sábado, 10 de julho de 2010

Serra diz, no Espírito Santo, que não vai permitir divisão dos royalties, se for eleito

Do jornal A Gazeta on line, de Vitória (ES)
Divisão dos royalties
O tucano também garatiu que, se eleito, não vai permitir que a proposta de divisão igualitária dos royalties do pré-sal seja implementada no país. Segundo Serra, é direito dos estados produtores receberem diferencialmente dos demais. José Serra ainda atribuiu todo esse cenário que ameaça tirar recursos do Espírito Santo e do Rio de Janeiro ao ministro Edson Lobão e a candidata petista Dilma Roussef.
"Essa ameaça permanente de tirar recursos do Espírito Santo, que é uma região produtora, não vai acontecer. Não vamos esquecer que a proposta de refazer a distribuição dos royalties partiu do Governo Federal, especialmente do ministro Lobão e da ministra Dilma. Eles apresentaram essa proposta no Palácio da Alvorada que eu imediatamente rebati e fiz um apelo para que esse assunto não fosse enviado ao Congresso, pois uma época eleitoral não era a melhor hora para analisar coisas dessa natureza", destacou.
Íntegra da matéria aqui.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Gabeira também de olho na eleição em Campos

Além do governador Sérgio Cabral (PMDB), que disputa a reeleição, outro candidato ao Governo do Estado está interessadíssimo numa eventual eleição em Campos este ano. É Fernando Gabeira (PV), que convidou as lideranças locais dos partidos que integram sua aliança (PV-PDSB, PPS e DEM) para uma reunião na próxima segunda-feira, dia 12, às 14h30, no Hotel Premier, em Copacabana.
Foram convidados os presidente e vice do PPS (Luiz Henrique e Sérgio Mendes), e os presidentes do PV (Andral Tavares Filho), PSDB (Robson Colla) e do DEM (Márcio Costa).
Gabeira tem sido procurado por emissários de Garotinho e, talvez por isso o candidato verde quer saber o que pensa seus aliados locais, antes de tomar algum rumo.
Atualização às 19h40 - Um grupo de vereadores que tenta construir uma frente-antigarotista para a eventual eleição suplementar, voltou a se reunir hoje, no Rio, com o governador Sérgio Cabral. O nome preferido de Cabral seria o do vereador Abdu Neme (PSB), ex-aliado, ex-amigo e ex-médico da família Garotinho.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cléber Tinoco na Mercearia Campista


O programa Mercearia Campista com a participação especial do advogado e blogueiro Cléber Tinoco ainda pode ser visto no Canal 8 da Via Cabo TV (Multtv), todos os dias às 19 e 22h.

Entre outros esclarecimentos, Tinoco explicou porque a Lei Orgânica não prevê convocação de suplente para vereador que, enquanto presidente da Câmara ocupa interinamente a prefeitura e mais: revelou que se a eleição suplementar não for realizada até 31 de dezembro de 2010, a Câmara vai eleger um prefeito pela via indireta.

É de arrepiar, mas vale a pena conferir.

TCE divulga lista de gestores com contas reprovadas

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) divulgou ontem a lista de responsáveis com contas julgadas irregulares, no período de 2005 até agora, para fins de inelegibilidade. Esta primeira listagem inclui 920 responsáveis.
A declaração de inelegibilidade é competência exclusiva da Justiça Eleitoral. A lista será atualizada até as eleições, levando em conta recursos cabíveis interpostos em tempo hábil, com efeito suspensivo, e inclusões de novos nomes, em razão de condenações após a remessa da primeira relação.
Nesta lista (confira aqui), dos políticos de Campos os campeões são os ex-prefeitos Arnaldo Vianna e Alexandre Mocaiber. Também estão a ex-presidente da Fundação Municipal Trianon, Ilsan Vianna, além dos ex-presidentes Fundação Cultutal Jornalista Oswaldo Lima, Cristina Lima e Fernando Leite (ex-presidente da ) e o ex-presidente da Codemca e ex-prefeito Sérgio Mendes.
Isso não significa que todos estão inelegíveis, principalmente nos casos dos gestores de empresas e fundações públicas, pois ainda cabe recurso no TRE que vai julgar. Em muitos casos trata-se apenas de erros formais, falta de documentação em prestações de contas.
Mas vamos aguardar...
Mais detalhes também aqui, no Blog do Bastos.
Atualização, domingo, dia 11/07 às 21h19 - Para retificar a parte do texto referente à Cristina Lima. A conta pendente dela é de 1994, quando era presidente da Fundação Oswaldo Lima e não Trianon, como estava no texto original.

Cabral quer Abdu na Prefeitura de Campos

O governador Sérgio Cabral (PMDB), que ontem conversou com o prefeito interino de Campos, Nelson Nahim, e se colocou à disposição para ajudar no que for preciso (conforme informou Fernando Leite), está mesmo interessado é na eleição suplementar que deve escolher quem vai governar a cidade até dezembro de 2011.
Agora há pouco uma fonte credenciada me disse que o governador, em pessoa, estaria montando uma aliança em torno do nome do vereador Abdu Neme (PSB) numa frente com cerca de 10 partidos.
Isso, se houver eleição.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Rosinha perde, de novo, no TSE


Do portal do TSE postado hoje (05/07/2010) às 22h21


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ministro Ricardo Lewandowski (foto) negou, na noite desta segunda-feira (5), recurso da prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ), Rosinha Garotinho e de seu vice, Francisco Arthur de Oliveira contra a cassação de seus mandatos.No recurso, eles tentavam reverter a decisão do ministro Marcelo Ribeiro que manteve o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), confirmando a cassação e consequente inelegibilidade por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.

Ao recorrer ao TSE, os políticos alegaram haver o risco de prejuízo de impossível reparação, uma vez que estão impedidos de exercer as funções para as quais foram eleitos. Sustentaram também a possibilidade de prejuízo para a própria comunidade de Campos, pois o TRE determinou a realização de novas eleições no município e “sucessivas alternâncias no exercício da chefia do executivo sempre são traumáticas”.Para a prefeita e o vice, a entrevista que Rosinha Garotinho concedeu a um programa conduzido por seu marido, Anthony Garotinho, como pré-candidata no dia 14 de junho de 2008 não teve potencialidade para influenciar o resultado das eleições.

O ministro Marcelo Ribeiro, ao analisar os argumentos, destacou que o TRE analisou as provas e concluiu pelo abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação e, considerando as provas examinadas pelo tribunal, reformar o julgamento demandaria o reexame de fatos e provas, “o que não se admite em sede de recurso especial”.No entendimento do TRE fluminense, a prefeita e seu vice “foram efetivamente beneficiados por atos de abuso com potencial para desequilibrar o pleito”, o que resultou na condenação de ambos.

O ministro Marcelo Ribeiro destacou que condenações deste tipo – por meio de ação de impugnação de mandato eletivo (AIME) – não podem, em regra, ser suspensas por recursos, devendo a decisão ser executada imediatamente.
Presidente do TSE
Ao apreciar o recurso contra esta decisão, o ministro Lewandowski observou que não existem “razões que justifiquem a reconsideração dos fundamentos lançados pelo ministro Marcelo Ribeiro”.De acordo com o presidente, para “adotar premissa diversa seria necessário o reexame de fatos e provas”, o que não pode ser feito por meio deste recurso.Assim, após analisar todos os argumentos do TRE-RJ e da decisão do ministro Marcelo Ribeiro que a manteve, indeferiu o pedido de reconsideração.

O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski é o responsável pela análise de todos os pedidos que demandem apreciação urgente no período das férias forenses. As férias forenses recaem sobre o mês de julho e o tribunal retoma suas atividades plenas no dia 2 de agosto. presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ministro Ricardo Lewandowski negou, na noite desta segunda-feira (5), recurso da prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ), Rosinha Garotinho e de seu vice, Francisco Arthur de Oliveira contra a cassação de seus mandatos.

No recurso, eles tentavam reverter a decisão do ministro Marcelo Ribeiro que manteve o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), confirmando a cassação e consequente inelegibilidade por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.Ao recorrer ao TSE, os políticos alegaram haver o risco de prejuízo de impossível reparação, uma vez que estão impedidos de exercer as funções para as quais foram eleitos. Sustentaram também a possibilidade de prejuízo para a própria comunidade de Campos, pois o TRE determinou a realização de novas eleições no município e “sucessivas alternâncias no exercício da chefia do executivo sempre são traumáticas”.Para a prefeita e o vice, a entrevista que Rosinha Garotinho concedeu a um programa conduzido por seu marido, Anthony Garotinho, como pré-candidata no dia 14 de junho de 2008 não teve potencialidade para influenciar o resultado das eleições.

O ministro Marcelo Ribeiro, ao analisar os argumentos, destacou que o TRE analisou as provas e concluiu pelo abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação e, considerando as provas examinadas pelo tribunal, reformar o julgamento demandaria o reexame de fatos e provas, “o que não se admite em sede de recurso especial”.No entendimento do TRE fluminense, a prefeita e seu vice “foram efetivamente beneficiados por atos de abuso com potencial para desequilibrar o pleito”, o que resultou na condenação de ambos.

O ministro Marcelo Ribeiro destacou que condenações deste tipo – por meio de ação de impugnação de mandato eletivo (AIME) – não podem, em regra, ser suspensas por recursos, devendo a decisão ser executada imediatamente.Presidente do TSEAo apreciar o recurso contra esta decisão, o ministro Lewandowski observou que não existem “razões que justifiquem a reconsideração dos fundamentos lançados pelo ministro Marcelo Ribeiro”.De acordo com o presidente, para “adotar premissa diversa seria necessário o reexame de fatos e provas”, o que não pode ser feito por meio deste recurso.Assim, após analisar todos os argumentos do TRE-RJ e da decisão do ministro Marcelo Ribeiro que a manteve, indeferiu o pedido de reconsideração.O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski é o responsável pela análise de todos os pedidos que demandem apreciação urgente no período das férias forenses. As férias forenses recaem sobre o mês de julho e o tribunal retoma suas atividades plenas no dia 2 de agosto.

Cepop custa meio Museu do Amanhã





Previsto para ficar pronto em 2012, o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, é parte de um projeto de revitalização da Zona Portuária da capital e as obras vão custar R$ 130 milhões. A parceria é da Prefeitura do Rio, Governo do Estado e Fundação Roberto Marinho. O arquiteto é o espanhol Santiago Calatrava. O valor da obra está aqui no Portal de O Globo. Dos R$ 130 milhões, segundo a matéria, "R$ 35 milhões serão utilizados no desenvolvimento, no conteúdo e infraestrutura da instituição e R$ 95 milhões na construção do edifício, incluindo projetos e arquitetura".
Enquanto isso, em Campos, o Centro de Eventos Populares (Cepop) que a Prefeitura de Campos já está construindo na Avenida Francisco Lamego com previsão de funcionamento já no próximo carnaval (março de 2011), custa pouco mais de 70 milhões, ou meio Museu do Amanhã. Dados sobre o Cepop, aqui no portal da Secom/PMCG e aqui em post do Blog.

Mais candidatos à cadeira e ao avião de Lula




Além de José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), a eleição para a sucessão do presidente Lula tem outros canditados. Até agora há pouco o TSE tinha confirmado pelo menos mais cinco predententes: Ivan Pinheiro (PCB), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), José Maria (PSTU) e Rui Pimenta (PCO) e Plínio de Arruda Sampaio, um dos fundadores do PT, e hoje no PSOL.

















Atualização às 22h44 para inclusão dos candidatos Ivan Pinheiro e José Maria Eymael.

Qual é a estratégia?

Foto:Blog do Pudim

O deputado Federal Geraldo Pudim (PR) confirmou agora há pouco que vai mesmo disputar uma vaga na Assembléia Legislativa do Estado e não a reeleição para a Câmara Federal.

Tem algo nessa história que não fecha, a menos que o raciocínio deste bloguista quase cinquentão esteja mais embotado que nunca.

Veja bem: Em 2006, Garotinho, que não era candidato a nada (foi garfado pelo PMDB nacional), fez campanha para Pudim e elegeu o amigo com extraordinária votação, cerca de 300 mil votos. Agora sendo ele próprio o candidato a deputado federal, Garotinho pode conquistar acima de 500 mil (fala-se até em 1 milhão e, assim, levar uma bancada de 10, 12 deputados de sua legenda, o PR. E, ai, o deputado Geraldo Pudim seria beneficiado sem precisar muito esforço na campanha. Uma reeleição garantida e merecida.

Outros fenômenos eleitorais anteriores, como Aguinaldo Timóteo (em 1986) e Paulo Maluf (anos anos 90), levaram para o Congresso deputados de pouquíssimos votos, na onda dos dois puxadores de legenda. O mais recente foi o dr. Enéas Carneiro, que na eleição de 2002 teve mais de meio milhão de votos e, como seu partido, o Prona, tinha poucos candidatos, acabou elegendo uma figura desconhecida (tão desconhecida que não lembro o nome), com apenas 26 votos.

Então, se a esperada e tranquila grande votação de Garotinho vai eleger desconhecidos e inexpressivos candidatos do PR, por que não o fiel Pudim?

A resposta deve vir nos próximos capitulos e conferir as nominatas do PR para Câmara Federal e Alerj para entender qual é a estratégia.

Mais uma chance histórica

Foto:Secom/PMCG

Nelson Nahim não deve, como a maioria dos que cercam Garotinho, sua carreira política ao irmão. Pelo contrário. Quem conhece os dois desde que eram, um, radialista revolucionário e outro, advogado bem comportado, sabe que a relação entre eles nunca foi marcada pela harmonia quando eram apenas “Bolinha” e “Nelson”. E muito menos de submissão, quando se tornaram figuras públicas.
O agora prefeito interino foi eleito quatro vezes para a Câmara Municipal e pode-se até admitir que tenha tirado uma lasquinha da popularidade e semelhança física com o irmão carismático, mas há quem diga que essa referência mais atrapalhou que ajudou. Nahim não tem perfil para “faz-tudo-o-que-o-mestre-mandar” e, por isso mesmo está aparentemente credenciado a reabrir um diálogo com a sociedade e fazer de seu mandato interino (que pode durar 4, 6 ou 10 meses) uma ponte de reconciliação da política com a cidadania. Pode estar em suas mãos a iniciativa de restaurar uma relação de respeito entre as instituições no lugar da arrogância que subjuga os que dos recursos públicos dependem para realização de suas finalidades.
Sem a influência de Garotinho, espera-se de Nelson Nahim a independência de quem sempre aspirou ser eleito para o cargo que agora lhe cai no colo, de graça, por causa de erros cometidos pelos punidos pela Justiça Eleitoral. Em 2008, Nahim disse a este blogueiro, numa conversa no Monitor Campista, que não disputaria mais uma eleição para o Legislativo e que tinha o projeto político de administrar cidade. Foi escolhida a cunhada e ele ficou com o prêmio de consolação: mais um mandato de vereador e a presidência da Câmara. Antes, em 2004, fora preterido em favor de Geraldo Pudim, francamente mais dócil aos desejos do chefe.
Sem o ranço autoritário que caracteriza o irmão mais novo e mais famoso, Nahim tem a vantagem, desperdiçada por Mocaiber, de chegar à prefeitura sem cabresto de padrinho e, por isso, a oportunidade de costurar uma aliança com a população e não com os financiadores de campanhas como vem acontecendo nos últimos 20 anos. Mais que isso: não vai ter compromisso com o projeto político-pessoal de Garotinho, que aliás, tem custado caro, muito caro ao povo de Campos.
Pelos indícios de independência (posso me enganar, é claro), Nahim não reúne as credenciais para se tornar o candidato do Garotismo numa esperada eleição suplementar, mesmo que superadas as dificuldades jurídicas que teria, como filiação partidária e parentesco cruzado com a prefeita cassada, por exemplo. O candidato favorito é Geraldo Pudim. A preterição antecipada dá a Nahim mais liberdade e mais compromisso para cumprir sua tarefa histórica.
Que o prefeito interino consiga resolver as pendências que dizem ter na esfera judicial e faça de sua interinidade um passo para o reencontro da cidade com sua vocação democrática, desenvolvimentista e humanista.

domingo, 4 de julho de 2010

Conselho

Foto Ururau
O prefeito interino, Nelson Nahim (de camisa listrada), esteve agora há pouco na reunião no Parthernon e ouviu de Garotinho o conselho para se preparar:
— Fizeram de tudo para me pegar. Cassaram Rosinha e já anunciaram que vão tirar o mandato de Clarissa (vereadora no Rio de Janeiro). Se prepara Nahim. Vocês todos vão pagar por tabela. Basta estar com o poder nas mãos que as luzes se ascendem. Você Rosinha, não cometeu crime algum, mas é casada com um homem chamado Anthony Garotinho . Você está abatida, mas não derrotada. Se tiver que sair, sai por uma entrevista e não por roubo e sai pela porta da frente, e não no avião da Polícia Federal”, declarou emocionado e com os olhos lacrimejados.
(Com informações e foto do site Ururau (aqui))
Atualiação às 17h51 de 05/07/10. para correção ortográfica, graças à generosidade de leitores do Blog.

sábado, 3 de julho de 2010

Garotinho e Rosinha estarão hoje em Campos para reunião no Parthenon

O ex-governador Anthony Garotinho e a prefeita cassada Rosinha Garotinho estarão em Campos HOJE para uma reunião, às 15h, no salão Parthenon, no Jardim Carioca em Guarus. A informação está na capa de O Diário que vai às bancas neste domingo, mas já está disponível na Internet. Veja abaixo a capa do jornal. Clique na imagem para ampliar.

Atualização às 12h33 de 04/07/2010 - Para corrigir o título do post e a data do encontro. O Blog foi induzido a erro porque O Diário, em sua primeira página de hoje, afirma que a reunião é AMANHÃ. Em seu Blog, o ex-governador Garotinho, que também postou a parte de cima da capa do Diário de hoje (onde consta que a reunião é amanhã), corrige a informação. A reunião, portanto, é HOJE, às 15h, no Parthenon, em Guarus.


Suplente assume ou não? Eis a questão.


Com a prudência e ética que caracterizam seu trabalho, o professor Marcelo Bessa (que também é servidor da Justiça Eleitoral), levantou hoje em seu Blog (aqui) uma questão sobre a não necessidade de convocação de suplente em caso de presidente da Câmara que assume a Chefia do Poder Executivo por força de decisão judicial.

É o caso, digo eu e diversos colegas da Blogosfera, da iminente convocação do primeiro suplente eleito pela coligação de Nahim, Edson Batista, atual secretário de Governo, para assumir a vaga.


A dúvida está lançada porque em maio de 2005, quando foi cassado o prefeito Carlos Alberto Campista e empossado o então presidente da Câmara, Alexandre Mocaiber (PDT), o primeiro suplente da legenda, Geraldo Venâncio (teve 3952 votos), foi convocado, assumiu até o fim da legislatura em dezembro de 2008.

E agora?
Atualização às 15h23 de 04/07/2010 para inserir abaixo comentário do Marcelo Bessa:
Oi, Ricardo.
Obrigado pelas palavras carinhosas.
Só uma observação: não falei em "não necessidade de convocação de suplente" (quem seria (ou não) não vem ao caso): a Lei Orgânica proíbe a convocação, conforme art. 16 § 2º, já que o afastamento do Presidente da Câmara para assumir a Prefeitura só implica em licenciamento automático se tal fato ocorrer após decorridos mais de 3/4 do mandato. Como isso não ocorreu, a licença é a prevista no art. 15, II - caso em que não se pode convocar o suplente.
Mais uma vez agradeço pelas palavras.

O que pode e não pode no rádio, TV e veículos impressos

Já estão em vigor as normais que regem o período eleitoral nos meios de comunicação:
do portal do TSE:
As emissoras de rádio e televisão do país devem ficar atentas às proibições impostas pela Lei das Eleições (9.504/97) a partir da última quinta-feira (1°).
Entre outras vedações, esses veículos de comunicação não podem dar tratamento privilegiado a candidato em seus noticiários nem na programação normal.
Também estão proibidos de divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção. Quem desrespeitar as regras fica sujeito ao pagamento de multa que varia de R$ 21.282,00 a R$106.410,00 e, em caso de reincidência, a multa pode ser duplicada.
Confira outras proibições:
Novelas
As novelas, filmes ou minisséries não podem fazer crítica ou referência a candidatos ou partido político, mesmo que de forma dissimulada.
Montagem
As emissoras também estão proibidas de usar trucagem ou montagem de áudio ou vídeo que degradem ou ridicularizem candidato ou partido ou que desvirtue a realidade para beneficiar ou prejudicá-los. Também não podem transmitir programas com esse fim.
Apresentadores
Candidato que já tenha sido escolhido em convenção para concorrer às eleições de 3 de outubro não pode apresentar nem comentar programa. As emissoras também não podem divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, inclusive se a denominação do programa coincidir com o nome do candidato ou com o que ele indicou para uso na urna eletrônica. Se o programa tiver o mesmo nome do candidato, fica proibida a sua divulgação. O candidato que desobedecer a essa regra pode ter o registro cancelado.
Propaganda
As emissoras de rádio e televisão também estão proibidas de veicular propaganda política, inclusive paga, ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato ou partidos.
Imprensa escrita
A imprensa escrita pode emitir opinião favorável a candidato. No entanto, a matéria não pode ser paga. Abusos ou excessos serão apurados e punidos nos termos da Lei 64/90, o que pode levar à cassação do registro e à inelegibilidade do beneficiado.

Carta Capital declara apoio à candidatura de Dilma

Carta Capital é o primeiro órgão de imprensa brasileiro, nestas eleições, a anunciar apoio publicamente a uma candidatura. Isso é saudável para a democracia.

Por que apoiamos Dilma?
02/07/2010 09:58:00
Mino Carta
Resposta simples: porque escolhemos a candidatura melhor Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte.
O cidadão e a cidadã que se precipitam naquela definição da candidata de Lula ou não perdem a oportunidade de exibir sua ignorância da história do País, ou têm saudades da ditadura. Quem sabe estivessem na Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade há 46 anos, ou apreciem organizar manifestação similar nos dias de hoje.
De todo modo, não é apenas por causa deste destemido passado de Dilma Rousseff que CartaCapital declara aqui e agora apoio à sua candidatura. Vale acentuar que neste mesmo espaço previmos a escolha do presidente da República ainda antes da sua reeleição, quando José Dirceu saiu da chefia da Casa Civil e a então ministra de Minas e Energia o substituiu.
E aqui, em ocasiões diversas, esclareceuse o porquê da previsão: a competência, a seriedade, a personalidade e a lealdade a Lula daquela que viria a ser candidata. Essas inegáveis qualidades foram ainda mais evidentes na Casa Civil, onde os alcances do titular naturalmente se expandem.
E pesam sobre a decisão de CartaCapital. Em Dilma Rousseff enxergamos sem a necessidade de binóculo a continuidade de um governo vitorioso e do governante mais popular da história do Brasil. Com largos méritos, que em parte transcendem a nítida e decisiva identificação entre o presidente e seu povo. Ninguém como Lula soube valerse das potencialidades gigantescas do País e vulgarizá-las com a retórica mais adequada, sem esquecer um suave toque de senso de humor sempre que as circunstâncias o permitissem.
Sem ter ofendido e perseguido os privilegiados, a despeito dos vaticínios de alguns entre eles, e da mídia praticamente em peso, quanto às consequências de um governo que profetizaram milenarista, Lula deixa a Presidência com o País a atingir índices de crescimento quase chineses e a diminuição do abismo que separa minoria de maioria. Dono de uma política exterior de todo independente e de um prestígio internacional sem precedentes. Neste final de mandato, vinga o talento de um estrategista político finíssimo. E a eleição caminha para o plebiscito que a oposição se achava em condições de evitar.
Escolha certa, precisa, calculada, a de Lula ao ungir Dilma e ao propor o confronto com o governo tucano que o precedeu e do qual José Serra se torna, queira ou não, o herdeiro. Carregar o PSDB é arrastar uma bola de ferro amarrada ao tornozelo, coisa de presidiário. Aí estão os tucanos, novos intérpretes do pensamento udenista. Seria ofender a inteligência e as evidências sustentar que o ex-governador paulista partilha daquelas ideias. Não se livra, porém, da condição de tucano e como tal teria de atuar. Enredado na trama espessa da herança, e da imposição do plebiscito, vive um momento de confusão, instável entre formas díspares e até conflitantes ao conduzir a campanha, de sorte a cometer erros grosseiros e a comprometer sua fama de “preparado”, como insiste em afirmar seu candidato a vice, Índio da Costa. E não é que sonhavam com Aécio...
Reconhecemos em Dilma Rousseff a candidatura mais qualificada e entendemos como injunção deste momento, em que oficialmente o confronto se abre, a clara definição da nossa preferência. Nada inventamos: é da praxe da mídia mais desenvolvida do mundo tomar partido na ocasião certa, sem implicar postura ideológica ou partidária. Nunca deixamos, dentro da nossa visão, de apontar as falhas do governo Lula. Na política ambiental. Na política econômica, no que diz respeito, entre outros aspectos, aos juros manobrados pelo Banco Central. Na política social, que poderia ter sido bem mais ousada.
E fomos muito críticos quando se fez passivamente a vontade do ministro Nelson Jobim e do então presidente do STF Gilmar Mendes, ao exonerar o diretor da Abin, Paulo Lacerda, demitido por ter ousado apoiar a Operação Satiagraha, ao que tudo indica já enterrada, a esta altura, a favor do banqueiro Daniel Dantas. E quando o mesmo Jobim se arvorou a portavoz dos derradeiros saudosistas da ditadura e ganhou o beneplácito para confirmar a validade de uma Lei da Anistia que desrespeita os Direitos Humanos. E quando o então ministro da Justiça Tarso Genro aceitou a peroração de um grupelho de fanáticos do Apocalipse carentes de conhecimento histórico e deu início a um affair internacional desnecessário e amalucado, como o caso Battisti. Hoje apoiamos a candidatura de Dilma Rousseff com a mesma disposição com que o fizemos em 2002 e em 2006 a favor de Lula. Apesar das críticas ao governo que não hesitamos em formular desde então, não nos arrependemos por essas escolhas. Temos certeza de que não nos arrependeremos agora.

Imagens do protesto pró-Rosinha no Centro

Do Blog do Garotinho (aqui):

Num sábado de manhã, debaixo de chuva, o povo de Campos deu uma demonstração de apoio e solidariedade a Rosinha, que foi emocionante. Mais de 5.000 pessoas participaram da manifestação intitulada “Passeata da Rosas”. O povo não se conforma com a saída de Rosinha, de prefeitura. Com cartazes feitos à mão, carregando rosas, muitos chorando, o protesto foi realizado de forma ordeira. Por onde a passeata passava pessoas saíam de suas casas e das lojas para aderir ou fazer sinais positivos mostrando que estão do lado de Rosinha.

MPBar

Recado da Patrícia Bueno:
A talentosa Maria Fernanda, acompanhada do fera Tico Floriano estreiam, neste sábado em novo horário no MPBar.
Será a partir das 21h.
Esperamos vocês para ouvir o Melhor da MPB !
Até lá !

Esquina MPBar
Rua Alonso Coelho da Silva , 34 - Esquina com Euclides Maciel Major. Flamboyant .

Passeta pró-Rosinha no Centro

Foto:Antunis Clayton
A informação é do jornalista Antunis Clayton, no Blog do vereador Magal (aqui):

Mais de 10 mil pessoas estão neste momento na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro de Campos, numa manifestação em apoio à Prefeira Rosinha Garotinho, pedindo à Justiça Eleitoral que seja respeitado o desejo da população campista expressa nas urnas. O vereador Jorge Magal participou da caminhada que percorreu as principais ruas da cidade.
Na foto aparecem o vereador Magal e os secretários Paulo Hirano (Saúde), Fábio Ribeiro (Admnistração), Eduardo Crespo (Fundecam ) e Edson Batista (Governo).
Atualização às 12h45 - Comentário espantado do Blog: 10 mil pessoas??????

Dois coelhos...

A chuvinha fina que cai sobre a cidade pode atrapalhar a passeata das rosas prevista para agora de manhã, com saída da Rua 21 de abril, em defesa do mandato cassado de Rosinha.
E, também, apagar o fogo de eventuais novas fogueiras de pneus.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Edição suplementar do D.O convoca para sessão de segunda

O Diário Oficial do Município não circulou hoje. Mas está no site da PMCG uma edição suplementar à edição de ontem e apenas on line (aqui e ilustração abaixo), onde consta a convocação extraordinária da Câmara Municipal de Campos para posse "temporária" do presidente da Câmara no cargo de prefeito na segunda-feira, às 9h, no Palácio Nilo Peçanha.
Clique na imagem para ampliar.