácil Ranulfo Vidigal - parceiro de partidas de xadrez de Garotinho desde os idos tempos liceístas - estar cumprindo a missão de cooptar Neco para o PR do que o contrário.
É esperar para ver.


IMTT RETIRA PLACA COM NOME FALSO DA PONTE LEONEL BRIZOLA

                                                                                                                                Foto: Ricardo André 01/08/2013 13h45
Poste na subida da ponte,  próximo ao Mercado Municipal ,já sem a placa ilegalmente colocada no fim de semana


                                                                                                                                                           Foto: Ricardo André 30/07/2013 
Foto de terça-feira mostra placa com nome falso da ponte que, segundo lei aprovada na Alerj, chama-se Leonel Brizola


Menos de 48 horas depois da publicação do alerta feito aqui no Blog,  da ilegalidade praticada pelo pessoal da ex-EMUT (atual IMTT), foi retirada a placa de sinalização que identificava a ponte Leonel Brizola como Ponte "Rosinha".
Ponto para os técnicos e dirigentes do Instituto Municipal de Trânsito e Transportes que reconheceram o erro e corrigiram em tempo hábil.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

FÉRIAS ESTENDIDAS E BANCADA MAIS GORDA

    Enquanto isso, na planície goitacá os vereadores vão esticar o descanso por mais uma semana e só pegam no batente no próximo dia 7 de agosto, depois, é claro, da tradicional Festa do Santíssimo Salvador.
E, há quem diga que a bancada governista vai estar engordada de mais um aliado. Agora serão 22 a 3. Isso me faz lembrar a letra de "Cálice", música de Chico Buarque e Gilberto Gil no trecho em que diz:
   "De muito gorda a porca já não anda..."

DE VOLTA E EM AGOSTO



Depois de duas semanas de descanso os deputados e senadores voltam ao trabalho amanhã com a reabertura das duas Casas. Na Câmara a prioridade, segundo o presidente Eduardo Henrique Alves (PMDB-RN) e votar o projeto dos royalties do pré-sal para Educação e Saúde e, no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) jura que a pauta será de temas de interesse do Governo Federal.
Dilma que se cuide, afinal é agosto e esses dois não são flores que se cheiram.
Nunca foram.

EMBARGOS DO MENSALÃO COMEÇAM A SER JULGADOS DIA 14

Condenado a 10 anos e 10 meses de prisão, Dirceu tenta reduzir
 a pena para cumprí-la em regime semi-aberto


O destino dos condenados na Ação Penal 470 (mensalão) começa a ser selado no próximo dia 14, quando o Supremo Tribunal Federal começa a julgar os embargos.A previsão é que as penas dos condenados, incluindo o ex-ministro José Dirceu, os deputados federais José Genoíno e João Paulo Cunha do PT, e Valdemar Costa Neto (PR), além do publicitário Marcos Valério e outros, sejam cumpridas a partir de setembro. Reveja aqui os 25 condenados.
Amanhã o STF reabre o ano judiciário após o recesso de meio de ano.

INVASÃO NA CÂMARA DO RIO



Manifestantes que protestavam desde cedo no Centro do Rio de Janeiro invadiram agora há pouco as dependências da Câmara Municipal da cidade, no prédio histórico na Cinelândia.

CABRAL VAI CEDER TRÊS HELICÓPTEROS PARA A PM, POLÍCIA CIVIL E BOMBEIROS

Da Época (aqui):
LEOPOLDO MATEUS
31/07/2013 20h24 - Atualizado em 31/07/2013 20h37



Acuado pela onda de protestos que tomou conta da zona sul do Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB), afirmou com exclusividade a ÉPOCA que irá abrir mão de três dos sete helicópteros usados pelo governo do Estado. “Em primeira mão, confirmo a passagem de um helicóptero para o Corpo de Bombeiros. Vou passar também um helicóptero, que era usado pelos secretários, para a Polícia Civil e um terceiro para Polícia Militar”, disse. A decisão ocorre após a divulgação, no começo do mês, de que o governador fazia uso de um dos sete helicópteros para passar os fins de semana com a família em sua casa de praia, em Mangaratiba, no interior do Rio. O episódio agravou a crise enfrentada por Cabral. 


Cabral ainda afirmou também que fará um decreto para regular o uso dos helicópteros do Governo. “Vamos também fazer um decreto regularizando o uso dos helicópteros, baseado no de Minas, de 2005, no do governo federal, de 1999, e no governo do Pará, de 2011, que foram os únicos três que encontramos”. Segundo a mais recente pesquisa do Ibope, Cabral tem a pior avaliação entre 11 governadores pesquisados.

O governador também falou sobre política. Disse que seu candidato a governador é, definitivamente, o vice-governador Luiz Fernando Pezão, e que não trabalha com a hipótese de a presidente Dilma ter dois palanques no Rio no ano que vem, um com Pezão e outro com o senador Lindberg Farias, pré-candidato petista. “Não trabalho com essa hipótese, porque não foi assim que construímos nossa parceria nesses anos. Foi com uma confiança recíproca, respeito recíproco, e com resultados concretos para a população do estado”.

ÉPOCA - Como o senhor avalia essa grande queda de popularidade diagnosticada nas últimas pesquisas?


Sérgio Cabral - Houve uma queda generalizada no Brasil, no momento seguinte às manifestações. Eu sempre vejo com muito respeito e humildade as pesquisas, tanto quando estou bem quanto quando estou mal. Eu sempre estive sobre avaliação popular. Temos que respeitar isso.

ÉPOCA - O senhor disse ontem que teria se distanciado um pouco da população, adotando uma postura um tanto quanto arrogante. O que o senhor pretende fazer, em termos de medidas práticas, pra tentar mudar essa situação?


Cabral - Voltar a ser o que eu sempre fui. Eu sempre fui acolhido pela população, não só na hora da avaliação popular, que é a hora da eleição. Fui o deputado mais votado do Brasil, senador mais votado do Rio, governador reeleito. A população sempre me tratou com muito respeito. Eu quero voltar a ser o que eu era. Sou uma pessoa do diálogo, busco sempre o entendimento. Houve um distanciamento. O grande ensinamento é esse, estamos em um democracia. Aqui no Governo sempre estive aberto ao dialogo e a população recebeu bem isso. O Rio é um estado onde os questionamentos, as inquietações são sempre mais acaloradas. É uma marca do Rio, sempre foi.

ÉPOCA - O senhor fez um apelo ontem para que os manifestantes deixassem a porta da casa do senhor. O senhor pretende tomar alguma atitude que vise atender a alguma reivindicação específica dos manifestantes para negociar essa saída?


Cabral - Eu já me coloquei à disposição dos que ali estão, para o diálogo. Tanto que houve uma parte que veio conversar. Estou sempre aberto, já dei essa mensagem. O que eu quis chamar atenção ali é que como presidente da Assembléia sempre trabalhei com as galerias cheias. Já fui aplaudido, já fui vaiado. Isso é do jogo político. Eu não vou me refugiar com meus filhos, é onde eu moro. Um menino de 6 anos e um de 11 anos, O que eles tem a ver com a luta política do pai? Vem pro palácio. Esse é um apelo de pai. É uma coisa física. Não é que eu queira poupar meus filhos das vitórias ou derrotas do pai deles. É uma questão física.

ÉPOCA - O senhor cogita vender alguns dos helicópteros do estado, por exemplo?


Cabral - Eu confirmo, em primeira mão, a passagem de um helicóptero para o Corpo de Bombeiros, um outro, que era usado pelos secretários, para a Polícia Civil, e de um terceiro para Polícia Militar. Vamos também fazer um decreto regularizando o uso dos helicópteros, baseado no de Minas, de 2005, no do Governo Federal, de 1999, e no Governo do Pará, de 2011, que foram os únicos três que encontramos.

ÉPOCA - Pensando no ano que vem, o candidato do senhor é definitivamente o vice-governador Pezão, ou existe a hipótese de o senhor apoiar outro nome?


Cabral - Eu não tenho a menor duvida de que o melhor nome para o Estado é o Pezão. Ele reúne em torno de si as características mais importantes para um governante. Ele é melhor do que eu. É um grande gestor, transformou Piraí em uma referencia nacional, quando foi prefeito. Foi um baita vice-governador e coordenador de infra-estrutura do Estado. O Rio hoje tem R$ 20 bilhões em obras.

ÉPOCA – Existe, para o senhor, a hipótese de Dilma ter dois palanques no Rio em 2014, um com o vice-governador Luiz Fernando Pezão(PMDB) e outro com o senador Lindberg Farias(PT), ou o senhor não trabalha com essa hipótese?


Cabral - Não trabalho com essa hipótese, porque não foi assim que construímos nossa parceria nesses anos. Foi com uma confiança recíproca, respeito recíproco, e com resultados concretos para a população do estado.

ÉPOCA - Um apoio do senhor a Lindberg Farias é completamente descartado, ou seria possível em algum contexto?


Cabral - Eu tenho o maior respeito pelo senador Lindberg, como senador que eu ajudei a eleger. Mas entendo que nós temos o direito de lançar nossa proposta à sucessão, que é o Pezão. Espero que o PT esteja junto conosco para que a gente reproduza em 2014 as duas alianças com êxito em 2010 e 2012.

ÉPOCA - Foi divulgada uma declaração recente do senhor em que o senhor teria dito que seus filhos têm Neves no sobrenome. Em caso de o PT lançar mesmo Lindberg, o senhor cogitaria apoiar Aécio no ano que vem?


Cabral - Foi uma distorção grande de alguma fonte daquela reunião. Eu sou amigo da presidenta Dilma, quero apoiar a presidenta Dilma. Eu apenas descrevi os pré-candidatos, falei que Marina estava muito forte no Rio, e fui descrevendo como via Marina, Eduardo (Campos), política de talento da minha geração, que fez um excelente governo em Pernambuco, e o Aécio que fez um excelente governo em Minas e é pré candidato do PSDB. Esse eu conheço muito, não porque fui casado com a prima dele (Susana Neves), mas porque conheço desde 1983. Eu nunca escondi para o Lula nem para Dilma minha amizade com ele. Em 2006, ele veio ao Rio apoiar o (Eduardo) Paes para governador. Em 2008, eu trouxe Eduardo para o PMDB e ele veio aqui para apoiar o (Fernando) Gabeira para prefeito. Em 2010, eu fui candidato à reeleição e ele veio aqui apoiar o Gabeira. Em 2012, ele veio apoiar o Otávio Leite (PSDB) contra o Paes. E sempre conversamos. Tenho enorme carinho pra ele e ele por mim.

INAUGURADO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE ÓBITO (SVO)


O Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA) inaugurou, na manhã desta quarta-feira, o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), que vai atender a todo o Norte e Noroeste Fluminense na verificação das mortes por causas clínicas - os óbitos de causa violenta, como acidentes e homicídios ou suspeitos continuam sob responsabilidade do Instituto Médico Legal (IML) – a fim de auxiliar os municípios em políticas de prevenção de doenças. Durante a solenidade, o deputado estadual Roberto Henriques, que ajudou a agilizar a implantação do serviço junto à secretaria estadual de Saúde, foi homenageado com a Medalha Benedito Pereira Nunes, comenda concedida pela Fundação Benedito Pereira Nunes (FBPN), entidade filantrópica mantenedora do HEAA e da Faculdade de Medicina de Campos (FMC) a personalidades que prestaram relevante apoio à mantenedora e suas mantidas.

O diretor do HEAA, Jair Araujo Junior, lembrou em seu discurso que, após assumir o mandato de deputado estadual, em 2011, Roberto Henriques o procurou, como fez com todos os diretores de hospitais, para saber em que poderia ajudar. Do diretor do HEAA ouviu que já havia um projeto aprovado, inclusive com empenho do secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, para a implantação do SVO, e que gostaria de ajuda na agilidade do processo. Roberto Henriques conversou várias vezes com o secretário e técnicos da secretaria estadual de Saúde, ajudando a acelerar a implantação do serviço.

Em seu discurso, Roberto Henriques defendeu a união dos governos federal, estaduais e municipais, fundamental para a saúde, e pregou contra o que chamou de “mal da separação”, não só na saúde, que atrasa e prejudica o funcionamento do Sistema Único de Saúde, mas em todos os setores da gestão pública. Ele definiu a integração como fundamental e afirmou que como parlamentar seu papel, por obrigação, é contribuir com as demandas da sociedade. Além de ajudar na implantação do SVO, Roberto Henriques também tem intercedido para a chegada dos novos leitos de UTI ao hospital de ensino, já aprovados pela secretaria estadual de Saúde.

Participaram da solenidade o diretor de Vigilância em Saúde da Prefeitura, Charbell Kury, representando o secretário municipal de Saúde, Chicão Oliveira; o diretor do HEAA, Jair Araujo Junior; o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental do governo estadual, Alexandre Otávio Chieppe, representando o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes; o presidente da Fundação Benedito Pereira Nunes (FBPN), Márcio Sidney; o deputado estadual Roberto Henriques; o ex-presidente da FBPN, Almir Jesus do Nascimento e o secretário municipal de Família e Assistência Social, Geraldo Venâncio.

31/07/2013

Assessoria de comunicação do deputado estadual Roberto Henriques

FREIXO APOIA CAMPANHA DA ADUENF


Do Blog da Aduenf (aqui)

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) tem sido um dos principais defensores da UENF dentro da ALERJ nos últimos anos.   Ao ser informado da campanha deflagrada pela ADUENF em defesa do regime de Dedicação Exclusiva na UENF,  Marcelo Freixo decidiu enviar também uma imagem de apoio à luta que está sendo realizada para manter o modelo de universidade criado por Darcy Ribeiro.

Com esse apoio, Marcelo Freixo reafirma seu apoio à luta pelo fortalecimento das universidades estaduais do Rio de Janeiro.


Quem quiser também apoiar a campanha "Fim da DE. Isso não me representa", pode enviar sua imagem para aduenf@gmail.com. 

Todo apoio é importante na luta por uma UENF que esteja à altura das suas tarefas históricas!

ROSA DOS VENTOS




DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo
Depois de um primeiro momento de agitação com tendência à infidelidade provocada pela queda geral da avaliação de governantes - notadamente da que habita o Planalto -, partidos, políticos e até empresários adotam a velha combinação de prudência e caldo de galinha, receita que não faz mal a ninguém.
A palavra de ordem é conter o ímpeto da crítica e da debandada até sentir para onde sopram os ventos das manifestações, da popularidade da presidente Dilma Rousseff, da capacidade de seus prováveis oponentes em 2014 arrebatarem ao menos em parte o patrimônio perdido pelo PT e até da probabilidade de Lula se candidatar.
Diante das dúvidas (a maior delas diz respeito à recuperação de Dilma) e da incerteza sobre qual o caminho mais acertado a tomar anda valendo o velho lema: quando não se sabe o que fazer, melhor não fazer nada.
Prova é o recuo do PT no tom do documento discutido pelo diretório nacional do partido dias atrás. Inicialmente continha críticas à política econômica e pedia revisão das alianças com "os conservadores" para fazer a rota de retorno à esquerda. Tudo isso foi tirado para, de um lado, preservar Dilma e, de outro, não queimar caravelas com os aliados antes do tempo.
Compasso de espera é a expressão que define o momento. A questão é: até quando? Não se sabe ao certo mas no início de outubro, quando acaba o prazo para filiações partidárias dos candidatos em 2014, o quadro estará mais definido. Não porque quaisquer dos pretendentes a presidente - à possível exceção de José Serra - estejam pensando em mudar de partido, mas porque a partir daí seus aliados já não poderão abandonar os barcos sem abrir dissidência explícita nem se submeter aos riscos daí decorrentes.
Uma mudança, entretanto, parece consolidada: antes das manifestações os partidos aliados do governo não viam opção fora da reeleição de Dilma. Hoje ainda não conseguem dizer qual seria a alternativa, mas sabem que ela não é a única.
Volta por baixo. De mola que leva ao alto, Sérgio Cabral Filho virou âncora que prende ao fundo, com seus minguados 12% de avaliação positiva à frente do governo do Rio. De onde sua companhia tornou-se um embaraço federal para seus parceiros na política.
Resultado da conjugação de abuso de poder na prática de hábitos faustosos, provincianismo político (demonstrado na excessiva confiança na influência de Lula sobre o Congresso quando da discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo) e arrogância tardiamente assumida com a promessa de ser "mais humilde".
Cabral, reeleito em 2010 no primeiro turno com votação espetacular, confundiu apoio popular com salvo-conduto para transgredir todas as regras. Sejam as de civilidade no convívio com os governados, sejam as balizas legais que exigem do governante respeito à transparência, à impessoalidade e à probidade.
O governador achou que ninguém iria se incomodar com o fato de destratar professores, médicos e bombeiros chamados de vândalos e bandidos no exercício de movimentos reivindicatórios; de passar boa parte do tempo viajando ao exterior, incluindo aí ocasiões em que o Rio foi atingido por tragédias às quais não dava a devida importância evitando aparecer em público em momentos adversos. Cabral considerou que, ao abandonar entrevistas no meio porque não gostava das perguntas, afrontava a imprensa - quando o gesto significava interdição do diálogo com a sociedade.
Acreditou-se inimputável. Não teve noção de limite. Agora se diz arrependido por influência das palavras do papa. Ao que alguns chamam de senso de oportunidade outros dão o nome de oportunismo. Para não falar no egoísmo de pedir aos manifestantes que se retirem da porta de sua casa porque tem "filhos pequenos", sem se importar com os filhos dos vizinhos.

O PAÍS DAS MULTIDÕES


POLÍTICA

O país das multidões

Elio Gaspari, O Globo
Em apenas dois meses, pode-se estimar que pelo menos cinco milhões de brasileiros tenham ido às ruas. A maior parte deles, festejando a fé com o Papa Francisco. Outros, reclamando nas passeatas que tomaram as avenidas em quase todos os estados.
Exatamente nesses dois meses, os poderosos do país mostraram que não estão entendendo nada, ou não querem entender.
Aconteceram, ou tornaram-se públicas, as seguintes gracinhas, todas amparadas pela lei. Mesmo nos casos em que o ronco da rua provocou recuos, eles foram apresentados como atos voluntários. Esse é um Brasil que faz tudo de acordo com as normas, suas normas.
Começando pelos tribunais, que vivem um doce momento, embalados pelo julgamento do mensalão: o Tribunal de Contas da União decidiu que 4.900 magistrados têm direito a receber auxílios-alimentação retroativos a 2011. Uma conta de R$ 312 milhões. Um de seus ministros, Raimundo Carreiro, mostrou ao país que sua idade, como a Terra de Galileu, eppur si muove. Para se aposentar como servidor do Senado, nasceu em 1946. Para permanecer no Tribunal, veio ao mundo em 1948.
Exercitando um direito de todos os procuradores, o atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, recebeu R$ 580 mil referentes a bônus-moradia e licenças não gozadas. Comprou um apartamento em Miami, avaliado em US$ 480 mil, “modesto”, nas suas palavras, e considera “violação brutal da minha privacidade” a divulgação dessa informação. O ministro tem um apartamento funcional em Brasília, mas, justificando suas viagens ao Rio de Janeiro, informou que faz isso “regularmente há mais de dez anos”, como outros magistrados. Com a viúva pagando.
Passando-se ao Executivo, o custo da maquiagem da doutora Dilma em suas aparições em cadeia nacional de TV passou de R$ 400 para R$ 3.181 em menos de três anos.
Alguns de seus ministros rompem o teto salarial do serviço público (R$ 28.059) com as Bolsas Conselho. Guido Mantega, por exemplo, fatura R$ 43.202 mensais. Tudo dentro da lei.
No Congresso, os doutores Henrique Alves e Renan Calheiros voaram pela JetFAB. Um foi para o Rio e o outro para um casamento. Diante do ronco, indenizaram a Viúva.
Saindo-se do Brasil do andar de cima, no de baixo chega-se à Escola Cândido de Assis Queiroga. Ela fica no município de Paulista, no sertão paraibano, onde vivem 11 mil pessoas. Seu Índice de Desenvolvimento Humano no indicador de educação (0,461) está abaixo da média nacional (0,637).
Lá, Jonilda Alves Ferreira, de 44 anos, formada em Economia, leciona matemática por R$ 1.500 mensais. Ela ensina frações fazendo “vaquinhas” e levando alunos a pizzarias. Qualquer pessoa que vê uma pizza entende o que são frações ordinárias, mas quem provar que se pode nascer em 1946 (para ganhar aposentadoria) e em 1948 (para continuar num cargo) certamente revolucionará as ciências.
A escola da professora Jonilda conseguiu cinco medalhas de ouro, duas de prata e três de bronze na última Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Sozinha, acumulou mais prêmios que muitos estados.
A repórter Sabine Righetti perguntou à professora se a escola tem laboratório de informática. Tem, pago, porém parado: “Estamos esperando o técnico para usar os computadores.”

Elio Gaspari é jornalista.

Publicado na edição impressa de hoje de O Globo. Folha de S. Paulo e aqui no Blog do Noblat.

terça-feira, 30 de julho de 2013

ROSINHA COBRA DEFESA DA SUA "POLÍTICA CULTURAL"

A prefeita Rosinha tem que se queixado de alguns de seus auxiliares na área cultural, especialmente seus colegas da velha guarda do teatro nos anos 80, pela falta de demonstração pública de solidariedade à presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.
A prefeita entende que quando a principal dirigente da Cultura no município tem sua atuação questionada, é o governo que está sendo criticado e gostaria de ver os muitos artistas que acolheu em na administração defender o que chama de sua "política cultural".
Quer que seja lembrado que ela reabriu o Museu de Campos, fez o sambódromo, está resgatando o Centro Histórico da cidade, vai recuperar o Palácio da Cultura e o Teatro de Bolso...
Rosinha lamentou, nem tão baixo que ninguém ouvisse e nem tão alto que parecesse uma ordem, que gostaria que as mesuras não ficassem apenas entre quatro paredes. Quer defesas públicas e veementes.
Tem gente se fazendo de morta, sem trabalhar por conta da gripe e até a dengue reapareceu no cardápio de desculpas esfarrapadas. Um dos que ouviram a reclamação da prefeita jura que a situação não vai ficar assim.

ANP CONTESTA DECISÕES DA JUSTIÇA FEDERAL SOBRE REGRAS DOS ROYALTIES




A Agência Nacional do Petróleo (ANP) ajuizou Reclamação (RCL) 16081 com pedido de tutela antecipada, no Supremo Tribunal Federal (STF), para questionar um conjunto de sete decisões proferidas pela Justiça Federal acerca das novas regras de distribuição dos royalties do petróleo e gás natural. Na RCL, os procuradores federais que representam a ANP sustentam que as decisões ultrapassam o rol de dispositivos que foram suspensos pela liminar deferida, em março deste ano, pela ministra Cármen Lúcia na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917.
As decisões questionadas atenderam a pedidos de municípios que se sentiram prejudicados pela ampliação do grupo daqueles legitimados ao recebimento de royalties relativos a instalações de embarque e desembarque de hidrocarbonetos. Ocorre, diz a ANP, que os dispositivos mencionados nas decisões de primeira instância não foram impugnados na ADI 4917, ajuizada no STF pelo Estado do Rio de Janeiro.
Segundo a RCL, as decisões proferidas pela Justiça Federal entenderam que o parágrafo 3º do artigo 48 e o parágrafo 7º do artigo 49 da Lei 9.478/1997, com redação dada pela Lei 12.734/2012, tiveram a eficácia suspensa pela liminar concedida pela ministra Cármen Lúcia. Contudo, os procuradores federais explicam que, dos artigos citados, a liminar na ADI 4917 suspendeu apenas o inciso II do artigo 48 e o inciso II do artigo 49, impugnados no pedido do Estado do Rio de Janeiro.
Royalties
Os artigos questionados pelos municípios na Lei 12.734/2012 alteram o tratamento dos pontos de entrega a concessionárias de gás natural, considerando-os instalações de embarque e desembarque para fins de distribuição dos royalties. Anteriormente eram contabilizados 23 municípios com instalações de embarque e desembarque de hidrocarbonetos de origem marítima e 63 de origem terrestre. Com a ampliação, a partir de junho de 2013, os números passaram a ser 85 municípios com instalações para hidrocarbonetos de origem marítima e 90 de origem terrestre.
Alegações
A ANP alega que “as decisões judiciais reclamadas conferiram interpretação por demais ampliativa ao teor decisório do Supremo Tribunal Federal”. Para a autora do pedido, a cassação das decisões se faz necessária para preservar a competência da Suprema Corte.

Do Portal do STF (aqui).

TCE PROMOVE CURSO PARA SERVIDORES DA REGIÃO


A Escola de Contas e Gestão do TCE-RJ iniciou, nesta segunda-feira (29/7), em Campos dos Goytacazes, a quarta etapa do TCE-Escola Itinerante 2013. Com ênfase na área da administração pública, diversos cursos serão ministrados por professores da ECG a servidores e agentes políticos de 18 municípios das regiões Norte e Noroeste até o dia 19 de setembro. Na abertura da etapa, 35 servidores se matricularam para a turma de capacitação em Controle Interno.
A programação inclui ainda os cursos Admissão, Aposentadoria e Pensões; Procedimentos Prévios aos Contratos Administrativos: Licitação Pública, Atos de Dispensa e Inexigibilidade de Licitação; Contratos Administrativos; Lei de Responsabilidade Fiscal com Ênfase em Orçamento Público; Prestação de Contas, Tomada de Contas, Tomada de Contas Especial; e uma palestra sobre "Prestação de Contas e Responsabilidade Fiscal".

Além de Campos dos Goytacazes, sede desta etapa, os municípios atendidos são: Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Cardoso Moreira, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antonio de Pádua, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, São José de Ubá e Varre-Sai.

A capacitação é ministrada na Universidade Candido Mendes (Rua Anita Peçanha 100, Parque São Caetano). As inscrições continuam abertas. Mais informações através do site da Escola de Contas e Gestão (www.ecg.tce.rj.gov.br) ou pelos telefones 2729-9531, 2729-9532 ou 2729-9506.
Do Portal do TCE (aqui).