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À direita, em primeira mão, a capa do livro e, acima, o poeta.
O texto é do site do programa, que vai ao ar às 22h40.
"Paul Leduc filmou pouco em seu país, mas ganhou importância e expressão pela busca de um cinema independente no México.Assim como o Brasil, o México também teve um momento de renovação do cinema nos anos sessenta. Paul Leduc aproveitou-se da proximidade com o Cinema Novo Brasileiro para dar ao seu trabalho a marca política e social do chamado Cinema Militante.
Roteirista, produtor e crítico, ele é um dos diretores mais identificados com o cinema latino-americano. Seus filmes não são conhecidos pelo grande público, mas fazem sucesso entre a crítica especializada e do público que acompanha festivais e mostras internacionais de cinema.Com mais de 50 trabalhados realizados, sendo 10 longas, Paul Leduc esteve no Brasil em julho. Ele foi o principal convidado e homenageado".
Na onda da mulherada que chegou a poder (Michele Bachelett, no Chile e Cristina Kirchner, na Argentina), a toda-poderosa ministra-chefe da Casa Civil a Presidência da República, anda servindo de cobaia aos alquimistas do Planalto que pensam numa candidatura feminina para a sucessão de Lula.
Ontem mesmo o próprio Lula deixou que Dilma faturasse com a notícia da descoberta do megapoço de petróleo na Bacia de Santos.
É pouco.
Conhecida por seu dura, às vezes até rude, Dilma não tem a simpatia nem mesmo dentro do PT. Muito menos nos partidos aliados.